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    "title": "Agência Cidades",
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            "title": "UNESCO inclui três locais brasileiros em rede internacional de memória da escravidão",
            "url": "https://www.agenciacidades.com.br/ultimas-noticias/2026/10/28/unesco-inclui-tres-locais-brasileiros-em-rede-internacional-de-memoria-da-escravidao.html",
            "content_html": "<p>A <strong>Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Educa&ccedil;&atilde;o, a Ci&ecirc;ncia e a Cultura (UNESCO)</strong> incluiu tr&ecirc;s locais brasileiros na <strong>Rede de Lugares de Hist&oacute;ria e Mem&oacute;ria relacionados &agrave; Escravid&atilde;o e ao Tr&aacute;fico de Pessoas Escravizadas</strong>. O reconhecimento abrange o <strong>Cais do Valongo</strong>, no Rio de Janeiro (RJ), a <strong>Sociedade Protetora dos Desvalidos</strong>, em Salvador (BA), e a <strong>Serra da Barriga</strong>, em Uni&atilde;o dos Palmares (AL).&nbsp;</p>\n<p>A iniciativa busca preservar espa&ccedil;os ligados &agrave; escravid&atilde;o, ampliar o conhecimento hist&oacute;rico e estimular a&ccedil;&otilde;es educativas e o interc&acirc;mbio entre comunidades.</p>\n<p>Com as tr&ecirc;s novas inclus&otilde;es, o Brasil passa a contar com <strong>seis locais</strong> na rede internacional, criada em 2024. J&aacute; integravam a iniciativa o <strong>Museu da Inconfid&ecirc;ncia</strong>, em Ouro Preto (MG), o <strong>Museu Casa da Hera</strong>, em Vassouras (RJ), e o <strong>Museu da Rep&uacute;blica</strong>, na cidade do Rio de Janeiro.</p>\n<p>Os espa&ccedil;os reconhecidos representam diferentes dimens&otilde;es da hist&oacute;ria da popula&ccedil;&atilde;o negra no pa&iacute;s: o desembarque for&ccedil;ado de africanos escravizados, a cria&ccedil;&atilde;o de organiza&ccedil;&otilde;es de apoio m&uacute;tuo e a resist&ecirc;ncia coletiva ao regime escravista. A sele&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m amplia a presen&ccedil;a brasileira em uma iniciativa voltada &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico e ao enfrentamento do racismo e da discrimina&ccedil;&atilde;o.</p>\n<h3>Tr&ecirc;s locais, diferentes dimens&otilde;es da hist&oacute;ria</h3>\n<p><strong>Rio de Janeiro: vest&iacute;gios do tr&aacute;fico transatl&acirc;ntico</strong></p>\n<p>O <strong>Cais do Valongo</strong>, localizado na regi&atilde;o portu&aacute;ria do <strong>Rio de Janeiro</strong>, foi um dos principais pontos de desembarque de africanos escravizados nas Am&eacute;ricas. O local funcionou entre 1811 e 1831 e teve papel central no tr&aacute;fico transatl&acirc;ntico de pessoas escravizadas. Seus vest&iacute;gios arqueol&oacute;gicos foram revelados durante escava&ccedil;&otilde;es realizadas em 2011.</p>\n<p>O cais recebeu o t&iacute;tulo de Patrim&ocirc;nio Mundial da UNESCO em 2017. A nova inclus&atilde;o, portanto, n&atilde;o representa a concess&atilde;o de um segundo t&iacute;tulo mundial, mas a entrada em uma rede espec&iacute;fica dedicada &agrave; hist&oacute;ria e &agrave; mem&oacute;ria da escravid&atilde;o.</p>\n<p>A cidade do <strong>Rio de Janeiro</strong>, uma das principais metr&oacute;poles brasileiras, re&uacute;ne patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico, atividades culturais e estruturas portu&aacute;rias que ajudam a explicar a import&acirc;ncia econ&ocirc;mica da regi&atilde;o durante diferentes per&iacute;odos da hist&oacute;ria nacional.</p>\n<figure class=\"tinymce-image\" data-media-id=\"01a18444-46e2-7232-bb63-1b24237dd8d6\" data-single-image=\"true\"><img src=\"https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/53465083-966e-4c74-bf3b-fe23f2d76909/centro-historico-de-salvador-bahia-sobrado-no-largo-do-cruzeiro-de-sao-francisco-17-salvador-2019-9888-paul-r-burley.jpg\" alt=\"\">\n<figcaption>Fundada em 1832 por homens negros, a Sociedade Protetora dos Desvalidos desenvolveu iniciativas de aux&iacute;lio m&uacute;tuo, apoio a pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade e defesa da emancipa&ccedil;&atilde;o civil da popula&ccedil;&atilde;o negra (Paul R. Burley/Wikipedia)</figcaption>\n</figure>\n<p><strong>Salvador: organiza&ccedil;&atilde;o e solidariedade da popula&ccedil;&atilde;o negra</strong></p>\n<p>Em <strong>Salvador</strong>, capital da Bahia, a <strong>Sociedade Protetora dos Desvalidos</strong> representa outra dimens&atilde;o desse passado. Fundada em 1832 por homens negros, a entidade desenvolveu iniciativas de aux&iacute;lio m&uacute;tuo, apoio a pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade e defesa da emancipa&ccedil;&atilde;o civil da popula&ccedil;&atilde;o negra.</p>\n<p>A organiza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m esteve associada a estrat&eacute;gias de apoio financeiro e social, em um contexto marcado pela escravid&atilde;o e por restri&ccedil;&otilde;es aos direitos da popula&ccedil;&atilde;o negra. Sua trajet&oacute;ria evidencia como associa&ccedil;&otilde;es civis contribu&iacute;ram para a constru&ccedil;&atilde;o de redes de solidariedade e mobiliza&ccedil;&atilde;o social no s&eacute;culo XIX.</p>\n<p><strong>Salvador </strong>ocupa posi&ccedil;&atilde;o central na hist&oacute;ria afro-brasileira. A cidade preserva refer&ecirc;ncias culturais, religiosas e arquitet&ocirc;nicas ligadas &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es africanas e seus descendentes, al&eacute;m de espa&ccedil;os hist&oacute;ricos associados &agrave; escravid&atilde;o, &agrave; resist&ecirc;ncia e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o da sociedade baiana.</p>\n<figure class=\"tinymce-image\" data-media-id=\"01a18447-97ab-7291-880d-f01c44a6915e\" data-single-image=\"true\"><img src=\"https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/a998d6c9-f3e4-4008-b558-2583fda943bc/uniao-dos-palmares-no-parque-memorial-do-quilombo-dos-palmares-na-serra-da-barriga-foto-rovena-rosaagencia-brasil.jpg\" alt=\"\">\n<figcaption>Em Uni&atilde;o dos Palmares, no interior de Alagoas, a Serra da Barriga abriga o Parque Memorial Quilombo dos Palmares <small>Rovena Rosa/ABr</small></figcaption>\n</figure>\n<p><strong>Alagoas: a resist&ecirc;ncia na Serra da Barriga</strong></p>\n<p>Em <strong>Uni&atilde;o dos Palmares</strong>, no interior de Alagoas, a <strong>Serra da Barriga</strong> abriga o <strong>Parque Memorial Quilombo dos Palmares</strong>. O territ&oacute;rio est&aacute; associado &agrave; hist&oacute;ria do <strong>Quilombo dos Palmares</strong>, uma das mais importantes experi&ecirc;ncias de resist&ecirc;ncia &agrave; escravid&atilde;o nas Am&eacute;ricas.</p>\n<p>O parque memorial foi implantado em 2007 e re&uacute;ne estruturas que representam aspectos da vida comunit&aacute;ria quilombola, al&eacute;m de recursos educativos sobre a hist&oacute;ria e a cultura afro-brasileira. A <strong>Serra da Barriga</strong> foi tombada pelo Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico Nacional (Iphan) em 1985.</p>\n<p>A inclus&atilde;o na rede internacional refor&ccedil;a o reconhecimento do territ&oacute;rio como espa&ccedil;o de mem&oacute;ria da resist&ecirc;ncia negra. Diferentemente do Cais do Valongo, associado diretamente ao desembarque de pessoas escravizadas, a Serra da Barriga representa a forma&ccedil;&atilde;o de comunidades que enfrentaram o sistema escravista.</p>\n<h3><strong>Rede internacional busca preservar a mem&oacute;ria hist&oacute;rica</strong></h3>\n<p>Criada em 2024, a rede da <strong>UNESCO</strong> integra o programa <strong>Rotas dos Povos Escravizados</strong>, lan&ccedil;ado em 1994 para ampliar a pesquisa, a transmiss&atilde;o da mem&oacute;ria e o di&aacute;logo intercultural sobre a escravid&atilde;o e o tr&aacute;fico de pessoas. A iniciativa permite que os locais participantes compartilhem experi&ecirc;ncias de conserva&ccedil;&atilde;o, desenvolvam atividades educativas e recebam apoio t&eacute;cnico para fortalecer suas a&ccedil;&otilde;es de preserva&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>O reconhecimento tamb&eacute;m tem potencial para ampliar a visibilidade dos locais e estimular atividades culturais e educativas com participa&ccedil;&atilde;o das comunidades. A <strong>UNESCO</strong> destaca a preserva&ccedil;&atilde;o desses espa&ccedil;os como instrumento de valoriza&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria coletiva, de di&aacute;logo entre culturas e de combate ao racismo e &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>A iniciativa, por&eacute;m, n&atilde;o equivale automaticamente a um tombamento nacional ou &agrave; concess&atilde;o do t&iacute;tulo de <strong>Patrim&ocirc;nio Mundial</strong>. Trata-se de uma ades&atilde;o a uma rede internacional de coopera&ccedil;&atilde;o, com per&iacute;odo de participa&ccedil;&atilde;o previsto de pelo menos cinco anos, renov&aacute;vel conforme as condi&ccedil;&otilde;es estabelecidas pela organiza&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>A entrada dos tr&ecirc;s locais amplia a representa&ccedil;&atilde;o brasileira na iniciativa e evidencia que a mem&oacute;ria da escravid&atilde;o n&atilde;o se restringe aos antigos pontos de desembarque. Ela tamb&eacute;m abrange formas de organiza&ccedil;&atilde;o social, solidariedade e resist&ecirc;ncia constru&iacute;das pela popula&ccedil;&atilde;o negra.</p>\n<p>Com informa&ccedil;&otilde;es da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Educa&ccedil;&atilde;o, a Ci&ecirc;ncia e a Cultura (UNESCO).<br>@unescobrasil @ocaisdovalongo @spd_sociedadeprotetora<br>#UNESCO #Ag&ecirc;nciaCidades #Mem&oacute;riaDaEscravid&atilde;o #Hist&oacute;riaDoBrasil #CaisDoValongo #SociedadeProtetoraDosDesvalidos #SerraDaBarriga #QuilomboDosPalmares #Patrim&ocirc;nioHist&oacute;rico #CulturaAfroBrasileira #Consci&ecirc;nciaNegra #CombateAoRacismo #Patrim&ocirc;nioMundial #Hist&oacute;riaEMem&oacute;ria</p>\n<p>Acesse a <strong><a href=\"https://www.unesco.org/en/network-places-history-memory\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rede de Lugares de Hist&oacute;ria e Mem&oacute;ria relacionados &agrave; Escravid&atilde;o e ao Tr&aacute;fico de Pessoas Escravizadas</a></strong></p>\n<p>&nbsp;</p>\n<p>&nbsp;</p>",
            "summary": "A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) incluiu três locais brasileiros na Rede de Lugares de História e Memória relacionados à Escravidão e ao Tráfico de Pesso...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/ee6b4bf5-85b1-4ef3-bb1e-91be0392505d/conversions/cais-do-valongo-foto-tomaz-silvaagencia-brasil-large.webp",
            "date_published": "2026-10-28T20:35:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Lavras cria recompensa por denúncias de lixo descartado irregularmente",
            "url": "https://www.agenciacidades.com.br/reportagens/2026/10/28/lavras-cria-recompensa-por-denuncias-de-lixo-descartado-irregularmente.html",
            "content_html": "<p>A Prefeitura de <strong>Lavras</strong>, no sul de Minas Gerais, instituiu um programa que prevê o pagamento de recompensa a cidadãos que denunciarem o <strong>descarte irregular de lixo</strong> em vias públicas, praças, parques e outros locais. Sancionada em 21 de outubro de 2026, a <strong>Lei Municipal nº 5.002/2026</strong> estabelece que o denunciante poderá receber <strong>20% do valor líquido da multa efetivamente arrecadada</strong>, desde que as informações fornecidas permitam identificar a infração e autuar o responsável. O pagamento deverá ocorrer em até 60 dias após o recolhimento da penalidade.</p>\r\n\r\n<p>A medida cria o <strong>Programa Municipal de Fiscalização Colaborativa de Resíduos Sólidos</strong>, incorporado à Lei nº 4.695, de 19 de abril de 2022. A proposta busca ampliar a participação da população na fiscalização do descarte de resíduos e contribuir para a identificação de infrações ambientais no município.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Para ter direito à recompensa, o cidadão deverá apresentar fotografia ou vídeo que permita identificar claramente a infração e o local onde ocorreu. A denúncia também precisará informar a data e o horário do registro, além dos dados de contato do denunciante para viabilizar o pagamento.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A premiação, entretanto, não será concedida apenas pelo envio de uma imagem. Conforme a legislação, o material deverá fornecer elementos que permitam a <strong>autuação do infrator e a aplicação da respectiva multa</strong>. O pagamento ao denunciante dependerá, ainda, de a penalidade ser efetivamente quitada.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Regulamentação definirá procedimentos</strong></p>\r\n\r\n<p>A lei permite que as denúncias sejam encaminhadas por <strong>aplicativo oficial </strong>do poder público municipal, <strong>plataforma eletrônica</strong> ou outros meios que sejam regulamentados. O texto também determina que a <strong>identidade do denunciante seja mantida em sigilo</strong> quando houver solicitação.</p>\r\n\r\n<p>O Executivo municipal poderá estabelecer regras complementares para o recebimento e a apuração das denúncias, a comprovação das infrações e a forma de pagamento das recompensas.</p>\r\n\r\n<p>A publicação da lei, por si só, não confirma que os canais de denúncia já estejam disponíveis nem informa quando o sistema começará a operar. Também não há, no documento, estimativa do número de denúncias esperado ou da arrecadação potencial com multas.</p>\r\n\r\n<p><strong>Projeto é de autoria de vereador</strong></p>\r\n\r\n<p>A norma teve origem no Projeto de Lei do Legislativo nº 25/2026, de autoria do vereador <strong>Ubirajara Cassiano Rocha</strong>, conhecido como <strong>Bira Rocha</strong>. O texto foi aprovado pela Câmara Municipal de Lavras e sancionado pela prefeita <strong>Jussara Menicucci de Oliveira</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A legislação estabelece um mecanismo de participação popular na <strong>fiscalização dos resíduos sólidos</strong>, vinculando a recompensa à comprovação da infração e à arrecadação da multa. O alcance da iniciativa dependerá da regulamentação dos procedimentos, da disponibilização de canais acessíveis e da capacidade do município de verificar as denúncias recebidas.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/retroescavadeira-new-holland-na-limpeza-do-terreno.jpg\" style=\"height:1254px; width:1254px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Conforme a legislação, a denúncia deverá fornecer elementos que permitam a autuação do infrator e a aplicação da respectiva multa, e o pagamento ao denunciante dependerá, ainda, de a penalidade ser efetivamente quitada (Prefeitura de Lavras/MG)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Polo regional de educação, pesquisa, serviços e produção de café</strong></p>\r\n\r\n<p><strong>Lavras</strong>, localizada na região do Campo das Vertentes, tinha <strong>104.761 habitantes</strong>, segundo o Censo Demográfico de 2022 do IBGE. O município ocupa uma área de aproximadamente 564,7 km² e se destaca como <strong>polo regional de educação, pesquisa e serviços</strong>, com presença da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Na economia, reúne atividades de comércio, serviços e agropecuária, com destaque para a <strong>produção de café</strong>. </p>\r\n\r\n<p>Dados de 2024 sobre saneamento indicam que cerca de 10,3% da população não tinha acesso à rede de abastecimento de água e 12,8% não contava com coleta de esgoto, desafios relevantes para a infraestrutura urbana e a gestão ambiental.</p>\r\n\r\n<p>A cidade fica a aproximadamente <strong>240 km de Belo Horizonte</strong> por rodovia, com viagem de carro estimada em 3h30. O percurso passa principalmente pelas rodovias BR-265 e BR-381 (Fernão Dias).</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Prefeitura e da Câmara Municipal de Lavras.<br />\r\n@prefeituramunicipaldelavras @jumenicucci @camaramunicipaldelavras @birarocha_<br />\r\n#AgênciaCidades #Lavras #MinasGerais #MeioAmbiente #DescarteIrregular #DescarteDeLixo #ResíduosSólidos #FiscalizaçãoAmbiental #GestãoPública #Sustentabilidade #Cidadania #LegislaçãoMunicipal #ServiçoPúblico #PolíticaAmbiental</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://sapl.lavras.mg.leg.br/media/sapl/public/normajuridica/2026/9279/lei_no_5.002_de_21_de_outubro_de_2026.pdf\" target=\"_blank\"><strong>Lei Municipal nº 5.002 (21/10/2026)</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "A Prefeitura de Lavras, no sul de Minas Gerais, instituiu um programa que prevê o pagamento de recompensa a cidadãos que denunciarem o descarte irregular de lixo em vias públicas, praças, parques e ou...",
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            "date_published": "2026-10-28T11:21:00+00:00",
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            "title": "Cataratas do Iguaçu registram maior vazão de 2026",
            "url": "https://www.agenciacidades.com.br/reportagens/2026/10/26/cataratas-do-iguacu-registram-maior-vazao-de-2026.html",
            "content_html": "<p>As <strong>Cataratas do Iguaçu</strong>, em <strong>Foz do Iguaçu, no Paraná</strong>, atingiram uma vazão de <strong>17,7 milhões de litros de água por segundo</strong> na madrugada desta segunda-feira (26), o maior volume registrado em 2026 até o momento. O fluxo chegou a quase <strong>12 vezes a média habitual,</strong> de <strong>1,5 milhão de litros por segundo</strong>, após chuvas intensas na bacia do <strong>Rio Iguaçu</strong>. Apesar da cheia, o <strong>Parque Nacional do Iguaçu</strong> permanece aberto, com restrições preventivas em áreas próximas às quedas e aos rios.</p>\r\n\r\n<p>Às 7h, a vazão registrada era de <strong>16,8 milhões de litros por segundo</strong>, segundo publicação da concessionária responsável pela visitação turística. A medição posterior demonstra que o volume variou ao longo da manhã. Os números correspondem a <strong>16.800 e 17.700 metros cúbicos por segundo</strong>, respectivamente.</p>\r\n\r\n<p>A elevação do nível do rio levou à interdição preventiva da <strong>Passarela das Cataratas</strong>, estrutura que permite aos visitantes chegar mais perto das quedas. Também estão temporariamente fechados os caminhos do <strong>Poço Preto</strong> e das <strong>Bananeiras</strong>, conforme comunicado divulgado no perfil oficial das Cataratas. A reabertura dependerá de avaliação das condições do rio e da segurança para circulação.</p>\r\n\r\n<p>A <strong>Trilha das Cataratas</strong> e seus mirantes continuam abertos, permitindo observar as quedas a partir dos trechos liberados. As equipes da concessionária <strong>Urbia+Cataratas</strong> e do <strong>Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)</strong> acompanham a vazão e as condições de visitação.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Vazão elevada não é recorde histórico</strong></p>\r\n\r\n<p>Embora seja o maior volume registrado em 2026 até o momento, a vazão desta segunda-feira não representa o recorde histórico das Cataratas. Em 9 de junho de 2014, o fluxo chegou a aproximadamente <strong>46,3 milhões de litros por segundo</strong>, mais de duas vezes e meia o pico registrado nesta segunda-feira.</p>\r\n\r\n<p>O aumento atual está associado às chuvas acumuladas na bacia hidrográfica do Rio Iguaçu, que atravessa o estado do Paraná antes de chegar à fronteira entre Brasil e Argentina. A quantidade de água que passa pelas quedas depende das condições de chuva e do volume transportado pelo rio a montante.</p>\r\n\r\n<p>As Cataratas estão localizadas no <strong>Parque Nacional do Iguaçu</strong>, unidade de conservação brasileira reconhecida como <strong>Patrimônio Mundial Natural pela Unesco</strong>. O conjunto de quedas também integra uma das principais atrações turísticas de <strong>Foz do Iguaçu</strong>, município da região oeste paranaense situado na fronteira com <strong>Argentina </strong>e<strong> Paraguai</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A administração do parque recomenda que os visitantes respeitem as interdições e acompanhem os canais oficiais antes de se deslocar, pois as condições de acesso podem mudar conforme o nível do rio.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/whatsapp-image-2026-10-13-at-133616.jpeg\" style=\"height:720px; width:1280px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Quando a vazão do Rio Iguaçu ultrapassa 8,5 milhões de litros por segundo e apresenta tendência de alta, a passarela é interditada (Parque Nacional do Iguaçu)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Por que a passarela das Cataratas do Iguaçu é interditada durante as cheias?</strong></p>\r\n\r\n<p>O fechamento é uma medida preventiva de segurança. Quando a vazão do <strong>Rio Iguaçu </strong>ultrapassa <strong>8,5 milhões de litros por segundo</strong> e apresenta tendência de alta, a passarela é interditada. Se o volume fica entre <strong>9 milhões </strong>e <strong>12 milhões de litros por segundo</strong>, com previsão de aumento, as grades são retiradas para permitir a passagem da água.</p>\r\n\r\n<p>A reabertura depende da redução da vazão, de uma avaliação técnica e da autorização de um engenheiro especializado. Enquanto isso, a visitação pode continuar em áreas liberadas, como a Trilha das Cataratas, conforme as condições de segurança.</p>\r\n\r\n<p>O protocolo protege visitantes, trabalhadores e a própria estrutura diante da força da água.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Parque Nacional do Iguaçu.<br />\r\n@cataratasdoiguacu @parquenacionaldoiguacu<br />\r\n#CataratasDoIguaçu #ParqueNacionalDoIguaçu #FozDoIguaçu #Paraná #RioIguaçu #VazãoDoRio #Cheia #TurismoNoParaná #MeioAmbiente #ICMBio #UrbiaCataratas #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://cataratasdoiguacu.com.br/\" target=\"_blank\"><strong>Parque Nacional do Iguaçu.</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Assista ao vídeo <strong>‘HISTÓRICO: Cataratas do Iguaçu com maior volume do ano!’</strong><br />\r\n </p>\r\n\r\n<div data-oembed-url=\"https://www.instagram.com/p/De9HkT-xfrO/\">\r\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-permalink=\"https://www.instagram.com/reel/De9HkT-xfrO/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; 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            "summary": "As Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Paraná, atingiram uma vazão de 17,7 milhões de litros de água por segundo na madrugada desta segunda-feira (26), o maior volume registrado em 2026 até o mo...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/26b0f071-62ad-41ae-a82e-c535adc4e6ad/conversions/whatsapp-image-2026-10-14-at-160130-1-large.webp",
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            "title": "Brasil elege presidente, 6 governadores e 7 prefeitos, além de mudanças territoriais em 6 municípios",
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            "content_html": "<p><strong>Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</strong> foi reeleito presidente da República neste domingo (25), ao receber <strong>64.256.232 votos</strong>, equivalentes a <strong>51,79%</strong> dos votos válidos, contra 59.826.041 votos (48,21%) de Flávio Bolsonaro (PL). O resultado do segundo turno das <strong>Eleições 2026</strong> foi anunciado pelo presidente do <strong>Tribunal Superior Eleitoral (TSE)</strong>, ministro Kassio Nunes Marques, em balanço divulgado na madrugada desta segunda-feira (26). A votação mobilizou aproximadamente <strong>128,2 milhões de eleitores</strong> e teve <strong>abstenção estimada em 19,2%</strong>, segundo a Justiça Eleitoral.</p>\r\n\r\n<p>A diferença entre os candidatos foi de <strong>4.430.191 votos</strong>, ou <strong>3,58 pontos percentuais</strong> dos votos válidos. Embora o comparecimento tenha sido maior proporcionalmente que no primeiro turno, quando a abstenção chegou a 21,08%, cerca de um em cada cinco eleitores aptos não compareceu às urnas.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Seis governadores são eleitos no segundo turno</strong></p>\r\n\r\n<p>O segundo turno das <strong>Eleições 2026</strong> definiu seis governadores no <strong>Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins </strong>e<strong> Distrito Federal</strong>. Entre os eleitos, Mailza Assis (PP), no <strong>Acre</strong>, e Celina Leão (PP), no <strong>Distrito Federal</strong>, já ocupavam os cargos de governadoras desde abril, após a renúncia dos antecessores. Ambas foram eleitas para um mandato próprio, enquanto os outros quatro vencedores assumirão os governos estaduais em janeiro de 2027.</p>\r\n\r\n<p>No <strong>Acre</strong>, Mailza Assis venceu com 66,21% dos votos válidos. No <strong>Amazonas</strong>, Omar Aziz (PSD) foi eleito com 61,42%. No <strong>Tocantins</strong>, Vicentinho Júnior (PSDB) obteve 64,52%. No <strong>Distrito Federal</strong>, Celina Leão alcançou 57,18%, enquanto, no <strong>Espírito Santo</strong>, Lorenzo Pazolini (Republicanos) venceu com 52,17%.</p>\r\n\r\n<p>A disputa mais apertada ocorreu no <strong>Rio Grande do Norte, </strong>em que Cadu de Lula (PT) recebeu 50,77% dos votos válidos, contra 49,23% de Allyson Silva (União Brasil), uma diferença de apenas 1,54 ponto percentual.</p>\r\n\r\n<p>Os resultados refletem diferentes cenários políticos regionais e definem os responsáveis pela administração estadual pelos próximos quatro anos. Os novos governos terão pela frente desafios relacionados à gestão fiscal, à prestação de serviços públicos, à infraestrutura e ao desenvolvimento econômico de suas respectivas regiões.</p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em><strong>Governadores eleitos e votação:</strong></em></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li>\r\n\t<p style=\"margin-left:40px\"><span style=\"color:#2980b9\"><em><strong>Acre: Mailza Assis (PP) — 66,21%.</strong></em></span></p>\r\n\t</li>\r\n\t<li>\r\n\t<p style=\"margin-left:40px\"><span style=\"color:#2980b9\"><em><strong>Amazonas: Omar Aziz (PSD) — 61,42%.</strong></em></span></p>\r\n\t</li>\r\n\t<li>\r\n\t<p style=\"margin-left:40px\"><span style=\"color:#2980b9\"><em><strong>Distrito Federal: Celina Leão (PP) — 57,18%.</strong></em></span></p>\r\n\t</li>\r\n\t<li>\r\n\t<p style=\"margin-left:40px\"><span style=\"color:#2980b9\"><em><strong>Espírito Santo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) — 52,17%.</strong></em></span></p>\r\n\t</li>\r\n\t<li>\r\n\t<p style=\"margin-left:40px\"><span style=\"color:#2980b9\"><em><strong>Rio Grande do Norte: Cadu de Lula (PT) — 50,77%.</strong></em></span></p>\r\n\t</li>\r\n\t<li>\r\n\t<p style=\"margin-left:40px\"><span style=\"color:#2980b9\"><em><strong>Tocantins: Vicentinho Júnior (PSDB) — 64,52%.</strong></em></span></p>\r\n\t</li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p><strong>Sete cidades elegeram prefeitos e vice-prefeitos</strong></p>\r\n\r\n<p>O domingo também teve eleições suplementares em sete municípios de cinco estados: <strong>Goiatins (TO), Itaguaí (RJ), Narandiba, Martinópolis </strong>e<strong> Macedônia (SP)</strong>,<strong> Santana do Itararé (PR) </strong>e<strong> Arroio do Sal (RS)</strong>.</p>\r\n\r\n<p>As novas votações foram determinadas pela Justiça Eleitoral após situações que levaram à perda de mandatos ou à invalidação de candidaturas e resultados anteriores, incluindo indeferimentos de registros e cassações.</p>\r\n\r\n<p>Em <strong>Goiatins</strong>, Max Luz (Solidariedade) foi eleito com 3.863 votos, correspondentes a 52,85% dos votos válidos. Em <strong>Itaguaí</strong>, Haroldinho Jesus (PDT) recebeu 58.054 votos, ou 77,47%. A candidatura de Kelaine Goulart (Novo), segunda colocada, permanecia sob análise judicial.</p>\r\n\r\n<p>Em <strong>Narandiba</strong>, Claudião Damacena (União) recebeu 56,90% dos votos, mas a definição do resultado dependia de decisão sobre sua candidatura, também sob análise da Justiça. Em <strong>Martinópolis</strong>, Beto Leite (União) venceu com 59,09%; em <strong>Macedônia</strong>, Vado (PSD) obteve 57,54%; em <strong>Santana do Itararé</strong>, Zé Izac (PT) recebeu 54,32%; e, em <strong>Arroio do Sal</strong>, Felipe Valim (MDB) venceu com 62,96%.</p>\r\n\r\n<p>Os casos mostram que as decisões judiciais podem exigir a realização de novas eleições municipais, com impacto direto na escolha dos representantes locais. A situação de cada eleito ou candidato deve ser acompanhada conforme a conclusão dos processos aplicáveis.</p>\r\n\r\n<p><strong>Seis municípios aprovam mudanças territoriais</strong></p>\r\n\r\n<p>Além da eleição presidencial, eleitores de seis municípios de <strong>Mato Grosso </strong>e do<strong> Paraná</strong> aprovaram três propostas de reorganização territorial em plebiscitos realizados no mesmo dia.</p>\r\n\r\n<p>Em <strong>Mato Grosso</strong>, moradores de <strong>Primavera do Leste </strong>e <strong>Poxoréu</strong> votaram sobre a transferência do distrito de <strong>Nova Poxoréu </strong>para<strong> Primavera do Leste</strong>. A proposta recebeu 74,6% de apoio entre 55.706 votos registrados.</p>\r\n\r\n<p>Outra consulta envolveu <strong>Cotriguaçu </strong>e<strong> Colniza</strong>, com a proposta de transferir as chamadas Ilhas de Ocupação do Projeto de Assentamento <strong>Nova Cotriguaçu </strong>para<strong> Cotriguaçu</strong>. Foram registrados 20.462 votos, dos quais 86,6% favoráveis.</p>\r\n\r\n<p>No <strong>Paraná</strong>, eleitores de <strong>Chopinzinho </strong>e<strong> São João</strong> decidiram sobre a transferência da <strong>Comunidade do Alto Mirim </strong>para<strong> São João</strong>. A proposta recebeu 86,9% de apoio entre 21.252 participantes.</p>\r\n\r\n<p>Os plebiscitos permitem que a população se manifeste diretamente sobre mudanças territoriais antes de sua implementação. A reorganização pode repercutir no planejamento municipal, na prestação de serviços e na administração das áreas envolvidas. A conclusão dos procedimentos, porém, depende da consolidação e da homologação dos resultados pelas autoridades eleitorais competentes.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Votação mobilizou quase meio milhão de urnas</strong></p>\r\n\r\n<p>De acordo com o TSE, foram utilizadas 499.248 urnas eletrônicas no segundo turno. Desse total, 1.551 precisaram ser substituídas, o equivalente a 0,31% dos equipamentos empregados na votação.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O tribunal também informou que havia mais de 158 milhões de eleitores aptos a votar e foram disponibilizados mais de 95 mil locais de votação em todo o país. A estrutura buscou facilitar o acesso às seções eleitorais e reduzir os deslocamentos dos cidadãos.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Outro ponto do balanço foi a oferta de <strong>transporte coletivo gratuito</strong> nos dias de votação, conforme parâmetros estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e regulamentação da Justiça Eleitoral. O TSE informou que os tribunais regionais eleitorais foram orientados a fiscalizar a prestação do serviço.</p>\r\n\r\n<p><strong>Prorrogação do horário afetou procedimentos de apuração</strong></p>\r\n\r\n<p>A votação também foi marcada por uma decisão liminar do STF que determinou a continuidade do pleito até as <strong>19h</strong>, no horário de Brasília, nos locais em que as seções ainda não haviam encerrado os trabalhos às <strong>17h</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Em comunicado publicado no domingo, o TSE informou que a votação continuaria somente nos locais abrangidos pela decisão e que o recebimento dos boletins de urna, a totalização e a divulgação dos resultados seriam retomadas após as 19h.</p>\r\n\r\n<p>No balanço posterior, Kassio Nunes Marques afirmou que a decisão, comunicada após o horário inicialmente previsto para o encerramento, exigiu adaptações nos sistemas e nas rotinas de apuração. Segundo o ministro, <strong>milhares de urnas já haviam sido encerradas e não poderiam ser reabertas</strong>, o que levou à suspensão temporária do recebimento de boletins e ao acúmulo de arquivos pendentes de processamento.</p>\r\n\r\n<p>O episódio levantou questões sobre a coordenação entre os órgãos envolvidos e a capacidade de adaptação dos procedimentos eleitorais a decisões judiciais de última hora. Para avaliar os efeitos da medida, ainda é necessário examinar os locais alcançados pela prorrogação, os fundamentos da decisão e os registros operacionais correspondentes.</p>\r\n\r\n<p><strong>Representantes de 46 países acompanharam a votação</strong></p>\r\n\r\n<p>O segundo turno também foi acompanhado por <strong>49 participantes de 46 países</strong>, reunidos no <strong>Programa de Convidados Internacionais da Justiça Eleitoral</strong>, em Brasília.</p>\r\n\r\n<p>A programação incluiu visitas a seções eleitorais, apresentação do <strong>Teste de Integridade</strong> — procedimento que compara votos registrados em cédulas de papel com os contabilizados pelas urnas eletrônicas — e acompanhamento da <strong>totalização dos resultados na sede do TSE</strong>.</p>\r\n\r\n<p>No sábado (24), os convidados participaram de um seminário sobre o funcionamento da votação e os desafios para as próximas eleições. Entre os temas discutidos estavam o <strong>combate à desinformação</strong> e a <strong>ampliação da participação feminina na política</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A presença internacional permite que autoridades estrangeiras conheçam os procedimentos brasileiros, mas não deve ser interpretada, isoladamente, como certificação independente de todo o processo. A notícia do TSE não apresenta uma lista completa dos países representados nem um relatório final de avaliação das missões.</p>\r\n\r\n<p>No balanço final, o tribunal também informou ter recebido <strong>2.265 processos</strong> relacionados às eleições, incluindo <strong>827 representações e 446 pedidos de direito de resposta</strong>. Os números demonstram o volume de demandas judiciais associado ao pleito e indicam que a administração eleitoral envolve, além da votação e da apuração, a análise de disputas jurídicas e o cumprimento das regras eleitorais.</p>\r\n\r\n<p>Os resultados do segundo turno, as consultas territoriais e as eleições suplementares compõem um quadro que vai além da escolha presidencial: envolvem participação eleitoral, funcionamento institucional, administração municipal e mecanismos de controle e fiscalização do processo democrático.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).<br />\r\n@lulaoficial @flaviobolsonaro @ptbrasil @plnacional<br />\r\n#Eleições2026 #Lula #FlávioBolsonaro #SegundoTurno #TSE #JustiçaEleitoral #UrnaEletrônica #Democracia #AbstençãoEleitoral #EleiçõesSuplementares #Plebiscito #MatoGrosso #Paraná #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://resultados.tse.jus.br/oficial/app/index.html#/eleicao/6258/uf/br/cargo/1/vis/nominal/resultados\" target=\"_blank\"><strong>Divulgação dos resultados das Eleições 2026</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), ao receber 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos, contra 59.826.041 votos (48,21%) de Flávio...",
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            "date_published": "2026-10-26T14:17:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-28T12:25:36+00:00",
            "authors": [
                {
                    "name": "Wilson Lopes"
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            "title": "Apenas 5% das crianças completaram vacinação contra covid-19",
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            "content_html": "<p><strong>Apenas 5% das crianças pequenas no Brasil completaram o esquema de três doses da vacina contra a covid-19</strong>, enquanto a doença provocou <strong>25 mortes de crianças e adolescentes</strong> e mais de 1,1 mil internações de menores de 14 anos por quadros respiratórios graves em <strong>2026</strong>. </p>\r\n\r\n<p>Os dados foram divulgados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, em reportagem publicada pela Agência Brasil (23/10).</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A baixa cobertura ocorre apesar da disponibilidade de doses e das evidências de proteção dos imunizantes contra as formas graves da doença.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Desde 2024, a <strong>vacina contra a covid-19 integra o calendário básico de vacinação infantil</strong>, com doses previstas aos <strong>6, 7 e 9 meses de idade</strong>. O esquema pode ser atualizado até os 4 anos, 11 meses e 29 dias, conforme as orientações do Ministério da Saúde. Entre as 25 mortes registradas em 2026, 15 foram de crianças <strong>menores de 2 anos</strong>, faixa etária particularmente vulnerável às complicações de infecções respiratórias.</p>\r\n\r\n<p>O diretor do PNI, Eder Gatti, atribui a baixa adesão, em parte, à <strong>desinformação sobre vacinas</strong>, disseminada durante a pandemia. Segundo ele, o país mantém estoques e contratos para assegurar o abastecimento dos imunizantes.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A dificuldade, portanto, não se limita à oferta de doses: envolve também a decisão das famílias de procurar os serviços de saúde e completar o esquema recomendado.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Estudo aponta redução de 97% nos casos graves</strong></p>\r\n\r\n<p>Uma pesquisa da <strong>Universidade de São Paulo (USP)</strong>, baseada em dados de <strong>24 cidades brasileiras</strong>, identificou <strong>redução de 97% nos casos graves de covid-19 em crianças associada à vacinação</strong>. O resultado reforça a importância da imunização, embora a matéria não apresente detalhes suficientes sobre o desenho do estudo, o período analisado e os intervalos de confiança para avaliar integralmente a magnitude do efeito.</p>\r\n\r\n<p>Durante os principais anos da pandemia, entre 2020 e 2022, mais de <strong>23 mil crianças de até 11 anos</strong> desenvolveram <strong>Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)</strong> associada à covid-19, e <strong>1.067 morreram</strong>. Outra complicação é a <strong>Síndrome Inflamatória Multissistêmica</strong>, reação inflamatória que pode afetar diferentes órgãos. Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 2.115 casos dessa síndrome em crianças e adolescentes, com <strong>142 mortes</strong>.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Os dados históricos mostram que a covid-19 não representa apenas um risco para adultos e idosos. Embora a gravidade varie conforme a idade e as condições individuais de saúde, crianças também podem desenvolver complicações e necessitar de hospitalização.</strong></span></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/001-prefeitura-de-fortaleza.jpg\" style=\"height:815px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Desde 2024, a vacina contra a covid-19 integra o calendário básico de vacinação infantil, com doses previstas aos 6, 7 e 9 meses de idade (Prefeitura Fortaleza/CE)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Medo de reações e desconfiança estão entre os motivos</strong></p>\r\n\r\n<p>Uma pesquisa do <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>, realizada em 2023, identificou que <strong>15% das crianças e adolescentes</strong> de 5 a 17 anos <strong>não haviam recebido a vacina contra a covid-19</strong>. Entre os responsáveis que justificaram a decisão, quase <strong>40% citaram medo de reações adversas ou de injeções, 22% consideraram a vacinação desnecessária e 18% disseram não confiar no imunizante</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Esses percentuais ajudam a dimensionar as barreiras à vacinação, mas exigem uma distinção: os dados se referem a uma pesquisa realizada em 2023 e a uma faixa etária específica. Portanto, não devem ser apresentados como retrato automático dos motivos de todos os responsáveis que deixam de vacinar crianças em 2026.</p>\r\n\r\n<p>O Ministério da Saúde afirma que as vacinas passam por etapas de avaliação antes da autorização e continuam sob monitoramento após sua aplicação. De acordo com a reportagem, <strong>mais de 6 milhões de doses foram aplicadas em crianças durante a pandemia sem registro de óbito atribuído à vacinação</strong>. Entre as reações notificadas, 92% foram consideradas leves e esperadas, como febre e dor no local da aplicação.</p>\r\n\r\n<p>A ausência de óbitos registrados como atribuídos à vacina não significa que nenhum evento adverso possa ocorrer. O dado deve ser interpretado no contexto da vigilância de segurança, que investiga suspeitas e avalia a relação entre a aplicação e os eventos relatados.</p>\r\n\r\n<p><strong>Estoques, desperdício e desafios do programa</strong></p>\r\n\r\n<p>A baixa procura também traz consequências operacionais para o <strong>Sistema Único de Saúde (SUS)</strong>. Segundo o diretor do PNI, os frascos do imunizante infantil precisam ser mantidos congelados e, após descongelados, têm prazo de validade de dez semanas. Se as doses não forem utilizadas nesse intervalo, precisam ser descartadas.</p>\r\n\r\n<p>Esse mecanismo torna o planejamento da vacinação especialmente importante: os municípios precisam organizar a procura, a distribuição e a aplicação para reduzir perdas e ampliar o acesso. A reportagem, porém, não apresenta um balanço nacional consolidado do volume de doses descartadas por baixa demanda.</p>\r\n\r\n<p>O PNI também registrou avanços em outras vacinas infantis. <strong>Em 2022, 12 das 16 vacinas oferecidas no primeiro ano de vida apresentavam cobertura inferior a 80%</strong>. Em 2025, sete imunizantes superaram 90% de cobertura, conforme os dados apresentados na reportagem. O resultado indica que a recuperação da vacinação infantil não ocorre de maneira uniforme entre os diferentes imunizantes.</p>\r\n\r\n<p>Para ampliar a proteção contra a covid-19, o desafio é combinar disponibilidade de doses, informação confiável, orientação dos profissionais de saúde e acesso aos serviços de vacinação. A recomendação é que os responsáveis consultem a caderneta da criança e procurem uma unidade de saúde para verificar se o esquema está atualizado.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.<br />\r\n@minsaudebr @usp.oficial @ibgeoficial @anvisaoficial @sbim_nacional<br />\r\n#Covid19 #VacinaçãoInfantil #VacinaContraCovid #SaúdePública #MinistérioDaSaúde #ProgramaNacionalDeImunizações #PNI #Imunização #Vacinas #Desinformação #SaúdeInfantil #SUS #Brasil #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse a pesquisa <a href=\"https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0264410X26009059#s0035\" target=\"_blank\"><strong>‘Effectiveness of COVID-19 vaccination schedules against severe COVID-19 in children aged 6 months to 4 years in Brazil: A population-based cohort study (2023–2024)’</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Apenas 5% das crianças pequenas no Brasil completaram o esquema de três doses da vacina contra a covid-19, enquanto a doença provocou 25 mortes de crianças e adolescentes e mais de 1,1 mil internações...",
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            "title": "Estudo da USP aponta como reduzir custos em 60% e multiplicar benefícios ambientais dos parques",
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            "content_html": "<p>Uma pesquisa conduzida por cientistas da <strong>Universidade de São Paulo (USP)</strong> identificou estratégias de planejamento capazes de ampliar em até <strong>cinco vezes a oferta de benefícios ambientais dos parques urbanos</strong>, em comparação com um cenário de seleção orientada pelo menor custo. </p>\r\n\r\n<p>O estudo, publicado em abril de 2026 na revista científica <em><strong>Urban Forestry & Urban Greening</strong></em>, analisou <strong>211 projetos de parques propostos para São Paulo</strong> e concluiu que a escolha dos locais deve considerar, além das despesas de implantação, os efeitos sobre o clima, a absorção da água da chuva e as oportunidades de recreação.</p>\r\n\r\n<p>Os pesquisadores também identificaram um cenário em que a estratégia baseada na relação entre custos e benefícios reduziu as despesas em <strong>60% em comparação com uma seleção aleatória de projetos</strong>. Os percentuais resultam de simulações matemáticas e não representam economias já realizadas pela prefeitura nem garantem os mesmos resultados em outras cidades. </p>\r\n\r\n<p>O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores do <strong>Instituto de Biociências da USP</strong>, com participação de técnicos da <strong>Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo (SVMA)</strong>. A pesquisa integrou informações sobre os benefícios potenciais de cada parque e estimativas de custos para ajudar gestores públicos a definir quais projetos devem receber prioridade quando os recursos financeiros são limitados.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Parques podem ajudar a enfrentar calor e alagamentos</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A ferramenta considera três serviços ecossistêmicos, expressão utilizada para designar os benefícios que a natureza proporciona à população. O primeiro é a regulação climática, associada à sombra das árvores, à evapotranspiração e à redução do calor em áreas urbanas. O segundo é a infiltração de água no solo, que pode contribuir para diminuir o escoamento superficial e os riscos de alagamentos. O terceiro é a recreação, que abrange as possibilidades de lazer e convivência oferecidas pelos espaços verdes.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>O modelo não avalia apenas a capacidade de um parque de oferecer esses benefícios. Também considera onde eles são necessários e como podem chegar à população. Uma área verde pode apresentar grande potencial ambiental, por exemplo, mas estar distante de bairros que concentram moradores expostos ao calor ou com poucas opções de lazer.</p>\r\n\r\n<p>Por isso, a análise integra três dimensões: <strong>oferta, demanda e fluxo dos serviços</strong>. A oferta corresponde à capacidade de um espaço de proporcionar determinado benefício; a demanda indica onde ele é necessário; e o fluxo considera a ligação entre o local que produz o benefício e as pessoas que podem usufruir dele.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Custos vão além da construção</strong></p>\r\n\r\n<p>A avaliação econômica dos <strong>211 projetos</strong> levou em conta três componentes: <strong>desapropriação dos terrenos</strong>, implantação dos parques e manutenção. A inclusão dessas despesas permite comparar projetos que podem apresentar benefícios ambientais semelhantes, mas exigir investimentos diferentes ao longo do tempo.</p>\r\n\r\n<p>A abordagem também permite simular prioridades distintas. Se o objetivo de uma administração for melhorar o <strong>conforto térmico</strong>, por exemplo, o modelo pode identificar os projetos com maior potencial para contribuir com esse resultado dentro de determinado orçamento. Outras simulações podem atribuir pesos diferentes à <strong>infiltração de água </strong>e à<strong> recreação</strong>.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Os resultados mostram que privilegiar apenas o menor custo não é necessariamente a melhor forma de utilizar o dinheiro público. Segundo o artigo científico, a estratégia de priorização baseada na relação custo-benefício apresentou maior oferta de serviços ecossistêmicos do que o cenário de custo mínimo.</strong></span></p>\r\n\r\n<p><strong>Distribuição das áreas verdes é um desafio</strong></p>\r\n\r\n<p><strong>São Paulo</strong>, a cidade mais populosa do Brasil, reúne cerca de <strong>11,5 milhões de habitantes</strong>, segundo a referência populacional utilizada no estudo, baseada no Censo de 2022. Apesar da presença de vegetação em parte significativa do território, a <strong>distribuição das áreas verdes é desigual</strong>, o que torna relevante avaliar não apenas a quantidade de parques, mas também sua <strong>localização</strong> e a <strong>população atendida</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A pesquisa aponta que uma estratégia de planejamento para toda a cidade pode proporcionar mais benefícios e melhor relação entre custos e resultados do que a divisão das decisões por regiões isoladas. A conclusão reforça a importância de considerar o <strong>conjunto do território municipal</strong>, em vez de analisar cada área de forma independente. </p>\r\n\r\n<p>Esse planejamento tem implicações para cidades brasileiras que enfrentam<strong> ondas de calor, enchentes </strong>e<strong> desigualdade no acesso a espaços públicos</strong>. A combinação de dados ambientais, demográficos e econômicos pode ajudar governos a identificar onde novos parques teriam maior potencial de atender às necessidades da população.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/20260901-parques-mapa.jpg\" style=\"height:1440px; width:1251px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Mapas da oferta, demanda e provisão total de serviços ecossistêmicos dos 211 parques analisados; dados proporcionam quantificação dos custos, benefícios e provisões ecossistêmicas (clique para ampliar) – Imagem: Reprodução do artigo/Tradução: Jornal da USP</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Método pode ser adaptado a outras cidades</strong></p>\r\n\r\n<p>O estudo apresenta um modelo de <strong>otimização espacial</strong> baseado em <strong>programação linear</strong>, técnica matemática usada para selecionar combinações de projetos de acordo com objetivos e restrições, como o orçamento disponível. A metodologia foi concebida para ser <strong>transparente e adaptável</strong> a outros contextos urbanos, desde que existam dados adequados sobre os terrenos, os custos e os benefícios esperados.</p>\r\n\r\n<p>A ferramenta, porém, não substitui decisões de política urbana nem comprova, por si só, os resultados futuros de cada parque. As estimativas dependem dos dados e dos critérios adotados nas simulações. A implementação efetiva também exige decisões sobre aquisição de terrenos, financiamento, manutenção e distribuição territorial dos investimentos.</p>\r\n\r\n<p>Publicado na revista <em><strong>Urban Forestry & Urban Greening</strong></em>, o artigo <em><strong>Integrating ecosystem services and optimization analyses to prioritize green spaces implementation in a Global South megacity</strong></em> apresenta a metodologia e os cenários avaliados. A pesquisa integra as iniciativas de produção científica do programa Biota Síntese, voltado à geração de conhecimento para apoiar políticas públicas e soluções baseadas na natureza.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Urban Forestry & Urban Greening e Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.<br />\r\n@usp.oficial @jornaldausp.oficial @cienciausp @biocienciasusp @agenciafapesp @svmasp</p>\r\n\r\n<p>#AgenciaCidades #SãoPaulo #USP #PesquisaCientífica #ParquesUrbanos #ÁreasVerdes #PlanejamentoUrbano #MudançasClimáticas #IlhasDeCalor #PrevençãoDeEnchentes #Sustentabilidade #ServiçosEcossistêmicos #MeioAmbiente #GestãoPública #CidadesSustentáveis #ciencia #usp #urbanismo #parques</p>\r\n\r\n<p>Acesse o artigo <a href=\"https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1618866726000543?via%3Dihub\" target=\"_blank\"><strong>‘Integrating ecosystem services and optimization analyses to prioritize green spaces implementation in a Global South megacity’</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n",
            "summary": "Uma pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) identificou estratégias de planejamento capazes de ampliar em até cinco vezes a oferta de benefícios ambientais dos parques urb...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/db534e25-aa5e-4076-9b1b-b761d247fb43/conversions/20260726-46festacerejeiras-lr-13-large.webp",
            "date_published": "2026-10-26T12:33:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Lixo eletrônico? Descarte gratuitamente nos Correios",
            "url": "https://www.agenciacidades.com.br/reportagens/2026/10/24/lixo-eletronico-descarte-gratuitamente-nos-correios.html",
            "content_html": "<p>Os <strong>Correios</strong> passaram a receber gratuitamente <strong>lixo eletrônico em 6.868 agências</strong> participantes do <strong>‘Balcão do Cidadão’</strong>. A iniciativa, lançada em 14 de outubro de 2026 em parceria com a <strong>Circular Brain</strong>, permite que consumidores encaminhem <strong>celulares, notebooks, tablets, fones de ouvido, cabos e outros equipamentos de pequeno porte para destinação ambientalmente adequada</strong>, sem necessidade de agendamento prévio. O serviço busca ampliar o acesso à coleta de resíduos eletrônicos no país, onde são geradas cerca de <strong>2,4 milhões de toneladas</strong> desse material por ano.</p>\r\n\r\n<p>Cada remessa pode pesar até <strong>30 quilos</strong>. Para utilizar o serviço, o consumidor deve levar os equipamentos acondicionados em uma <strong>caixa aberta</strong> a uma agência participante. O atendente confere o conteúdo e fecha a embalagem. O procedimento inclui o registro dos dados do remetente e a emissão de um comprovante de envio.</p>\r\n\r\n<p>A modalidade <strong>não recebe pilhas, baterias e lâmpadas</strong>. Antes de se deslocar, o consumidor deve consultar as orientações da rede para verificar os critérios de aceitação e a disponibilidade do serviço.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Equipamentos são encaminhados à reciclagem</strong></p>\r\n\r\n<p>Após a postagem, os materiais são direcionados à <strong>Rede Circulare</strong>, operada pela <strong>Circular Brain</strong>, que encaminha os resíduos a recicladores homologados. Segundo os Correios, o processo é rastreado até a destinação final.</p>\r\n\r\n<p>A <strong>Circular Brain</strong> informa que sua rede reúne mais de <strong>17 mil pontos de coleta </strong>em mais de <strong>5.500 municípios</strong>, além de parcerias com mais de <strong>65 recicladores</strong> cadastrados. Essa estrutura abrange diferentes modalidades de logística reversa e não deve ser confundida com a rede específica de agências dos Correios participantes do novo serviço.</p>\r\n\r\n<p>A empresa também informou ter processado <strong>83 mil toneladas de resíduos eletroeletrônicos</strong> em 2025. O número se refere à operação da <strong>Rede Circulare</strong>, não ao total de equipamentos reciclados no Brasil.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/card-04-itens-visual-819x1024.png\" style=\"height:1024px; width:819px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Brasil gera 2,4 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos por ano, mas apenas 3% são formalmente coletados</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Apenas 3% do lixo eletrônico têm coleta formal</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A ampliação do serviço ocorre em um cenário de baixa coleta formal de resíduos eletrônicos. Dados de 2022 da <em>Global E-waste Statistics Partnership</em> indicam que o Brasil gera cerca de 2,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano, das quais apenas 3% são formalmente coletadas.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Aplicado ao volume estimado, o percentual equivale a aproximadamente <strong>72 mil toneladas</strong>. O cálculo não significa que todo o restante seja descartado irregularmente: parte dos equipamentos pode permanecer armazenada, ser reutilizada ou seguir fluxos de destinação não contabilizados na coleta formal.</p>\r\n\r\n<p>O descarte inadequado pode provocar <strong>contaminação ambiental</strong>, enquanto a recuperação de materiais como <strong>metais, plásticos </strong>e<strong> vidros</strong> permite reaproveitar recursos na fabricação de novos produtos. A destinação correta também reduz a necessidade de extração de matérias-primas.</p>\r\n\r\n<p><strong>Logística reversa envolve empresas e consumidores</strong></p>\r\n\r\n<p>A <strong>logística reversa</strong> é o sistema que permite o retorno de produtos após o uso para reaproveitamento ou destinação ambientalmente adequada. No Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/2010, e o Decreto nº 10.240/2020 estabelecem regras para esse processo no setor de eletroeletrônicos de uso doméstico.</p>\r\n\r\n<p>O sistema envolve fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes na estruturação dos mecanismos de recebimento e destinação dos produtos descartados. A participação dos consumidores, por meio da entrega dos equipamentos em pontos adequados, integra esse fluxo.</p>\r\n\r\n<p>A expansão dos pontos de recebimento pode facilitar o <strong>descarte correto,</strong> mas o impacto da iniciativa sobre a coleta nacional dependerá dos volumes efetivamente recebidos e processados. Ainda não há, nas informações divulgadas sobre o lançamento, dados que permitam medir esse efeito.</p>\r\n\r\n<p>Com informações dos Correios.<br />\r\n@correiosoficial @circularbrain @circulare.rede<br />\r\n#Correios #LixoEletronico #DescarteEletronico #Reciclagem #LogisticaReversa #EconomiaCircular #Sustentabilidade #MeioAmbiente #ResiduosEletronicos #ColetaSeletiva #CircularBrain #Circulare #ConsumoConsciente #GestaoDeResiduos #Brasil</p>\r\n\r\n<p>Acesse as <a href=\"https://circulare.com.br/como-descartar-eletronicos\" target=\"_blank\"><strong>orientações para o descarte no site da Circulare</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Assista ao vídeo da <a href=\"https://www.instagram.com/p/DehA-iJCJ6X/\" target=\"_blank\"><strong>@circulare.rede:</strong></a></p>\r\n\r\n<div data-oembed-url=\"https://www.instagram.com/p/DehA-iJCJ6X/\">\r\n<blockquote class=\"instagram-media\" data-instgrm-permalink=\"https://www.instagram.com/reel/DehA-iJCJ6X/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading\" data-instgrm-version=\"14\" style=\" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);\">\r\n<div style=\"padding:16px\">\r\n<div style=\"align-items:center; display:flex; flex-direction:row\">\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; border-radius:50%; flex-grow:0; height:40px; margin-right:14px; width:40px\"> </div>\r\n\r\n<div style=\"display:flex; flex-direction:column; flex-grow:1; justify-content:center\">\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; border-radius:4px; flex-grow:0; height:14px; margin-bottom:6px; width:100px\"> </div>\r\n\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; border-radius:4px; flex-grow:0; height:14px; width:60px\"> </div>\r\n</div>\r\n</div>\r\n\r\n<div style=\"padding:19% 0\"> </div>\r\n\r\n<div style=\"display:block; height:50px; margin-bottom:12px; margin-left:12px; margin-right:12px; margin-top:12px; width:50px\"><a href=\"https://www.instagram.com/reel/DehA-iJCJ6X/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading\" style=\" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;\" target=\"_blank\"><svg height=\"50px\" version=\"1.1\" viewbox=\"0 0 60 60\" width=\"50px\" xmlns=\"https://www.w3.org/2000/svg\" xmlns:xlink=\"https://www.w3.org/1999/xlink\"><g fill=\"none\" fill-rule=\"evenodd\" stroke=\"none\" stroke-width=\"1\"><g fill=\"#000000\" transform=\"translate(-511.000000, -20.000000)\"><g><path d=\"M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631\"></path></g></g></g></svg></a></div>\r\n\r\n<div style=\"padding-top:8px\">\r\n<div style=\"color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px\"><a href=\"https://www.instagram.com/reel/DehA-iJCJ6X/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading\" style=\" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;\" target=\"_blank\">View this post on Instagram</a></div>\r\n</div>\r\n\r\n<div style=\"padding:12.5% 0\"> </div>\r\n\r\n<div style=\"align-items:center; display:flex; flex-direction:row; margin-bottom:14px\">\r\n<div>\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; border-radius:50%; height:12.5px; transform:translateX(0px) translateY(7px); width:12.5px\"> </div>\r\n\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; flex-grow:0; height:12.5px; margin-left:2px; margin-right:14px; transform:rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width:12.5px\"> </div>\r\n\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; border-radius:50%; height:12.5px; transform:translateX(9px) translateY(-18px); width:12.5px\"> </div>\r\n</div>\r\n\r\n<div style=\"margin-left:8px\">\r\n<div style=\"background-color:#f4f4f4; 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            "summary": "Os Correios passaram a receber gratuitamente lixo eletrônico em 6.868 agências participantes do ‘Balcão do Cidadão’. A iniciativa, lançada em 14 de outubro de 2026 em parceria com a Circular Brain, pe...",
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            "title": "Goiânia é a 4ª capital mais segura do Brasil",
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            "content_html": "<p><strong>Goiânia</strong> subiu da sexta para a quarta posição entre as capitais mais seguras do Brasil no <strong>Anuário 2026 Cidades Mais Seguras do Brasil</strong>, divulgado pela <strong>MySide</strong> em outubro. A capital de Goiás registrou índice de <strong>15,21 mortes por 100 mil habitantes</strong>, cerca de <strong>29% abaixo da média nacional, de 21,5</strong>. O levantamento considera dados de mortalidade referentes a 2025 e utiliza informações do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>\r\n\r\n<p>O ranking é liderado por <strong>Florianópolis (SC)</strong>, com 11,46 mortes por 100 mil habitantes, seguida por <strong>São Paulo (SP)</strong>, com 12,32, e <strong>Brasília (DF)</strong>, com 12,42. <strong>Goiânia</strong> aparece em quarto lugar, à frente de <strong>Porto Alegre (RS), Cuiabá (MT), Belém (PA), Campo Grande (MS), Curitiba (PR) </strong>e<strong> Manaus (AM)</strong>, que completam as dez primeiras posições. Na outra extremidade da classificação, <strong>Maceió (AL)</strong> apresenta a maior taxa entre as capitais, com 55,77 por 100 mil habitantes.</p>\r\n\r\n<p>A diferença entre <strong>Goiânia</strong> e a média brasileira representa aproximadamente <strong>6,3 mortes a menos por 100 mil habitantes</strong>. O resultado indica uma posição relativamente favorável da capital goiana nesse indicador, mas não permite concluir, isoladamente, que a cidade tenha os melhores resultados em todas as dimensões da <strong>segurança pública</strong>.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Ranking mede mortes, não todos os tipos de crime</strong></p>\r\n\r\n<p>O indicador da <strong>MySide</strong> é calculado a partir de registros de mortalidade do Ministério da Saúde, classificados segundo a CID-10, sistema internacional de classificação de doenças e causas de morte, e de dados populacionais do IBGE. A taxa permite comparar cidades de tamanhos diferentes ao relacionar o número de mortes à população.</p>\r\n\r\n<p>Essa metodologia exige uma distinção importante: o ranking não equivale a um levantamento de todos os crimes registrados pelas polícias. Ocorrências como roubos, furtos, estupros, violência doméstica e outros delitos não são sintetizadas diretamente nesse índice. Por isso, a posição de Goiânia deve ser interpretada como um resultado favorável em uma métrica específica, e não como uma avaliação completa da segurança vivida pelos moradores.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1792784132.webp\" style=\"height:720px; width:1280px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Política de valorização policial reforça compromisso do governo estadual em manter Goiás como referência na área de segurança (Cristiano Borges/Secom-GO)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Homicídios dolosos também recuaram em Goiânia</strong></p>\r\n\r\n<p>Dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mencionados em levantamento divulgado pela plataforma <strong>Crime Brasil</strong>, apontam que os registros de homicídios dolosos em <strong>Goiânia</strong> passaram de <strong>236, em 2020, para 116, em 2025</strong>. A diferença corresponde a uma redução de aproximadamente <strong>50,8%</strong> no período.</p>\r\n\r\n<p>O dado reforça a relevância de acompanhar a evolução da violência letal na capital, mas precisa ser analisado separadamente do indicador do anuário. Enquanto a classificação da <strong>MySide</strong> utiliza registros de mortalidade, os números do Sinesp correspondem a ocorrências criminais. As bases têm naturezas e critérios distintos, de modo que os resultados não devem ser tratados como se fossem uma única série estatística.</p>\r\n\r\n<p>O mesmo levantamento aponta uma redução de <strong>49% nos homicídios registrados em Goiás</strong> no intervalo analisado. Entre as capitais do Centro-Oeste, <strong>Goiânia</strong> aparece à frente de <strong>Cuiabá</strong>, cuja taxa no anuário é de 16,97 por 100 mil habitantes, e de <strong>Campo Grande</strong>, com 19,52. <strong>Brasília</strong> registra 12,42 e ocupa a terceira posição nacional.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Resultado precisa ser acompanhado por outros indicadores</strong></p>\r\n\r\n<p>A posição de <strong>Goiânia</strong> no ranking oferece uma referência para comparar a mortalidade violenta entre capitais, mas não explica, por si só, os fatores que contribuíram para o resultado. Para avaliar a segurança pública de forma abrangente, também é necessário acompanhar séries históricas, taxas de diferentes crimes, distribuição territorial das ocorrências, esclarecimento de homicídios e percepção de segurança da população.</p>\r\n\r\n<p>A comparação entre cidades também depende da qualidade e da atualização dos registros. Diferenças na notificação, na classificação das mortes e no período de referência podem afetar os resultados. A leitura mais precisa, portanto, combina o ranking com estatísticas oficiais de segurança pública e saúde.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da MySide.<br />\r\n@myside.oficial @prefeituradegoiania @governodegoias @ibgeoficial @mjsp_gov<br />\r\n#Goiânia #Goiás #SegurançaPública #CapitaisMaisSeguras #CidadesMaisSeguras #ViolênciaNoBrasil #Homicídios #IndicadoresDeSegurança #Estatísticas #IBGE #MinistérioDaJustiça #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://myside.com.br/guia-imoveis/capitais-mais-seguras-brasil\" target=\"_blank\"><strong>‘Anuário 2026 Cidades Mais Seguras do Brasil’</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Goiânia subiu da sexta para a quarta posição entre as capitais mais seguras do Brasil no Anuário 2026 Cidades Mais Seguras do Brasil, divulgado pela MySide em outubro. A capital de Goiás registrou índ...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/1fc7b7a8-b518-4d1f-a15d-07644084c378/conversions/1792784086-large.webp",
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            "content_html": "<p><strong>Goiânia é a única cidade brasileira entre os dez destinos internacionais em tendência para 2027</strong>, segundo uma seleção divulgada pela plataforma de viagens <strong>Booking.com</strong> em 14 de outubro de 2026. </p>\r\n\r\n<p>A capital de <strong>Goiás</strong> aparece ao lado de cidades da <strong>França, </strong>dos<strong> Estados Unidos, do Japão, </strong>da<strong> Argentina, </strong><strong>Índia, </strong><strong>Nova Zelândia, </strong><strong>Eslováquia, Itália </strong>e do <strong>Paraguai</strong>. A lista considera a evolução das reservas de hospedagem registradas pela empresa e coloca a capital goiana entre os destinos que ganharam espaço na plataforma.</p>\r\n\r\n<p>A seleção foi elaborada a partir de dados de reservas realizadas entre 1.º de janeiro e 30 de junho de 2026. Para participar, os destinos precisavam estar entre os mil mais reservados na Booking.com nesse período. Em seguida, foram ordenados de acordo com o crescimento das reservas em relação ao primeiro semestre de 2025, com ajustes para assegurar distribuição geográfica. </p>\r\n\r\n<p>A lista não representa um ranking das melhores cidades para visitar, nem informa, no comunicado, a posição individual de cada destino ou a taxa de crescimento específica de Goiânia.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A plataforma destaca características urbanas e culturais da capital goiana, fundada na década de 1930 e planejada para ser a sede administrativa de Goiás. Entre os atrativos citados estão a arquitetura Art Déco, os parques urbanos, a gastronomia regional e a vida cultural. O Mercado Municipal, o Bosque dos Buritis e os bairros Setor Marista e Bueno aparecem como referências para visitantes interessados em produtos do Cerrado, áreas verdes, cafés, galerias e estabelecimentos comerciais.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A <strong>gastronomia</strong> também integra a apresentação da cidade. Ingredientes típicos do Cerrado, como o pequi, ajudam a caracterizar a <strong>culinária regional</strong>, enquanto a <strong>música sertaneja</strong> e o forró fazem parte da programação de <strong>bares</strong> e espaços de entretenimento. A <strong>Booking.com</strong> ainda ressalta as <strong>avenidas arborizadas</strong> e a presença de <strong>edifícios históricos</strong>, elementos que diferenciam Goiânia de outros centros urbanos brasileiros.</p>\r\n\r\n<p>A presença na lista pode ampliar a <strong>visibilidade internacional</strong> da capital e servir como referência para o <strong>setor de turismo</strong>, incluindo hotéis, restaurantes, comércio e serviços. No entanto, a seleção, por si só, não comprova aumento efetivo do fluxo de turistas, crescimento da receita turística ou expansão da ocupação hoteleira na cidade. Esses resultados dependem de indicadores específicos, que não foram apresentados no anúncio.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/goiania-em-destaque-no-turismo-de-2027.jpg\" style=\"height:811px; width:1440px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Booking.com Uncovers Trending Destinations for 2027</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Lista internacional</strong></p>\r\n\r\n<p>A lista internacional é formada também por <strong>Reims</strong>, na França, conhecida pela produção de champanhe e pelo patrimônio histórico; <strong>Monterey</strong>, na Califórnia, nos Estados Unidos, associada à costa do Pacífico e à vida marinha; <strong>Sendai</strong>, no Japão, que combina áreas verdes, patrimônio histórico e gastronomia; e <strong>Rosário</strong>, na Argentina, situada às margens do rio Paraná e reconhecida pela vida cultural.</p>\r\n\r\n<p>Completam a relação <strong>Puri</strong>, na Índia, destino costeiro e centro de peregrinação hindu; <strong>Christchurch</strong>, na Nova Zelândia, que passou por reconstrução após terremotos e investiu na requalificação de espaços urbanos; <strong>Bratislava</strong>, capital da Eslováquia, próxima de Viena e Budapeste; <strong>Pescara</strong>, na costa italiana do Adriático; e <strong>Assunção</strong>, capital do Paraguai, situada às margens do rio Paraguai.</p>\r\n\r\n<p>O anúncio integra as previsões de viagem da <strong>Booking.com</strong> para <strong>2027</strong>. A pesquisa de comportamento que acompanha o material ouviu 28.230 pessoas em <strong>33 países e territórios</strong>, por meio de entrevistas on-line realizadas em julho e agosto de 2026. Esse levantamento investiga preferências e tendências de viagem; a seleção dos dez destinos, por sua vez, utiliza dados de reservas da própria plataforma. São bases diferentes e não devem ser confundidas.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>18.696 leitos e 170 meios de hospedagem</strong></p>\r\n\r\n<p><strong>Goiânia</strong>, capital de Goiás, tem <strong>1.437.366 habitantes</strong>, segundo estimativa populacional de 2024 do IBGE, e ocupa uma área de 728,8 km². A cidade registra Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 0,799, conforme dados de 2010. Na infraestrutura turística, o Censo Hoteleiro de 2022 contabilizou <strong>18.696 leitos</strong>, distribuídos em 8.502 unidades habitacionais e <strong>170 meios de hospedagem </strong>em funcionamento, além de 2.033 empregos formais no setor. O levantamento também apontou que <strong>66% dos hóspedes viajam a negócios</strong>. </p>\r\n\r\n<p>Com informações do Booking.com.<br />\r\n@bookingcom @prefeituradegoiania<br />\r\n#Goiânia #Goiás #Turismo #TurismoEmGoiânia #BookingCom #Destinos2027 #TurismoInternacional #Viagens #ArquiteturaArtDeco #GastronomiaRegional #Cerrado #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://news.booking.com/bookingcom-uncovers-trending-destinations-for-2027\" target=\"_blank\"><strong>Booking.com Uncovers Trending Destinations for 2027</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
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            "content_html": "<p><strong>Goiânia registrou 98,19% dos domicílios com presença de calçada ou passeio</strong>, segundo dados do <strong>Censo Demográfico 2022</strong> sobre as características urbanísticas do entorno dos domicílios, e aparece na <strong>primeira posição entre as capitais </strong>consideradas nesta comparação. Mas o levantamento do <strong>IBGE</strong> mostra que a simples existência da calçada não significa que ela ofereça condições adequadas de circulação e acessibilidade.</p>\r\n\r\n<p>No conjunto do país, <strong>146,4 milhões de moradores</strong>, equivalentes a <strong>84,0% da população residente nos setores selecionados para a pesquisa</strong>, viviam em trechos de vias com calçada ou passeio em 2022. Outros cerca de 27,8 milhões estavam em locais sem esse tipo de estrutura. O universo pesquisado correspondia a 174,2 milhões de pessoas em áreas com características urbanas.</p>\r\n\r\n<p>A diferença aparece quando o indicador é associado à qualidade da circulação. Apenas <strong>32,8 milhões de pessoas, ou 18,8% dos moradores pesquisados, viviam em trechos com calçadas sem obstáculos</strong>. O número cai ainda mais quando se considera a acessibilidade: somente <strong>26,5 milhões, ou 15,2%, estavam em vias com rampa para cadeirantes</strong>. </p>\r\n\r\n<p>Na prática, isso significa que ter uma calçada não é necessariamente ter uma rota acessível. O levantamento do IBGE considera a existência do espaço destinado ao pedestre, mas não avalia se ele está conservado, se possui largura adequada em toda a extensão, se é contínuo ou se oferece condições efetivas de acessibilidade. O próprio instituto ressalta que os elementos foram investigados independentemente de seu estado de conservação, funcionamento ou eficácia.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1792761875.jpg\" style=\"height:838px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A Prefeitura de Goiânia digitalizou a emissão da licença para que bares, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais utilizem mesas e cadeiras nas calçadas, buscando simplificar o processo, facilitar o acesso ao serviço e reduzir a burocracia para os empreendedores (Alex Malheiros/Prefeitura Goiânia)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Goiânia fica acima da média de Goiás</strong></p>\r\n\r\n<p>O desempenho de Goiânia ganha dimensão quando comparado ao resultado de seu estado. Em Goiás, <strong>92,6% dos moradores</strong> dos setores abrangidos pela pesquisa residiam em vias com calçada ou passeio. O índice estadual ficou 8,6 pontos percentuais acima da média brasileira, de 84,0%.</p>\r\n\r\n<p>Entre as capitais utilizadas nesta comparação, <strong>Goiânia</strong> aparece com <strong>98,19%</strong>, seguida por <strong>Curitiba</strong>, no Paraná, com <strong>95,38%</strong>; <strong>Teresina</strong>, no Piauí, com <strong>93,28%</strong>; <strong>São Paulo</strong>, no estado homônimo, com <strong>90,77%</strong>; e <strong>Palmas</strong>, no Tocantins, com <strong>88,98%</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Os números absolutos informados para o indicador são de <strong>537.693 domicílios em Goiânia</strong>, <strong>653.104 em Curitiba</strong>, <strong>246.014 em Teresina</strong>, <strong>3.881.212 em São Paulo</strong> e <strong>91.004 em Palmas</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A comparação mostra também diferenças importantes dentro das próprias unidades da Federação. O Paraná registrou 88,1% dos moradores em vias com calçada; o Piauí, 83,1%; São Paulo, 91,6%; e Tocantins, 84,7%.</p>\r\n\r\n<p>Esses percentuais estaduais, entretanto, não devem ser comparados diretamente com os percentuais municipais apresentados acima sem observar a unidade estatística utilizada. O relatório do IBGE trabalha tanto com <strong>domicílios</strong> quanto com <strong>moradores</strong>, e os resultados podem mudar conforme a base escolhida.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>O problema não termina na existência da calçada</strong></p>\r\n\r\n<p>O levantamento revela uma diferença expressiva entre a presença de infraestrutura e sua adequação para o pedestre.</p>\r\n\r\n<p>Na análise das faces de quadra, o IBGE identificou calçadas em <strong>68,5% das faces pesquisadas</strong>. Entre essas estruturas, quase metade apresentava obstáculos, enquanto somente 12,3% das faces contavam com rampa para cadeirantes.</p>\r\n\r\n<p>A acessibilidade também varia fortemente entre os estados. Enquanto <strong>Mato Grosso do Sul tinha 41,1% dos moradores em vias com rampa</strong>, o <strong>Amazonas</strong> apresentava apenas <strong>5,6%.</strong> <strong>Paraná</strong> chegava a <strong>37,3%</strong>, <strong>Distrito Federal </strong>a <strong>30,4%</strong> e <strong>Goiás </strong>a<strong> 16,9%</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Outro indicador reforça a fragilidade da infraestrutura voltada aos deslocamentos não motorizados: somente <strong>1,9% dos moradores</strong> viviam em trechos de vias com alguma sinalização para bicicletas, como ciclovias, ciclofaixas ou ciclorrotas. O IBGE observa que os percentuais baixos indicam uma infraestrutura urbana ainda fortemente direcionada aos veículos automotores.</p>\r\n\r\n<p><strong>Diferenças entre cidades</strong></p>\r\n\r\n<p>O cenário municipal é bastante heterogêneo. Segundo o IBGE, <strong>253 municípios — 4,5% do total — tinham menos de 40% dos moradores vivendo em vias com calçada ou passeio</strong>. No outro extremo, <strong>1.102 municípios </strong>apresentavam mais de <strong>95% </strong>dos moradores nessa condição.</p>\r\n\r\n<p>Entre as concentrações urbanas,<strong> Sertãozinho (SP) </strong>alcançou<strong> 99,6%, Uberaba (MG), 99,4%, Birigui (SP) </strong>e<strong> São Carlos (SP), 99,2%. </strong>Na outra ponta, <strong>São Bento do Sul–Rio Negrinho (SC) </strong>registrou<strong> 45,9%, Petrópolis (RJ), 51,6%, Cametá (PA), 54,2%, </strong>e<strong> Santarém (PA), 54,6%.</strong></p>\r\n\r\n<p>O caso da Região Norte exige, porém, uma leitura territorial. O próprio IBGE chama atenção para municípios cuja configuração urbana não segue o modelo tradicional de ruas, calçadas e lotes. Em Afuá, por exemplo, a circulação ocorre por passarelas e pontes, o que ajuda a explicar percentuais baixos sem necessariamente significar ausência absoluta de infraestrutura para pedestres.</p>\r\n\r\n<p><strong>Infraestrutura urbana e desigualdade</strong></p>\r\n\r\n<p>A pesquisa foi realizada em cerca de <strong>340 mil setores censitários</strong> e alcançou 174,2 milhões de moradores, equivalentes a 86,2% dos moradores de domicílios particulares permanentes enumerados pelo Censo. Entre os setores selecionados, a cobertura dos domicílios pesquisados chegou a 99,7%.</p>\r\n\r\n<p>O IBGE ressalta que as informações foram produzidas para apoiar o planejamento urbano e permitir a análise das condições de infraestrutura no entorno dos domicílios. O levantamento contempla, além das calçadas, pavimentação, iluminação pública, drenagem, pontos de ônibus, sinalização para bicicletas, arborização e rampas para cadeirantes.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O resultado mais relevante para o debate urbano, portanto, não é apenas saber onde existe calçada, mas identificar onde ela permite caminhar efetivamente com segurança e acessibilidade.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Em uma cidade caminhável, a calçada é parte da infraestrutura de mobilidade. Os dados de 2022 mostram que o Brasil avançou na presença desse elemento, mas ainda apresenta uma distância significativa entre a existência física do passeio e as condições necessárias para que ele seja utilizado por todos.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do IBGE.<br />\r\n@ibgeoficial @prefeituradegoiania @curitiba_pmc @prefeituradeteresina @prefsp @cidadepalmas</p>\r\n\r\n<p>Acesse as <a href=\"https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/tipologias-do-territorio/24702-caracteristicas-urbanisticas-do-entorno-dos-domicilios.html?=&t=publicacoes\" target=\"_blank\"><strong>‘Características urbanísticas do entorno dos domicílios’</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p><br />\r\n </p>\r\n",
            "summary": "Goiânia registrou 98,19% dos domicílios com presença de calçada ou passeio, segundo dados do Censo Demográfico 2022 sobre as características urbanísticas do entorno dos domicílios, e aparece na primei...",
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            "title": "Mosaico com 20 reservas particulares reforça proteção do Cerrado em Goiás",
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A medida, estabelecida pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em outubro de 2026, cria uma estrutura de articulação para coordenar ações de conservação da biodiversidade e proteção dos recursos naturais na região.</p>\r\n\r\n<p>A iniciativa é o primeiro mosaico brasileiro de conservação da natureza formado exclusivamente por <strong>Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN)</strong> com participação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), segundo o órgão federal. O reconhecimento foi oficializado pela Portaria GM/MMA nº 1.784, de 6 de outubro, publicada no Diário Oficial da União em 7 de outubro.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>As RPPN são áreas privadas destinadas voluntariamente à conservação da natureza. O reconhecimento como reserva particular estabelece um compromisso de proteção ambiental de longo prazo, sem transferir a propriedade da terra ao poder público.</strong></span></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/imagem-aerea-do-mosaico-da-serra-dos-pireneus-formada-por-20-rppns.jpeg\" style=\"height:875px; width:885px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Imagem aérea do Mosaico da Serra dos Pireneus, formado por 20 RPPN (ICMBio)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Conselho vai coordenar ações entre reservas</strong></p>\r\n\r\n<p>A portaria institui um Conselho Consultivo para articular iniciativas entre os gestores das reservas, representantes do poder público, instituições de ensino e organizações da sociedade civil. O colegiado poderá criar câmaras técnicas para discutir políticas públicas, estudos e projetos relacionados à conservação ambiental.</p>\r\n\r\n<p>A proposta é permitir que áreas protegidas próximas ou conectadas desenvolvam ações conjuntas, em vez de dependerem exclusivamente de iniciativas isoladas de cada propriedade. A gestão integrada pode facilitar o planejamento de medidas de preservação, a troca de informações e a articulação de projetos ambientais.</p>\r\n\r\n<p>O reconhecimento, entretanto, não substitui a administração individual das reservas nem significa que todas passarão a executar automaticamente as mesmas ações. Os resultados dependerão da implementação das medidas discutidas, da cooperação entre os participantes e do acompanhamento dos impactos ambientais.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Cerrado está no centro da iniciativa</strong></p>\r\n\r\n<p>Localizada na região de <strong>Pirenópolis</strong>, a <strong>Serra dos Pireneus</strong> integra o Cerrado, bioma brasileiro que reúne grande diversidade de espécies e desempenha funções importantes na conservação dos recursos hídricos.</p>\r\n\r\n<p>A criação do mosaico estabelece um mecanismo institucional para organizar a proteção de áreas privadas em uma mesma região. A conexão entre ambientes naturais pode contribuir para a conservação de habitats e para a circulação de espécies, embora os efeitos específicos dependam da localização, da conectividade e das condições ecológicas de cada reserva.</p>\r\n\r\n<p>O mosaico abrange <strong>200 hectares</strong>, equivalentes a <strong>2 km²</strong>. A dimensão territorial, por si só, não permite determinar quantas espécies serão beneficiadas nem qual será a redução de ameaças ambientais. Para avaliar os resultados, serão necessários indicadores periódicos de conservação, monitoramento da cobertura vegetal e informações sobre as ações efetivamente realizadas.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1792183680.jpeg\" style=\"height:895px; width:1267px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Pirenópolis é um dos municípios com a maior concentração de RPPN do Brasil; o município, com 2.200 km², conta com 31 RPPN federais e estaduais (ICMBio)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Monitoramento será decisivo para medir os resultados</strong></p>\r\n\r\n<p>A formalização da gestão conjunta representa uma etapa administrativa da política de conservação. O próximo desafio será transformar a estrutura criada em ações permanentes, com objetivos, responsabilidades e acompanhamento dos resultados.</p>\r\n\r\n<p>Entre os indicadores que podem ajudar a avaliar a iniciativa estão a manutenção da vegetação nativa, a ocorrência de espécies ameaçadas, a conectividade entre áreas naturais, a prevenção de incêndios e a evolução das pressões sobre o território.</p>\r\n\r\n<p>O acompanhamento desses dados permitirá verificar se a cooperação entre as reservas está produzindo ganhos ambientais mensuráveis. Até que existam séries históricas e indicadores de desempenho, o reconhecimento deve ser entendido como um avanço na organização da conservação, e não como comprovação antecipada de resultados ecológicos.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/contemplando-o-por-do-sol-nas-montanhas.jpg\" style=\"height:1295px; width:1214px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>O Parque Estadual dos Pireneus foi criado em 1987 e é administrado pelo Governo de Goiás (@pep_pireneus/@mmcaldas0911)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Maior número de RPPN</strong></p>\r\n\r\n<p><strong>Pirenópolis </strong>está entre os municípios brasileiros com maior número de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN). Com área territorial de 2.200,37 km², o município reúne <strong>31 reservas federais e estaduais</strong>, segundo informações divulgadas pelo ICMBio em outubro de 2026.</p>\r\n\r\n<p>Já o Painel de Indicadores da Confederação Nacional de RPPN, com dados de 2025, informa que <strong>Pirenópolis</strong> registra <strong>22 unidades</strong>, atrás da cidade de Varre-sai (RJ), com 23; Nova Friburgo (RJ), com 26; e Curitiba (PR), com 64 unidades.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).<br />\r\n@icmbio @mmeioambiente @governogoias @agenciabrasil @prefeituradepirenopolis @pep_pireneus @goiasturismo<br />\r\n#AgênciaCidades #Goiás #Pirenópolis #SerraDosPireneus #Cerrado #MeioAmbiente #ProteçãoAmbiental #ConservaçãoDaBiodiversidade #ReservasParticulares #RPPN #ICMBio #DesenvolvimentoSustentável #UnidadesDeConservação #GestãoAmbiental</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/mma-n-1.784-de-6-de-outubro-de-2026-736934860\" target=\"_blank\"><strong>PORTARIA GM/MMA N.º 1.784, DE 6 DE OUTUBRO DE 2026, que reconhece o Mosaico da Serra dos Pireneus e institui seu Conselho Consultivo</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://datastudio.google.com/reporting/0B_Gpf05aV2RrNHRvR3kwX2ppSUE/page/J7k\" target=\"_blank\"><strong>Painel de Indicadores da Confederação Nacional de RPPN</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://simrppn.sisicmbio.icmbio.gov.br/Lista-rppn\" target=\"_blank\"><strong>ICMBio — Sistema Informatizado de Monitoria de RPPNs (SIMRPPN)</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<p><br />\r\n </p>\r\n",
            "summary": "Com pequenas flores brancas reunidas em inflorescências, o chuveirinho (Actinocephalus bongardii) é uma das plantas características dos campos rupestres da região da Serra dos Pireneus, em Goiás (@pep...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/633d540f-4557-484d-928b-b9ad7c8bac1a/conversions/mirante-montanhoso-sob-ceu-tempestuoso-large.webp",
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            "content_html": "<p>A <strong>Câmara Municipal de Nova York</strong>, nos Estados Unidos, aprovou em 22 de outubro de 2026 uma lei que prevê o fim dos passeios de <strong>charretes puxadas por cavalos</strong> até 1.º de junho de 2028. A proposta, batizada de <strong>Romanch’s Law</strong>, recebeu 40 votos favoráveis e sete contrários, além de duas abstenções, e foi encaminhada ao prefeito <strong>Zohran Mamdani</strong> para sanção. </p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A legislação encerra uma disputa que se estende há quase duas décadas e ameaça extinguir uma atividade turística existente na cidade desde 1858. A proibição abrangerá a operação comercial de charretes nas ruas de Nova York e no parque, um dos principais pontos turísticos de Manhattan.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Morte de turista impulsionou a aprovação</strong></p>\r\n\r\n<p>A lei recebeu o nome de <strong>Romanch Mahajan</strong>, jovem turista indiano de 18 anos que morreu em 17 de junho de 2026 após ser lançado de uma charrete desgovernada durante um passeio pelo <strong>Central Park</strong>. Segundo relatos publicados pela imprensa norte-americana, o cavalo disparou quando o condutor havia se afastado para fotografar a família do rapaz. O acidente também envolveu outra charrete.</p>\r\n\r\n<p>O episódio ampliou a pressão de parlamentares e organizações de <strong>defesa dos animais</strong> pela proibição do serviço. Entre os argumentos apresentados estão os <strong>riscos de acidentes </strong>em áreas compartilhadas por <strong>cavalos, pedestres, ciclistas</strong> e usuários de veículos de micromobilidade, além das preocupações com as condições de trabalho e o bem-estar animal.</p>\r\n\r\n<p>A discussão, no entanto, é anterior ao acidente. Propostas para encerrar a atividade foram apresentadas ao Legislativo municipal ao longo dos anos, mas não haviam obtido votos suficientes para avançar até a aprovação da nova medida.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Trabalhadores terão programa de transição profissional</strong></p>\r\n\r\n<p>A <strong>Romanch’s Law</strong> determina que a administração municipal desenvolva um plano para ajudar os profissionais afetados pela proibição a encontrar novas oportunidades de trabalho. Entre as medidas previstas estão encaminhamento para vagas, orientação de carreira, feiras de emprego, capacitação profissional e identificação de oportunidades educacionais, incluindo programas de auxílio para estudos.</p>\r\n\r\n<p>O plano deverá ser apresentado em 2027, com prazo previsto para abril. A legislação também determina que a administração avalie formas de auxiliar os proprietários na <strong>transição dos negócios </strong>e no<strong> encaminhamento humanitário dos animais</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A medida estabelece restrições para impedir que os cavalos sejam destinados ao abate ou transferidos para outras empresas de charretes. Os detalhes sobre a implementação das medidas, porém, ainda dependem da atuação do governo municipal.</p>\r\n\r\n<p><strong>Sindicato ameaça recorrer à Justiça</strong></p>\r\n\r\n<p>A proibição enfrenta resistência de proprietários e condutores, que alegam que o encerramento da atividade ameaça seus empregos, investimentos e meios de subsistência. O <strong>Transport Workers Union Local 100</strong>, sindicato que representa trabalhadores do setor, anunciou a intenção de contestar a medida judicialmente.</p>\r\n\r\n<p>A entidade argumenta que a retirada das licenças e a extinção do negócio podem prejudicar os profissionais sem compensação adequada. A legislação determina que a administração municipal examine a possibilidade de compensar proprietários, mas não estabelece valores nem garante indenização.</p>\r\n\r\n<p>Do outro lado, os defensores da proibição sustentam que a segurança pública e o bem-estar dos cavalos justificam o encerramento da atividade. A aprovação por ampla maioria fortaleceu a iniciativa, embora a <strong>disputa jurídica</strong> possa influenciar sua implementação.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/26784-1.jpg\" style=\"height:413px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Localizado em Manhattan, Nova York, o Central Park é um dos parques urbanos mais conhecidos do mundo e ocupa uma área de aproximadamente 341 hectares (Magnific)</em></small></div>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#ffffff\"><strong><span style=\"background-color:#2980b9\"> Uma tradição turística chega ao fim </span></strong></span></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>As charretes fazem parte da paisagem turística de <strong>Nova York</strong> há mais de <strong>160 anos</strong> e são associadas aos passeios pelo <strong>Central Park</strong>, parque urbano em <strong>Manhattan</strong>. A atividade, entretanto, passou a enfrentar questionamentos sobre sua compatibilidade com o aumento da circulação de pessoas e veículos no espaço público.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>A decisão não encerra imediatamente os passeios. Até que a proibição entre em vigor, a atividade poderá continuar sujeita às regras municipais vigentes, enquanto a prefeitura prepara as medidas de transição.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>A sanção do prefeito e a eventual contestação judicial são os próximos passos a acompanhar. A efetiva extinção do serviço dependerá da implementação da lei e dos desdobramentos administrativos e judiciais.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em><strong>Quanto custa um passeio de charrete?</strong></em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>A tarifa máxima regulamentada pela cidade é de <strong>US$ 72,22 pelos primeiros 20 minutos</strong>, sem incluir gorjeta. Cada período adicional de dez minutos, ou fração, custa US$ 28,89. Assim, um passeio de 30 minutos pode chegar a US$ 101,11, enquanto uma hora pode custar <strong>US$ 187,78</strong>.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Os valores são cobrados por charrete, e não individualmente por passageiro. Empresas de turismo também oferecem pacotes privados com preços próprios, que podem superar as tarifas regulamentadas aplicáveis aos passeios contratados diretamente.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em><strong>Quantas charretes e cavalos estão envolvidos?</strong></em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Nova York possui <strong>68 licenças autorizadas para charretes</strong>, embora esse total não corresponda necessariamente ao número de veículos em circulação simultânea. Durante o debate legislativo, foram mencionados cerca de 150 condutores em atividade e aproximadamente 180 cavalos, segundo informações atribuídas ao sindicato dos trabalhadores.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Esses números devem ser tratados como estimativas divulgadas durante a discussão da lei, e não como um censo atualizado. A quantidade de profissionais, animais e veículos efetivamente em operação pode variar ao longo do tempo.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em><strong>Acidentes e bem-estar animal</strong></em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Os registros apresentados durante o debate incluem <strong>128 acidentes</strong> com charretes ao longo de 34 anos e <strong>40 mortes de cavalos</strong> documentadas entre 1982 e 2026. A <strong>Central Park Conservancy</strong>, organização responsável pela conservação do parque, também relatou nove incidentes envolvendo cavalos de charrete entre maio de 2025 e agosto de 2026.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Os números mostram a dimensão histórica das ocorrências, mas não permitem calcular, isoladamente, a probabilidade de um acidente durante um passeio. Para isso, seria necessário conhecer o total de viagens realizadas, as horas de trabalho dos animais e os critérios utilizados para classificar os incidentes.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>As normas municipais estabelecem limites para a jornada dos cavalos, períodos de descanso, exames veterinários e condições climáticas para a operação. A legislação também restringe horários e áreas de circulação.</em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em><strong>Central Park</strong> </em></p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Localizado em <strong>Manhattan, Nova York, </strong>o <strong>Central Park </strong>é um dos parques urbanos mais conhecidos do mundo e ocupa uma área de aproximadamente <strong>341 hectares</strong>, entre as ruas 59 e 110. Inaugurado oficialmente em <strong>1858</strong>, o espaço reúne lagos, jardins, trilhas, áreas esportivas, monumentos e espaços de lazer, além de receber dezenas de milhões de visitas por ano. Projetado por Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux, o parque tornou-se um dos principais <strong>cartões-postais</strong> da cidade e cenário de atividades culturais, recreativas e turísticas, entre elas os tradicionais passeios de charrete puxada por cavalos.</em></p>\r\n\r\n<p>Com informações do Central Park Conservancy.<br />\r\n@centralparknyc @NYCCouncil @ZohranKMamdani @TWULocal100<br />\r\n#NovaYork #CentralPark #Charretes #BemEstarAnimal #ProtecaoAnimal #Turismo #SegurancaPublica #EstadosUnidos #RomanchsLaw #DireitosDosAnimais #AgenciaCidades #Turismo #ZohranMamdani</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://www.centralparknyc.org/\" target=\"_blank\"><strong>Central Park Conservancy</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://council.nyc.gov/press/2026/10/22/3309/\" target=\"_blank\"><strong>New York City Council </strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n",
            "summary": "A Câmara Municipal de Nova York, nos Estados Unidos, aprovou em 22 de outubro de 2026 uma lei que prevê o fim dos passeios de charretes puxadas por cavalos até 1.º de junho de 2028. A proposta, batiza...",
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            "date_published": "2026-10-23T12:33:00+00:00",
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            "title": "Veículos usados no tráfico de drogas podem ser destinados ao poder público",
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            "content_html": "<p>Veículos utilizados no <strong>transporte de drogas ilícitas</strong> podem ser destinados ao poder público, mesmo que tenham sido empregados no crime uma única vez. A possibilidade está prevista na <strong>Lei nº 14.322/2022</strong>, sancionada em 6 de abril de 2022, que alterou a <strong>Lei Antidrogas</strong> para modificar as regras de restituição e destinação de bens apreendidos. A legislação, porém, ressalva expressamente os direitos de <strong>terceiros de boa-fé</strong>, como proprietários de veículos roubados ou utilizados indevidamente por criminosos.</p>\r\n\r\n<p>A mudança atingiu os artigos 60 e 61 da Lei nº 11.343/2006. <strong>A nova redação permite a destinação de bens empregados na prática dos crimes previstos na legislação antidrogas, independentemente da habitualidade de uso</strong>. Entre os meios de transporte abrangidos estão <strong>carros, embarcações e aeronaves</strong>, além de outros equipamentos e objetos utilizados nas atividades criminosas.</p>\r\n\r\n<p>Antes da alteração, a legislação previa a possibilidade de liberação de bens após a comprovação de sua origem lícita. Com a Lei nº 14.322/2022, essa regra passou a ter uma exceção específica para veículos apreendidos durante o transporte de drogas ilícitas. Nesses casos, a destinação deve seguir os procedimentos previstos na Lei Antidrogas, sem afastar a proteção conferida a terceiros de boa-fé.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/image-1600-d02ed00f62c130b64486aeacb48fba4a.jpg\" style=\"height:675px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 897 quilos de drogas em duas ocorrências registradas no km 324 da BR-277, em Guarapuava, no Paraná (PRF)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Proprietários de boa-fé têm proteção legal</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A lei não estabelece que todo proprietário de um veículo apreendido perderá automaticamente o bem. A ressalva legal protege terceiros que não participaram da atividade criminosa, situação que pode incluir vítimas de roubo e empresas de locação cujos automóveis tenham sido utilizados indevidamente.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A aplicação dessa proteção depende da análise das circunstâncias e das provas apresentadas. Por isso, a apreensão de um veículo não deve ser confundida com a perda definitiva da propriedade em qualquer situação. A legislação diferencia a situação do bem utilizado no crime daquela em que seu proprietário é um terceiro de boa-fé.</p>\r\n\r\n<p><strong>Prazo de cinco dias e destinação dos bens</strong></p>\r\n\r\n<p>A <strong>Lei Antidrogas</strong> prevê, em determinadas hipóteses de apreensão, prazo de <strong>cinco dias</strong> para que o acusado apresente provas ou solicite a produção de provas sobre a origem lícita do bem ou do valor envolvido. A Lei nº 14.322/2022, entretanto, excluiu dessa regra geral o veículo apreendido no transporte de drogas ilícitas, cuja destinação segue os dispositivos específicos da legislação.</p>\r\n\r\n<p>A destinação pode envolver a venda do bem ou sua utilização pelo poder público, conforme as regras legais aplicáveis. O objetivo da mudança foi impedir que veículos empregados no transporte de drogas retornassem automaticamente aos antigos proprietários apenas porque sua origem patrimonial era lícita. A exceção relativa aos terceiros de boa-fé permanece expressamente prevista.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1791828949.jpg\" style=\"height:556px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Barco de luxo é apreendido na BR-116, trecho da cidade de Milagres, na Bahia (PRF)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Lei federal não informa número de apreensões</strong></p>\r\n\r\n<p>A norma vale em todo o território nacional, incluindo os estados e municípios brasileiros, mas não apresenta estatísticas sobre a quantidade de veículos apreendidos, o valor dos bens destinados ao poder público ou o número de proprietários beneficiados pela exceção legal.</p>\r\n\r\n<p>Assim, embora seja possível identificar a mudança jurídica e seus efeitos potenciais, não há dados suficientes no texto da lei para medir o impacto da medida sobre o combate ao tráfico de drogas.</p>\r\n\r\n<p>A legislação foi publicada no Diário Oficial da União em abril de 2022 e alterou uma norma federal já existente desde 2006. A principal distinção permanece: <strong>o uso de um bem no tráfico pode permitir sua destinação ao poder público mesmo sem habitualidade, mas os direitos de terceiros de boa-fé devem ser preservados</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Agência Senado.</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2022/lei/l14322.htm\" target=\"_blank\"><strong>LEI Nº 14.322, DE 6 DE ABRIL DE 2022</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Veículos utilizados no transporte de drogas ilícitas podem ser destinados ao poder público, mesmo que tenham sido empregados no crime uma única vez. A possibilidade está prevista na Lei nº 14.322/2022...",
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            "title": "Nova lei perdoa dívidas e amplia limite de faturamento do MEI para R$ 140 mil",
            "url": "https://www.agenciacidades.com.br/reportagens/2026/10/22/nova-lei-perdoa-dividas-e-amplia-limite-de-faturamento-do-mei-para-r-140-mil.html",
            "content_html": "<p>Sancionada pelo governo federal (21/10/26), a <a href=\"https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp238.htm\" target=\"_blank\"><strong>Lei Complementar 238/2026</strong></a>, que estabelece novas regras para os <strong>microempreendedores individuais (MEI)</strong>, estabelece o <strong>perdão de dívidas tributárias</strong> com a União. A legislação também <strong>aumenta gradualmente o limite de faturamento anual</strong> e amplia a possibilidade de<strong> contratação de funcionários</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Batizado de <strong>‘Prospera MEI’</strong>, o pacote inclui ainda medidas para facilitar a participação de pequenos negócios em <strong>compras públicas</strong>. Parte das mudanças, porém, só começa a valer em <strong>2027</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Além da lei, o governo assinou o decreto que <strong>dispensa os MEI da obrigatoriedade de emitir nota fiscal nas vendas de produtos e na prestação de serviços a pessoas físicas</strong>. A norma também prevê a dispensa para os chamados <strong>‘nanoempreendedores’</strong>, conforme as condições estabelecidas na regulamentação.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>O que muda?</strong></p>\r\n\r\n<p><em>Entre as principais medidas estão:</em></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><em><strong>Perdão de dívidas:</strong> remissão de débitos tributários federais abrangidos pela lei, incluindo contribuições previdenciárias, multas e juros.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Novo teto de faturamento:</strong> limite anual de R$ 110 mil em 2027 e de R$ 140 mil em 2028.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Contratação de funcionários:</strong> possibilidade de contratar até dois empregados nas atividades contempladas pela nova regra.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Nota fiscal:</strong> dispensa de emissão nas operações com pessoas físicas, conforme o decreto assinado pelo presidente.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Dívidas bancárias:</strong> previsão de renegociação com descontos por meio de leilões com instituições financeiras.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Compras públicas:</strong> ampliação das oportunidades de participação em contratações governamentais.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p><strong>Como funciona o perdão?</strong></p>\r\n\r\n<p>A lei prevê a remissão de débitos tributários federais abrangidos pela medida, constituídos até <strong>13 de outubro de 2026</strong>. O benefício inclui o valor das contribuições previdenciárias em atraso, além de multas, juros e encargos relacionados.</p>\r\n\r\n<p>A estimativa divulgada pelo governo é de que cerca de <strong>3,6 milhões</strong> de microempreendedores sejam beneficiados.</p>\r\n\r\n<p><strong>Para manter o benefício, o MEI deverá:</strong></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><em>Manter em dia o pagamento das guias mensais do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) durante os seis primeiros meses de vigência da medida.</em></li>\r\n\t<li><em>Cumprir as demais condições previstas na legislação para a remissão dos débitos.</em></li>\r\n\t<li><em>Observar as exigências aplicáveis, caso existam ações judiciais relacionadas às dívidas.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p>A medida está prevista para entrar em vigor em <strong>1.º de janeiro de 2027</strong>. O perdão não significa devolução de valores que já tenham sido pagos.</p>\r\n\r\n<p><strong>Como fica o faturamento?</strong></p>\r\n\r\n<p>O limite anual do MEI, atualmente em R$ 81 mil, será ampliado em duas etapas. A mudança busca permitir que os empreendedores aumentem suas receitas sem precisar deixar imediatamente o regime simplificado por ultrapassar o teto atual.</p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><em>Até 2026: teto de R$ 81 mil;</em></li>\r\n\t<li><em>A partir de 2027: R$ 110 mil;</em></li>\r\n\t<li><em>A partir de 2028: R$ 140 mil.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p>Os novos limites passam a valer nas datas previstas pela lei. O enquadramento continuará condicionado ao cumprimento dos demais requisitos exigidos para ser MEI.</p>\r\n\r\n<p><strong>Quantos funcionários?</strong></p>\r\n\r\n<p>A legislação amplia para <strong>até dois empregados </strong>o limite de contratação nas atividades abrangidas pela nova regra. Os trabalhadores deverão receber, no mínimo, um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional.</p>\r\n\r\n<p>A ampliação não deve ser interpretada como uma autorização irrestrita para todos os MEI: é necessário observar quais atividades estão contempladas e as condições específicas previstas na legislação.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/microempreendedores-rocadas-nas-escolas-2-ponta-grossa.jpeg\" style=\"height:572px; width:1106px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Prefeitura de Ponta Grossa (PR) credenciou 32 microempreendedores individuais para realizar serviços de roçada e jardinagem em 153 escolas municipais e CMEI, ampliando as oportunidades de trabalho e renda para pequenos empreendedores e contribuindo para a manutenção dos espaços públicos de ensino (Prefeitura Ponta Grossa/PR)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>O que muda na nota fiscal?</strong></p>\r\n\r\n<p>O governo federal também assinou o decreto que dispensa o MEI da <strong>emissão de nota fiscal</strong> nas vendas de produtos e na prestação de serviços destinados a <strong>pessoas físicas</strong>, conforme as condições da norma.</p>\r\n\r\n<p>A medida também contempla os <strong>‘nanoempreendedores’</strong>, categoria prevista no contexto da reforma tributária, que poderá reunir pessoas com faturamento anual de até R$ 40,5 mil.</p>\r\n\r\n<p>Para esse público, a regulamentação prevê dispensa de abertura de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e de emissão de nota fiscal nas vendas a pessoas físicas, respeitados os requisitos aplicáveis.</p>\r\n\r\n<p>A dispensa não deve ser confundida com uma autorização geral para deixar de emitir documentos fiscais em qualquer operação. As exigências para transações com empresas e órgãos públicos devem ser observadas conforme as regras aplicáveis.</p>\r\n\r\n<p><strong>Como serão as dívidas bancárias?</strong></p>\r\n\r\n<p>O pacote também prevê uma frente de renegociação de débitos com instituições financeiras, em iniciativa associada ao <a href=\"https://www.gov.br/pt-br/servicos/negociar-dividas-com-o-programa-novo-desenrola-brasil-2013-pessoa-juridica\" target=\"_blank\"><strong>Desenrola 3.0</strong></a>.</p>\r\n\r\n<p>A proposta é realizar leilões a partir de novembro, com participação de bancos privados. As instituições deverão oferecer descontos mínimos de 90% sobre os saldos devedores para participar da operação, conforme as condições anunciadas pelo governo.</p>\r\n\r\n<p>A expectativa oficial é alcançar cerca de <strong>1,6 milhão de MEI inadimplentes.</strong> A compra ou renegociação das dívidas bancárias é uma medida diferente do perdão de débitos tributários com a União e depende das regras específicas da operação.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>E o Pix de R$ 5 mil?</strong></p>\r\n\r\n<p>O pacote anunciado inclui a previsão de um <strong>auxílio de até R$ 5 mil </strong>para investimento na estruturação de pequenos negócios, chamado de <strong>Pix MEI</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A proposta prevê recursos entre 2027 e 2030, com prioridade para mulheres empreendedoras e MEI com faturamento anual de até R$ 40,5 mil. O dinheiro deverá ser aplicado na aquisição de bens que contribuam para o desenvolvimento produtivo da atividade.</p>\r\n\r\n<p>A iniciativa também prevê orientação e assistência aos beneficiários, com apoio de parceiros como o <a href=\"https://sebrae.com.br/\" target=\"_blank\"><strong>Sebrae</strong></a>.</p>\r\n\r\n<p>A previsão de recursos, no entanto, não significa que o dinheiro esteja disponível para saque imediato. O acesso dependerá da implementação do programa e das regras operacionais a serem estabelecidas.</p>\r\n\r\n<p><strong>Como acessar compras públicas?</strong></p>\r\n\r\n<p>A lei também amplia as possibilidades de participação dos MEI em contratações governamentais e prevê mecanismos para facilitar o acesso às <strong>compras públicas</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A iniciativa busca aproximar pequenos empreendedores dos órgãos públicos compradores, inclusive por meio de plataformas como o <a href=\"https://contratamaisbrasil.sistema.gov.br/\" target=\"_blank\"><strong>‘Contrata+Brasil’</strong></a>.</p>\r\n\r\n<p>Os limites financeiros e os procedimentos aplicáveis variam conforme a modalidade de contratação. Por isso, o empreendedor deverá consultar os editais e as regras vigentes antes de apresentar uma proposta.</p>\r\n\r\n<p><strong>Quando as medidas valem?</strong></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><em><strong>21 de outubro de 2026:</strong> sanção da lei e assinatura do decreto presidencial.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>1.º de janeiro de 2027:</strong> previsão de início do perdão de dívidas e entrada em vigor de medidas como o novo teto de R$ 110 mil.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>A partir de novembro:</strong> previsão de início dos leilões para renegociação de dívidas bancárias.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>1.º de janeiro de 2028:</strong> novo aumento do limite anual de faturamento para R$ 140 mil.</em></li>\r\n\t<li><em><strong>De 2027 a 2030:</strong> período previsto para a concessão dos recursos do Pix MEI, conforme a implementação do programa.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p>A aplicação de cada benefício depende das condições previstas na lei, no decreto e nas regulamentações específicas. O empreendedor deve acompanhar os canais oficiais do governo, como o <a href=\"https://sebrae.com.br/\" target=\"_blank\"><strong>Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)</strong></a>, para verificar os procedimentos de acesso e a data efetiva de cada medida.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/psx-20250121-081553-pref-alagoinhas-ba.jpg\" style=\"height:768px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Prefeitura de Alagoinhas (BA) orienta microempreendedores individuais com pendências federais a regularizar a situação, a fim de evitar o desenquadramento do MEI, o aumento da carga tributária e custos adicionais para manter a empresa (Prefeitura de Alagoinhas/BA)</em></small></div>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#ffffff\"><strong><span style=\"background-color:#2980b9\"> Microempreendedor Individual (MEI) </span></strong></span></p>\r\n\r\n<p>O MEI é uma maneira de formalização simplificada do trabalhador por conta própria, criada pela Lei Complementar n.º 128, de 19 de dezembro de 2008. Permite a inscrição como pessoa jurídica, emissão de nota fiscal, acesso a benefícios previdenciários e enquadramento tributário facilitado.</p>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><strong><em>Quem pode se formalizar como MEI? </em></strong></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Pessoa física com mais de 18 anos;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Jovens de 16 a 18 anos podem ser MEI, desde que emancipados;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Que não participe como sócio ou titular de outra empresa;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Que exerça uma das atividades econômicas permitidas para MEI.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><strong><em>Quais são as vantagens de ser MEI? </em></strong></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>CNPJ e certificado gratuitos na hora da formalização;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Direito à aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e outros benefícios (com contribuição em dia);</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Emissão de nota fiscal;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Acesso facilitado a crédito bancário;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Participação em licitações públicas;</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Contribuição mensal fixa e reduzida.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em><strong>Quais atividades são permitidas para o MEI?</strong><br />\r\nO MEI pode atuar em 467 ocupações diferentes, divididas em segmentos como:</em></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Comércio (vendas de roupas, cosméticos, alimentos etc.)</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Reparos e manutenção (encanador, eletricista, pintor)</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Beleza e bem-estar (manicure, cabeleireiro, depilador)</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Cultura e Artesanato (músico, artesão, fotógrafo)</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Educação (professor particular, instrutor esportivo)</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Comunicação e Tecnologia (digitador, suporte técnico)</em></li>\r\n\t<li style=\"margin-left: 40px;\"><em>Transporte (cargas com veículo próprio — MEI Caminhoneiro)</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p>Com informações da Agência Brasil.<br />\r\n @agencia.brasil @lulaoficial @pgfnoficial @senadofederal @govbr @curitiba_pmc @prefeituraalagoinhas @prefspg @sebrae<br />\r\n#MEI #MicroempreendedorIndividual #Empreendedorismo #PequenosNegócios #PerdãoDeDívidas #DívidasTributárias #LimiteDeFaturamento #FaturamentoMEI #SimplesNacional #Economia #GovernoFederal #EmpreendedorBrasileiro #Formalização #GeraçãoDeEmprego #ComprasPúblicas #ContrataMaisBrasil #DesenvolvimentoEconômico #AgênciaBrasil</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp238.htm\" target=\"_blank\"><strong>Lei Complementar 238 (21/10/2026) – atualiza o limite de receita bruta anual e o número de empregados do Microempreendedor Individual (MEI) e concede remissão de créditos de titularidade da União</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Consulte a <strong><a href=\"https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/quero-ser-mei/atividades-permitidas\" target=\"_blank\">lista completa das 467 ocupações permitidas pelo MEI</a></strong></p>\r\n\r\n<p>Acesse o <strong><a href=\"https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor\" target=\"_blank\">Portal do Empreendedor</a></strong></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p><br />\r\n </p>\r\n",
            "summary": "Sancionada pelo governo federal (21/10/26), a Lei Complementar 238/2026, que estabelece novas regras para os microempreendedores individuais (MEI), estabelece o perdão de dívidas tributárias com a Uni...",
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            "title": "Há 40 anos, é VIBRACOM pra toda obra!",
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            "content_html": "<p>Tudo começou em <strong>20 de outubro de 1986</strong>. Naquele dia, ao abrir o primeiro saco de cimento para preparar o traço de massa que daria origem às primeiras lajes, o jovem <strong>Ubiratan da Silva Lopes</strong> talvez ainda não imaginasse a dimensão que seu empreendimento alcançaria. No acanhado lote de número <strong>575</strong> da <strong>Avenida Maranhão</strong>, no Bairro Jundiaí, em Anápolis, havia pouco espaço, recursos limitados e muito trabalho pela frente. Mas uma convicção já estava presente: <strong>retroceder não era uma opção</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Técnico em Edificações pela Escola Técnica Federal de Goiás e bacharel em Matemática, Ubiratan chegava àquele momento com experiência como vendedor e uma participação societária na Lajes Goiás, ainda no início dos anos 1980. Conhecia os <strong>desafios do mercado</strong> e sabia que empreender exigiria mais do que conhecimento técnico: seria preciso <strong>disciplina, persistência </strong>e<strong> disposição para enfrentar o inesperado</strong>.</p>\r\n\r\n<p>As jornadas eram incansáveis. Começavam antes de o sol aparecer e, muitas vezes, só terminavam quando as luzes da cidade se acendiam. Cada pedido atendido, cada laje produzida e cada cliente conquistado representavam mais um passo na construção de um negócio que crescia, sustentado pelo esforço diário.</p>\r\n\r\n<p>Como <strong>pequeno empresário</strong>, Ubiratan enfrentou uma sucessão de adversidades. Planos econômicos, inflação galopante, mudanças na política econômica, escassez de matéria-prima e oscilações do mercado colocaram à prova a capacidade de resistir e se reinventar. Ainda assim, a massa não desandou. Ao contrário: <strong>a cada dificuldade, a empresa encontrava motivos para aprimorar seus processos, fortalecer suas relações comerciais e buscar novas oportunidades</strong>.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/vibracom-daia-inicio-1.jpg\" style=\"height:733px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Início da operação da VIBRACOM no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), em meados da década de 1990, onde a empresa começou a erguer as bases de uma nova etapa de sua trajetória (Arquivo VIBRACOM)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Um sonho que precisava de mais espaço</strong></p>\r\n\r\n<p>Na receita daquele negócio não havia fórmula mágica. Havia <strong>trabalho, planejamento e a disposição de pensar além das limitações do presente</strong>. À medida que a produção avançava e a confiança dos clientes aumentava, o pequeno empreendimento começou a crescer mais do que o espaço disponível permitia.</p>\r\n\r\n<p>Era hora de ampliar os horizontes. O caminho levou a <strong>VIBRACOM </strong>ao <strong>Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA)</strong>, onde, em meados da década de <strong>1990</strong>, a empresa começou a erguer as bases de uma nova etapa de sua trajetória.</p>\r\n\r\n<p>O terreno, inicialmente amplo diante das possibilidades daquele momento, logo se transformou em um ambiente de expansão. A estrutura industrial permitiu <strong>ampliar a capacidade produtiva, diversificar a linha de produtos</strong> e atender a um mercado cada vez mais exigente. As lajes, que haviam impulsionado o negócio desde os primeiros dias, consolidaram a reputação da marca pela qualidade e ajudaram a abrir caminho para <strong>novas soluções</strong> destinadas à construção civil.</p>\r\n\r\n<p>O crescimento trouxe novas <strong>oportunidades de investimento, ampliação da estrutura e incorporação de outras empresas ao grupo</strong>. Com o passar dos anos, novas áreas foram adquiridas e o parque fabril do DAIA ganhou dimensão e relevância, tornando-se o maior da região.</p>\r\n\r\n<p>Em <strong>2003</strong>, a <strong>VIBRACOM</strong> deu mais um passo decisivo ao expandir suas operações para o <strong>Distrito Agroindustrial de Aparecida de Goiânia (DAIAG)</strong>. A nova unidade aproximou a empresa do mercado da <strong>Região Metropolitana de Goiânia</strong> e ampliou sua capacidade de atender às demandas de uma das áreas de maior dinamismo econômico e imobiliário de Goiás.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Tecnologia, qualidade e inovação como pilares</strong></p>\r\n\r\n<p>A expansão física foi acompanhada por uma transformação contínua dos <strong>processos produtivos</strong>. Com uma gestão de <strong>origem familiar </strong>e decisões estratégicas orientadas pelo <strong>crescimento sustentável</strong>, a <strong>VIBRACOM </strong>manteve o investimento em <strong>tecnologia</strong>, modernização e <strong>inovação</strong> como parte central de seu modelo de negócio.</p>\r\n\r\n<p>Utilizando <strong>recursos próprios</strong>, a empresa remodelou etapas da produção e incorporou equipamentos de ponta provenientes de países como <strong>China, Sérvia </strong>e<strong> Itália</strong>. A modernização contribuiu para elevar a eficiência industrial, ampliar a capacidade de atendimento e diversificar o portfólio.</p>\r\n\r\n<p>Hoje, a linha de produtos reúne mais de <strong>120 itens</strong>, que vão de <strong>blocos, canaletas, pisos, tubos, lajes, postes </strong>e <strong>estruturas pré-moldadas</strong>, além de uma <strong>fábrica própria de EPS</strong> (Poliestireno Expandido, popularmente conhecido como <em>'isopor'</em>), exclusiva para atender projetos com qualquer especificação, medida, design e densidade. São soluções que atendem a diferentes necessidades da construção civil, desde pequenas obras e reformas até empreendimentos de maior porte e edifícios modernos.</p>\r\n\r\n<p>Por trás dessa diversidade está uma preocupação permanente: entregar produtos que combinem <strong>qualidade, confiabilidade </strong>e<strong> desempenho</strong>, contribuindo para que cada projeto avance com segurança e eficiência.</p>\r\n\r\n<p>A busca por excelência também se refletiu na conquista de certificações do <strong>Programa Setorial da Qualidade (PSQ)</strong>, gerido pela <strong>Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP)</strong>, além da <strong>ISO 9001</strong>, norma internacional de gestão da qualidade que padroniza processos, reduz retrabalhos e melhora a entrega na construção civil, em uma das unidades. </p>\r\n\r\n<p>A empresa passou a ser procurada para <strong>visitas técnicas</strong> de profissionais e organizações de diferentes regiões do país, interessados em conhecer de perto suas práticas de gestão, seus processos industriais e suas soluções para a construção civil.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Esse reconhecimento é resultado de uma trajetória que não se limitou a aumentar a produção ou ocupar novos espaços. A VIBRACOM investiu na evolução do negócio, na qualificação de seus processos e no fortalecimento do relacionamento com clientes e parceiros, entendendo que a confiança se constrói a cada entrega.</strong></span></p>\r\n\r\n<p><strong>Quatro décadas construídas por pessoas</strong></p>\r\n\r\n<p>Nenhuma indústria chega aos <strong>40 anos</strong> apenas com máquinas, instalações e equipamentos. Por trás de cada produto, de cada melhoria e de cada etapa de expansão, estão as <strong>pessoas</strong> que fazem o negócio acontecer.</p>\r\n\r\n<p>Ao longo dessas quatro décadas, <strong>colaboradores</strong> de diferentes gerações contribuíram para transformar um pequeno empreendimento em um grupo industrial com presença consolidada em Goiás. São <strong>profissionais</strong> que participam diariamente da fabricação, da logística, do atendimento, da gestão e de tantas outras atividades essenciais para manter a operação em movimento.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p><span style=\"color:#8e44ad\"><em><strong>\"Nenhuma empresa chega aos 40 anos sozinha. Essa história foi construída por muitas mãos, por colaboradores que vestiram a camisa, por clientes que confiaram no nosso trabalho e por parceiros que caminharam conosco. Temos muito orgulho do que construímos, mas, principalmente, das pessoas que fazem parte dessa trajetória. São elas que dão sentido a tudo o que conquistamos\", ressalta Ubiratan Lopes.</strong></em></span></p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<p>A <strong>relação com os clientes</strong> também faz parte dessa história. Cada obra atendida representa uma oportunidade de demonstrar a qualidade dos produtos e a capacidade de oferecer soluções adequadas às necessidades do mercado. Cada <strong>parceria duradoura</strong> reforça a importância de ouvir, compreender e construir relações baseadas na confiança.</p>\r\n\r\n<p>Esse <strong>vínculo com as pessoas</strong> ajuda a explicar a permanência da empresa em um setor marcado pela concorrência, pelas transformações tecnológicas e pelas constantes mudanças nas exigências da construção civil.</p>\r\n\r\n<p>A história da <strong>VIBRACOM</strong> é, portanto, também a história de quem acreditou no projeto desde o começo, de quem se juntou à equipe ao longo do caminho e de quem continua contribuindo para que a empresa evolua.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/celebracao-dos-40-anos-da-vibracom.jpg\" style=\"height:811px; width:1440px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>O presidente Ubiratan Lopes, acompanhado da esposa, Helena de Miranda Lopes, Fernanda Lopes (diretora Financeira), Clarissa Lopes (diretora de Recursos Humanos), Ubiratan Júnior (engenheiro de Produção) e Kleyton Pacheco (diretor Técnico Comercial), durante o evento de comemoração dos 40 anos da VIBRACOM (Arquivo Cidades)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>O futuro começa com a mesma disposição de construir</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Completar 40 anos não significa apenas olhar para trás e contabilizar conquistas. É também reconhecer os desafios superados, valorizar os aprendizados e renovar o compromisso com os próximos capítulos.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A construção civil se transforma continuamente. Novas tecnologias, demandas por produtividade, exigências de qualidade e a busca por processos cada vez mais eficientes impõem<strong> desafios permanentes</strong> às empresas do setor. </p>\r\n\r\n<p>Para a <strong>VIBRACOM</strong>, seguir em frente significa continuar <strong>investindo</strong>, <strong>inovando</strong> e buscando <strong>soluções</strong> que acompanhem as necessidades dos clientes e a evolução do mercado.</p>\r\n\r\n<blockquote>\r\n<p><span style=\"color:#8e44ad\"><em><strong>\"Celebrar 40 anos não significa apenas olhar para o passado. É também renovar nosso compromisso com o futuro. Queremos continuar investindo em tecnologia, qualidade e inovação, ampliando nossas soluções para a construção civil e fortalecendo a relação com nossos clientes. É com essa energia, ouvindo as pessoas e trabalhando juntos, que queremos construir os próximos 40 anos\", planeja o presidente.</strong></em></span></p>\r\n</blockquote>\r\n\r\n<p>Quatro décadas depois daquele primeiro saco de cimento aberto em <strong>Anápolis</strong>, a essência do empreendimento permanece na disposição para trabalhar, superar obstáculos e construir novas possibilidades.</p>\r\n\r\n<p>A <strong>VIBRACOM</strong> cresceu, modernizou suas instalações, diversificou seus produtos e ampliou sua presença no mercado. Mas continua apoiada nos mesmos fundamentos que deram origem à sua história: <strong>iniciativa, persistência, qualidade </strong>e<strong> confiança nas pessoas</strong>.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>São 40 anos de trabalho, conquistas e soluções que fazem parte de milhares de obras. Uma história que começou pequena, ganhou força com cada desafio superado e continua sendo construída todos os dias.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Acesse o site da <a href=\"https://www.vibracom.com.br\" target=\"_blank\"><strong>VIBRACOM</strong></a><br />\r\n@vibracom<br />\r\n </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small><br />\r\n </div>\r\n",
            "summary": "Tudo começou em 20 de outubro de 1986. Naquele dia, ao abrir o primeiro saco de cimento para preparar o traço de massa que daria origem às primeiras lajes, o jovem Ubiratan da Silva Lopes talvez ainda...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/b33fad1e-0fbf-47e0-ba3f-ffbb7f1ee10e/conversions/vibracom-daia-1-large.webp",
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            "title": "Doença de Newcastle contamina perus em Santa Catarina",
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            "content_html": "<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, em 18 de outubro de 2026, um foco da **<strong>doença de Newcastle</strong>** em uma propriedade de criação comercial de perus em <strong>Nova Itaberaba, no oeste de Santa Catarina</strong>. A unidade, que abriga aproximadamente <strong>6 mil aves</strong>, foi interditada, e o governo federal iniciou medidas para conter e erradicar a ocorrência. </p>\r\n\r\n<p>A investigação também prevê o monitoramento de cerca de <strong>133 propriedades rurais</strong> na região. Segundo o ministério, as aves do estabelecimento afetado permaneceram na propriedade e não foram destinadas à produção de carne para consumo.</p>\r\n\r\n<p>A confirmação foi divulgada em 19 de outubro, após investigação epidemiológica conduzida pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina e análises do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP). As amostras foram coletadas entre 21 de setembro e 14 de outubro. O laboratório é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como referência internacional para o diagnóstico da doença.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Consumo de carne e ovos</strong></p>\r\n\r\n<p>O Mapa afirma que <strong>não há contraindicação ao consumo de produtos avícolas submetidos à inspeção sanitária oficial</strong>. A orientação foi reforçada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, durante coletiva de imprensa realizada em Brasília, em 19 de outubro.</p>\r\n\r\n<p>A informação é importante para diferenciar a ocorrência sanitária em uma propriedade específica de um risco generalizado para os consumidores. A confirmação do vírus em aves exige medidas de controle na produção, mas não significa, por si só, que carnes e ovos fiscalizados estejam contaminados ou representem risco à população.</p>\r\n\r\n<p>O ministério também informou que, naquele momento, não haveria recolhimento de produtos nem devolução de aves que já tivessem saído de outras propriedades da região. Eventuais mudanças nas orientações dependem da evolução das investigações e das decisões das autoridades sanitárias.</p>\r\n\r\n<p><strong>Quatro municípios sob monitoramento</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O plano de vigilância abrange Nova Itaberaba, onde foi identificado o foco, e os municípios vizinhos de Coronel Freitas, Nova Erechim e Águas Frias. Aproximadamente 133 propriedades deverão ser acompanhadas pelas equipes técnicas.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>O trabalho inclui visitas às unidades produtivas, avaliação clínica das aves e coleta de amostras para exames laboratoriais. O objetivo é verificar se há sinais da doença ou evidências da circulação do vírus em outros estabelecimentos.</p>\r\n\r\n<p>A propriedade afetada foi interditada, com suspensão da movimentação de aves. Entre as medidas previstas estão a eliminação das aves do foco, seguida de limpeza, desinfecção e aplicação dos protocolos sanitários estabelecidos para a ocorrência.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/whatsapp-image-2026-10-19-at-170202-1024x768.jpeg\" style=\"height:768px; width:1024px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Cerca de 130 propriedades poderão passar por coleta de amostras de sangue das aves, numa ação que busca conter a disseminação do vírus e proteger a produção avícola (Cidasc)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>O que é a doença de Newcastle</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A doença de Newcastle é uma enfermidade viral que afeta aves domésticas e silvestres. É causada por uma variante virulenta do paramixovírus aviário do sorotipo 1 (APMV-1) e pode provocar perdas expressivas na produção avícola, dependendo da virulência do agente e das condições do plantel.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A identificação de um foco exige resposta rápida porque a circulação do vírus pode comprometer a sanidade dos plantéis e gerar consequências econômicas para produtores, frigoríficos e exportadores. A interdição da propriedade e a investigação das unidades próximas são medidas destinadas a limitar a disseminação da doença.</p>\r\n\r\n<p><strong>Impactos para o comércio exterior</strong></p>\r\n\r\n<p>Além do controle sanitário, o episódio tem implicações para o comércio internacional de produtos avícolas. O Mapa informou que comunicaria oficialmente a ocorrência à OMSA e aos parceiros comerciais do Brasil.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A confirmação já provocou restrições às exportações brasileiras para a China, Malásia e México, que suspenderam importações de aves de todo o Brasil, enquanto a União Europeia, o Chile e outros mercados restringiram produtos provenientes de Santa Catarina.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>As medidas variam conforme o destino e os protocolos sanitários de cada parceiro comercial, sem representar uma suspensão generalizada das exportações brasileiras para todos os países.</p>\r\n\r\n<p>O caso reforça a importância da vigilância epidemiológica e da transparência nas notificações sanitárias para preservar a confiança nos controles brasileiros. O Mapa informou que continuará acompanhando a ocorrência e divulgará novas informações conforme o avanço das investigações e das medidas de contenção.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária.<br />\r\n@mapa_gov @governosc<br />\r\n#DoencaDeNewcastle #SantaCatarina #NovaItaberaba #DefesaAgropecuaria #MinisterioDaAgricultura #SanidadeAnimal #Avicultura #ProducaoDePerus #VigilanciaSanitaria #SegurancaDosAlimentos #Agronegocio #ExportacoesBrasileiras #ProducaoAvicola #SegurancaAlimentar</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/mapa-confirma-foco-de-doenca-de-newcastle-em-estabelecimento-avicola-em-santa-catarina\" target=\"_blank\"><strong>Nota Oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small><br />\r\n </div>\r\n",
            "summary": "O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, em 18 de outubro de 2026, um foco da **doença de Newcastle** em uma propriedade de criação comercial de perus em Nova Itaberaba, no oeste de Sa...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/fe29f960-84de-4755-a44b-e45440ef50d9/conversions/whatsapp-image-2026-10-19-at-170202-2-divulgacao-cidasc-large.webp",
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            "title": "Farmácia Popular tem 2.074 vagas abertas em 1.473 municípios",
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            "content_html": "<p>O <strong>Programa Farmácia Popular</strong> tem <strong>2.074 vagas disponíveis para credenciamento</strong> em <strong>1.473 municípios brasileiros</strong>, segundo planilha do Ministério da Saúde atualizada em 9 de outubro de 2026. A lista reúne 3 mil vagas no total, das quais 926 estavam preenchidas e outras 2.074 permaneciam abertas. A iniciativa busca ampliar a rede de estabelecimentos que fornecem medicamentos e insumos gratuitos à população por meio de farmácias e drogarias privadas credenciadas.</p>\r\n\r\n<p>As oportunidades estão distribuídas pelas cinco regiões do país. O credenciamento permite que novos estabelecimentos passem a integrar o programa federal, ampliando os pontos de retirada de produtos destinados ao tratamento de doenças crônicas e a outras necessidades de saúde. A disponibilidade de vagas, entretanto, não significa que todas serão ocupadas nem que os estabelecimentos começarão a atender imediatamente.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Nordeste concentra maior número de vagas</strong></p>\r\n\r\n<p>O <strong>Nordeste</strong> concentra 964 das vagas disponíveis, o equivalente a 46,5% do total. A região reúne 663 municípios na lista, com oportunidades para ampliar a rede de atendimento.</p>\r\n\r\n<p>O <strong>Norte</strong> aparece em seguida, com 404 vagas distribuídas por 289 municípios. No <strong>Sudeste</strong>, são 280 vagas em 212 municípios. O <strong>Centro-Oeste</strong> tem 244 vagas em 156 municípios, enquanto o <strong>Sul</strong> reúne 182 vagas em 180 municípios.</p>\r\n\r\n<p>A distribuição mostra que as oportunidades não se restringem às regiões mais populosas. O credenciamento também contempla municípios do <strong>Norte</strong> e do <strong>Nordeste</strong>, onde a ampliação dos pontos de atendimento pode facilitar o acesso a medicamentos, dependendo da localização dos estabelecimentos e da demanda local.</p>\r\n\r\n<p><strong>Programa atende 5 mil municípios</strong></p>\r\n\r\n<p>A abertura de novas vagas ocorre enquanto o <strong>Farmácia Popular </strong>amplia sua cobertura nacional. Em 20 de outubro de 2026, o Ministério da Saúde informou que o programa estava presente em <strong>5 mil municípios</strong>, com <strong>21.371 farmácias ativas</strong>. Essas localidades concentram <strong>97,1% da população brasileira</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Entre 2023 e 2026, a expansão foi registrada em todas as regiões. No Norte, o número de municípios atendidos passou de 193 para 282, crescimento de 46,1%. No Nordeste, avançou de 1.168 para 1.556. No Sudeste, subiu de 1.545 para 1.624; no Sul, de 1.084 para 1.130; e no Centro-Oeste, de 399 para 408.</p>\r\n\r\n<p>O ministério também informou que o <strong>número de beneficiários cresceu 31,6% </strong>entre 2022 e 2025. Ao longo de 2025, foram atendidos <strong>27,3 milhões de brasileiros</strong>. Entre janeiro e setembro de 2026, o total chegou a 25,3 milhões de pessoas.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Medicamentos e insumos são gratuitos</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O Farmácia Popular disponibiliza 41 produtos gratuitos, entre medicamentos, fraldas geriátricas e absorventes higiênicos. A lista inclui tratamentos para hipertensão, diabetes, asma, osteoporose, colesterol alto, rinite, doença de Parkinson e glaucoma, entre outras condições.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A gratuidade abrange os produtos contemplados pelo programa. Para retirar os itens, o cidadão deve procurar um estabelecimento credenciado e apresentar a documentação exigida, incluindo documento oficial com foto e CPF, além da receita médica, quando aplicável.</p>\r\n\r\n<p>A iniciativa integra a política de assistência farmacêutica do <strong>Sistema Único de Saúde (SUS)</strong> e complementa a distribuição de medicamentos realizada em unidades públicas de saúde, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS).</p>\r\n\r\n<p><strong>Mulheres e idosos concentram atendimentos</strong></p>\r\n\r\n<p>As mulheres representam mais de <strong>63% dos atendimentos</strong> registrados pelo Farmácia Popular em 2026, segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro. No recorte por idade, os idosos correspondiam a aproximadamente 71% dos beneficiários considerados na divulgação.</p>\r\n\r\n<p>Entre janeiro e setembro, 18,4 milhões de pessoas com mais de 60 anos utilizaram o programa. O dado reforça a importância da oferta para quem precisa de tratamento contínuo, especialmente em casos de hipertensão, diabetes e colesterol elevado.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Entre os medicamentos disponíveis estão a losartana potássica, utilizada no tratamento da hipertensão; a metformina, indicada para diabetes; e a sinvastatina, empregada no controle do colesterol. A retirada gratuita pode reduzir despesas recorrentes para pessoas que precisam manter esses tratamentos.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Os percentuais de mulheres e idosos são indicadores divulgados pelo ministério em recortes específicos. Como os grupos podem se sobrepor, os dados não devem ser somados entre si.</p>\r\n\r\n<p><strong>Economia pode chegar a R$ 8,8 mil por ano</strong></p>\r\n\r\n<p>O Ministério da Saúde estima que uma família de quatro pessoas que utilize diferentes medicamentos e insumos do programa possa economizar aproximadamente <strong>R$ 8,8 mil por ano</strong>, valor equivalente a 5,4 salários mínimos considerados no cálculo divulgado em setembro de 2026.</p>\r\n\r\n<p>A estimativa varia de acordo com as necessidades de saúde e os produtos utilizados por cada família. Segundo o ministério, a retirada de <strong>fraldas geriátricas</strong> pode representar uma <strong>economia de até R$ 3.240 por ano</strong>. Para o tratamento da doença de Parkinson, a redução estimada chega a R$ 1.500 anuais por pessoa.</p>\r\n\r\n<p>O valor de R$ 8,8 mil é uma simulação de economia potencial, não uma média observada entre todos os beneficiários. O impacto efetivo depende dos tratamentos realizados e da quantidade de produtos utilizados.</p>\r\n\r\n<p><strong>Governo estuda modernização do programa</strong></p>\r\n\r\n<p>Em agosto de 2026, o Ministério da Saúde publicou novas regras para modernizar a operação do <strong>Farmácia Popular </strong>e aperfeiçoar a fiscalização dos estabelecimentos participantes.</p>\r\n\r\n<p>Entre as medidas em avaliação estão o uso de biometria para a retirada de medicamentos, a integração de bases de dados governamentais e o monitoramento automatizado das dispensações. O governo também estuda a possibilidade de incorporar serviços adicionais, como exames e teleatendimentos, e ampliar a rede em regiões com menor oferta de serviços de saúde.</p>\r\n\r\n<p>As propostas ainda dependem de avaliação técnica e não devem ser confundidas com serviços já disponíveis. A ampliação do credenciamento, por sua vez, representa uma oportunidade para estabelecimentos interessados em participar da rede, desde que cumpram os requisitos definidos pelo Ministério da Saúde.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Ministério da Saúde.<br />\r\n@minsaude<br />\r\n#FarmáciaPopular #Credenciamento #VagasAbertas #SaúdePública #MedicamentosGratuitos #SUS #MinistérioDaSaúde #AssistênciaFarmacêutica #AcessoÀSaúde #SaúdeDaMulher #SaúdeDoIdoso #EconomiaFamiliar #PolíticasPúblicas #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular\" target=\"_blank\"><strong>Programa Farmácia Popular</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular/arquivos/elenco-de-medicamentos-e-insumos-pfpb.pdf\" target=\"_blank\"><strong>lista de medicamentos e insumos do Farmácia Popular</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://infoms.saude.gov.br/extensions/SEIDIGI_DEMAS_PFPB_ENDERECOS/index.html\" target=\"_blank\"><strong>Painel de Endereço das Farmácias</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular/participacao\" target=\"_blank\"><strong>lista de vagas por município e as orientações para participação </strong></a></p>\r\n\r\n<p>Assista ao vídeo da <strong><a href=\"https://www.instagram.com/reels/DaxkMz4BeXR/\" target=\"_blank\">Prefeitura de Porto Velho (@prefeitura.pvh)</a></strong><br />\r\n<a href=\"https://www.instagram.com/reels/DaxkMz4BeXR/\">https://www.instagram.com/reels/DaxkMz4BeXR/</a><br />\r\n </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n",
            "summary": "O Programa Farmácia Popular tem 2.074 vagas disponíveis para credenciamento em 1.473 municípios brasileiros, segundo planilha do Ministério da Saúde atualizada em 9 de outubro de 2026. A lista reúne 3...",
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            "date_published": "2026-10-21T14:51:00+00:00",
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            "title": "Agência Lupa adverte: 87,3% dos conteúdos sobre saúde são enganosos ou mentirosos",
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            "content_html": "<div class=\"dn_imagemComLegenda iclEsquerda\" style=\"float:left\"><a href=\"https://uploads.agencialupa.org/2026/10/Relatorio-de-Saude-Lupa-Afya-Outubro-de-2026_.pdf\" target=\"_blank\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/relatorio-de-saude-lupa-afya-outubro-de-2026-1.jpg\" style=\"height:1132px; width:800px\" /></a><small class=\"dn_legendaImg\"><em>O resultado central é a continuidade de métodos de persuasão que atravessam diferentes crises sanitárias e podem ser reaproveitados para promover tanto teorias conspiratórias quanto produtos comerciais</em></small></div>\r\n\r\n<p>Quase nove em cada dez alegações virais sobre saúde analisadas pela <strong>Agência Lupa</strong> foram classificadas como <strong>falsas</strong>. O levantamento, publicado em outubro de 2026 pelo <strong>Observatório Lupa</strong> com patrocínio da <strong>Afya</strong>, reuniu <strong>764 alegações verificadas</strong> entre 2017 e 30 de junho de 2026 e identificou <strong>667 falsidades</strong>. Os dados mostram que a desinformação sanitária persistiu após a pandemia de Covid-19, adaptou suas narrativas a outras doenças e passou a combinar, em casos recentes, vídeos manipulados, anúncios pagos e promessas comerciais de cura.</p>\r\n\r\n<p>O relatório <em><strong>Raio-X da Desinformação em Saúde</strong></em> aponta que a pandemia ampliou a escala de estratégias que já circulavam no país. Entre 2020 e 2021, a Lupa analisou 452 conteúdos virais de saúde, contra 44 no período de 2017 a 2019. O volume de verificações foi aproximadamente <strong>dez vezes maior no ciclo pandêmico</strong>.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/relatorio-de-saude-lupa-afya-outubro-de-2026-9.jpg\" style=\"height:765px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Raio-X da Desinformação em Saúde</em></small></div>\r\n\r\n<p>As principais técnicas de persuasão, porém, não surgiram com o coronavírus. A pesquisa identificou o uso de <strong>falsa autoridade médica ou científica</strong> em 21,59% das alegações falsas analisadas, seguido pela exploração do <strong>medo e da linguagem alarmista</strong> (17,09%), pela <strong>distorção de estudos e dados</strong> (15,74%) e pela promessa de <strong>soluções simples para problemas complexos</strong> (12,59%).</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A apropriação da credibilidade científica ocorre quando declarações de profissionais são retiradas de contexto, conclusões de pesquisas são exageradas ou informações inexistentes são atribuídas a especialistas reais. Dessa forma, conteúdos enganosos podem adquirir aparência de legitimidade sem que médicos ou instituições tenham participado de sua produção.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/relatorio-de-saude-lupa-afya-outubro-de-2026-11.jpg\" style=\"height:877px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Raio-X da Desinformação em Saúde</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Vacinas continuam entre os principais alvos</strong></p>\r\n\r\n<p>A desinformação sobre <strong>vacinas e vacinação</strong> permaneceu relevante mesmo após o fim da emergência sanitária. Antes da pandemia, o tema correspondia a 9,1% das checagens de saúde da Lupa. A participação subiu para 33,2% entre 2020 e 2021 e chegou a 38,9% no período de 2022 a 2024.</p>\r\n\r\n<p>Entre 2025 e junho de 2026, a proporção recuou para 20%, mas continuou acima do dobro do patamar anterior à pandemia. No conjunto do levantamento, 212 das 244 alegações sobre vacinas foram classificadas como falsas, o equivalente a 86,9%.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Depois que a Covid-19 perdeu protagonismo, parte das narrativas passou a atribuir supostos danos aos imunizantes e a divulgar métodos de “desintoxicação” do organismo. O relatório também registra a adaptação de antigas promessas de cura para outros temas, como dengue, câncer, doenças cardiovasculares, alimentação e diabetes.</strong></span></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/37123-1.jpg\" style=\"height:667px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Os dados permitem identificar estratégias recorrentes e mudanças nos temas explorados, além da continuidade de métodos de persuasão que atravessam diferentes crises sanitárias e podem ser reaproveitados para promover tanto teorias conspiratórias quanto produtos comerciais (Magnific)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Medo e urgência ganham espaço</strong></p>\r\n\r\n<p>No ciclo mais recente, de janeiro de 2025 a junho de 2026, o uso do <strong>medo</strong> e de <strong>mensagens alarmistas</strong> atingiu sua maior participação proporcional entre os quatro períodos examinados: 33,82% das <strong>alegações falsas</strong> analisadas nesse recorte.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A estratégia associa vacinas, tratamentos e produtos cotidianos a consequências graves, como infertilidade, câncer ou morte, sem apresentar evidências que sustentem as afirmações. Mensagens que criam sensação de urgência também podem pressionar o público a compartilhar conteúdos antes de verificar sua procedência.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A pesquisa identificou a presença de figuras públicas em 142 das 498 verificações examinadas no capítulo dedicado a atores, formatos e plataformas. <strong>Jair Bolsonaro</strong> apareceu em 11 verificações; <strong>Bill Gates</strong> e o médico <strong>Drauzio Varella</strong>, em dez cada; <strong>João Doria</strong>, em sete; e <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong>, em cinco.</p>\r\n\r\n<p>A associação não significa que essas pessoas tenham produzido ou endossado as falsidades. O relatório destaca que nomes, imagens e reputações podem ser usados por terceiros para conferir credibilidade a conteúdos enganosos.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/relatorio-de-saude-lupa-afya-outubro-de-2026-95.png\" style=\"height:857px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Raio-X da Desinformação em Saúde</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>WhatsApp tem papel central na circulação</strong></p>\r\n\r\n<p>O <strong>WhatsApp</strong> foi mencionado isoladamente em 298 das 498 verificações analisadas sobre circulação de desinformação em saúde, o equivalente a 59,8%. Em outras 53 ocorrências, apareceu associado a pelo menos outra plataforma. Somados esses registros, mais de 70% das checagens partiram de conteúdos que circularam ou foram encontrados no aplicativo.</p>\r\n\r\n<p>O <strong>Facebook</strong> aparece em 126 registros, ou 25,3%, e o <strong>Instagram</strong>, em 35, ou 7%. Os dados indicam que as falsidades transitam por diferentes ambientes digitais, combinando aplicativos de mensagens, redes sociais e páginas na internet.</p>\r\n\r\n<p>A <strong>Lupa</strong> ressalva que esses resultados não permitem concluir que o <strong>WhatsApp</strong> seja a origem das informações falsas ou que concentre a maior parte da desinformação em saúde publicada no país. O recebimento de pedidos de checagem pelo aplicativo também pode influenciar a composição da amostra.</p>\r\n\r\n<p>O relatório identificou ainda a combinação de formatos como uma característica recorrente. <strong>Texto associado a vídeo</strong> apareceu em 139 verificações, correspondendo a 27,9% da base desse capítulo. A combinação de <strong>imagem e texto</strong> foi registrada em 103 casos, ou 20,7%.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/relatorio-de-saude-lupa-afya-outubro-de-2026-92.png\" style=\"height:865px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Raio-X da Desinformação em Saúde</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Diabetes se destaca nas falsas promessas comerciais</strong></p>\r\n\r\n<p>A exploração comercial da desinformação é um dos principais alertas do levantamento. Das 18 verificações relacionadas à promoção comercial de produtos ou serviços de saúde, sete envolviam <strong>diabetes</strong>, o equivalente a 38,9%. Quatorze dos 18 casos ocorreram após 2021.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Os anúncios analisados prometiam controlar ou reverter a doença, dispensar insulina ou outros medicamentos e permitir uma alimentação sem restrições. Entre os produtos promovidos estavam suplementos, fórmulas anunciadas como naturais, supostos medicamentos e até um medidor de glicose a laser.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Em 17 dos 18 casos comerciais, o percurso do usuário terminava na oferta de um produto ou serviço. No restante, havia direcionamento para um grupo de WhatsApp, utilizado para manter contato com potenciais consumidores e apresentar publicidade.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O risco vai além do prejuízo financeiro. Em cinco casos examinados, os conteúdos comerciais sugeriam substituir tratamentos ou procedimentos comprovados. A promessa de uma solução rápida pode levar pessoas a interromper medicamentos ou deixar de buscar acompanhamento profissional.</strong></span></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/relatorio-de-saude-lupa-afya-outubro-de-2026-10.jpg\" style=\"height:788px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Raio-X da Desinformação em Saúde</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Inteligência artificial amplia os desafios</strong></p>\r\n\r\n<p>Na análise dos anos mais recentes, o estudo descreve o uso de <strong>vídeos manipulados</strong>, anúncios pagos e conteúdos produzidos com inteligência artificial, incluindo <em>deepfakes</em>, para dar aparência de autenticidade a promessas de cura.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O relatório conclui que o combate à desinformação não deve depender apenas de desmentidos publicados depois que uma mensagem viraliza. Entre as medidas recomendadas estão o monitoramento permanente de narrativas de risco, respostas rápidas a alegações que incentivem o abandono de tratamentos, maior controle sobre anúncios enganosos e ações de educação midiática.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A pesquisa também atribui responsabilidades a governos, órgãos reguladores, plataformas digitais, profissionais de saúde e veículos jornalísticos. O objetivo é identificar falsidades antes que alcancem grandes públicos, reduzir os incentivos financeiros associados à desinformação e facilitar o acesso a informações confiáveis.</p>\r\n\r\n<p>O levantamento, contudo, tem limites: a base reúne conteúdos selecionados pela Lupa e não representa toda a circulação de informações falsas no Brasil. Também não mede quantas pessoas acreditaram nas alegações nem quantas mudaram suas decisões de saúde por causa delas.</p>\r\n\r\n<p>Os dados permitem identificar estratégias recorrentes e mudanças nos temas explorados, mas não estimar a prevalência nacional da desinformação. O resultado central é a continuidade de métodos de persuasão que atravessam diferentes crises sanitárias e podem ser reaproveitados para promover tanto teorias conspiratórias quanto produtos comerciais.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Observatório Lupa.<br />\r\n@agencia_lupa @afyaeducacao @gustavomeirelles @jairmessiasbolsonaro @billgates @sitedrauzio @jdoriajr @lulaoficial @minsaude @who @anvisaoficial<br />\r\n#Desinformação #Saúde #FakeNews #AgênciaLupa #JornalismoDeDados #SaúdePública #Vacinação #Covid19 #Diabetes #InteligênciaArtificial #EducaçãoMidiática #ChecagemDeFatos #Afya #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://uploads.agencialupa.org/2026/10/Relatorio-de-Saude-Lupa-Afya-Outubro-de-2026_.pdf\" target=\"_blank\"><strong>Raio-X da Desinformação em Saúde</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "O resultado central é a continuidade de métodos de persuasão que atravessam diferentes crises sanitárias e podem ser reaproveitados para promover tanto teorias conspiratórias quanto produtos comerciai...",
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            "content_html": "<p>O Brasil tem <strong>225 municípios identificados em uma relação de localidades produtoras de minerais críticos e estratégicos</strong>, distribuídos por <strong>21 estados</strong>, segundo a lista conferida pela <span style=\"color:#2980b9\"><strong>Agência Cidades</strong></span> a partir dos dados consultados no portal da <strong>Agência Nacional de Mineração (ANM)</strong>. </p>\r\n\r\n<p><strong>Minas Gerais</strong> concentra 94 cidades, o equivalente a 41,8% do levantamento, seguido por <strong>Bahia</strong>, com 26; <strong>Mato Grosso</strong>, com 23; e <strong>Pará</strong>, com 20. O painel da ANM indica 227 municípios, com duas duplicidades, além de diversos municípios com a grafia alterada. </p>\r\n\r\n<p>A distribuição evidencia a concentração territorial da <strong>atividade mineral</strong>. Os quatro estados com mais municípios na lista reúnem 163 localidades, ou 72,4% do total conferido. <strong>Minas Gerais</strong>, sozinho, responde por mais de quatro em cada dez municípios identificados.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/3294-1.jpg\" style=\"height:558px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A distribuição evidencia a concentração territorial da atividade mineral em Minas Gerais, que concentra 94 municípios produtores, respondendo por mais de quatro em cada dez municípios identificados (Magnific)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Minas Gerais concentra 94 municípios</strong></p>\r\n\r\n<p>Com 94 municípios, <strong>Minas Gerais</strong> aparece com a maior presença na relação. O estado tem longa tradição de mineração e reúne atividades ligadas a diferentes substâncias minerais. Na sequência, a <strong>Bahia</strong> contabiliza 26 municípios, <strong>Mato Grosso</strong> tem 23 e o <strong>Pará</strong>, 20.</p>\r\n\r\n<p><strong>Goiás</strong> aparece com 12 municípios, enquanto <strong>Rondônia</strong> tem oito. <strong>São Paulo</strong>, com sete, e <strong>Tocantins </strong>e<strong> Ceará</strong>, com seis cada, completam o grupo seguinte. Ao todo, a lista abrange 21 unidades da Federação.</p>\r\n\r\n<p><strong>A distribuição por estado é a seguinte:</strong></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><em><strong>Minas Gerais</strong> 94 municípios</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Bahia</strong>: 26</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Mato Grosso</strong> 23</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Pará</strong>: 20</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Goiás</strong>: 12</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Rondônia</strong>: 8</em></li>\r\n\t<li><em><strong>São Paulo</strong>: 7</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Tocantins </strong>e<strong> Ceará</strong>: 6</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Rio Grande do Norte</strong>: 4 municípios cada</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Maranhão </strong>e<strong> Amapá</strong>: 3 municípios cada</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Pernambuco, Piauí, Paraíba </strong>e<strong> Espírito Santo</strong>: 2 municípios cada</em></li>\r\n\t<li><em><strong>Alagoas, Amazonas, Paraná, Sergipe </strong>e<strong> Santa Catarina</strong>: um município cada.</em></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/extracao-em-minacu-go.jpg\" style=\"height:800px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Extração, em Minaçu, Goiás, de elementos essenciais à fabricação de ímãs permanentes, usados em veículos elétricos (Agência Senado)</em></small></div>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#ffffff\"><strong><span style=\"background-color:#2980b9\"> Municípios e empregos ajudam a dimensionar o setor </span></strong></span></p>\r\n\r\n<p>O recorte territorial pode ser relacionado aos dados de emprego divulgados pela ANM para 2025. Segundo a agência, as atividades ligadas aos minerais críticos e estratégicos somaram <strong>129.423 empregos</strong> no país, equivalentes a 57% dos 226.634 postos de trabalho da indústria extrativa mineral.</p>\r\n\r\n<p><strong>Minas Gerais</strong> também lidera no emprego, com 62.631 postos, seguido pelo <strong>Pará</strong>, com 27.047, e pela <strong>Bahia</strong>, com 9.147. Os indicadores mostram a relevância desses estados tanto na distribuição das localidades incluídas no levantamento quanto no mercado de trabalho do setor, embora as duas medidas representem dimensões diferentes da atividade mineral.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Os minerais críticos e estratégicos são matérias-primas importantes para setores como tecnologia, indústria, equipamentos eletrônicos, baterias e transição energética. A classificação varia conforme os riscos de abastecimento, a importância econômica e a aplicação de cada recurso.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>O <strong>Portal de Minerais Críticos e Estratégicos da ANM</strong> permite consultar dados por estado, município e substância mineral. A ferramenta reúne informações territoriais e econômicas que ajudam a acompanhar a distribuição da mineração no Brasil.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/39975-1.jpg\" style=\"height:560px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A ANM esclarece que o Brasil ainda não possui uma lista única e definitiva de minerais críticos e estratégicos e que a classificação varia conforme o país e os critérios adotados (Magnific)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>24 substâncias minerais</strong></p>\r\n\r\n<p>Segundo a Agência Nacional de Mineração (ANM), o portal de Minerais Críticos e Estratégicos apresenta uma janela com <strong>24 substâncias minerais</strong>. A relação citada pela agência inclui <strong>alumínio, cobalto, cobre, estanho, ferro, fósforo, gálio, germânio, grafita, lítio, manganês, nióbio, níquel, ouro, potássio, prata, silício, tântalo, terras raras, titânio, zinco, zircônio, urânio </strong>e <strong>vanádio</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A ANM esclarece que o Brasil ainda não possui uma lista única e definitiva de minerais críticos e estratégicos. A classificação varia conforme o país e os critérios adotados; a relação acima corresponde às substâncias apresentadas no portal da agência, não necessariamente a uma lista legal exclusiva de minerais classificados dessa forma.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Agência Nacional de Mineração (ANM).<br />\r\n@anm_oficial<br />\r\n#MineraisCríticos #MineraisEstratégicos #Mineração #Municípios #MinasGerais #Bahia #MatoGrosso #Pará #Goiás #ANM #EconomiaMineral #RecursosMinerais #TransiçãoEnergética #JornalismoDeDados</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://geo.anm.gov.br/portal/apps/experiencebuilder/experience/?id=387ae484fac44dff91a608b475000eea\" target=\"_blank\"><strong>Portal de Minerais Críticos e Estratégicos da ANM e confira a relação de municípios</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "O Brasil tem 225 municípios identificados em uma relação de localidades produtoras de minerais críticos e estratégicos, distribuídos por 21 estados, segundo a lista conferida pela Agência Cidades a pa...",
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            "title": "Uruguai lidera ranking mundial de destinos para aposentados",
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            "content_html": "<p>O <strong>Uruguai</strong> lidera o <strong>ranking mundial de destinos para aposentados</strong> em 2026, com 99,90 pontos, segundo o <em><strong>Global Retirement Report and Index</strong></em>, elaborado pela consultoria Global Citizen Solutions. </p>\r\n\r\n<p>O levantamento compara 46 programas de residência em <strong>46 países </strong>destinados a aposentados e pessoas com renda passiva que desejam morar no exterior. O resultado coloca o país sul-americano à frente de <strong>Maurício, Espanha, Costa Rica </strong>e<strong> Portugal</strong>, mas revela que não existe um destino que reúna, ao mesmo tempo, as melhores condições de qualidade de vida, tributação, mobilidade internacional e custos para todos os perfis.</p>\r\n\r\n<p><strong>Maurício</strong>, país insular do oceano Índico, aparece em segundo lugar, com 99,80 pontos, seguido pela <strong>Espanha</strong>, com 99,60; <strong>Costa Rica</strong>, com 99,50; e <strong>Portugal</strong>, com 99,30. A diferença de apenas 0,60 ponto entre o primeiro e o quinto colocado mostra a proximidade entre os programas mais bem avaliados. O próprio relatório recomenda interpretar as primeiras posições como um grupo de destinos competitivos, e não como uma classificação definitiva de qualidade de vida.</p>\r\n\r\n<p>O índice considera cinco dimensões: <strong>qualidade de vida, mobilidade e cidadania, otimização tributária, procedimentos para obtenção de residência e custos de entrada</strong>. Os indicadores são convertidos para uma escala comum e recebem pesos diferentes antes da composição da nota final. Entre os fatores analisados estão segurança, condições ambientais, liberdade de circulação, regras para obtenção de cidadania, tributação da renda e do patrimônio, tempo de processamento dos pedidos e exigências financeiras.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Uruguai lidera pelo equilíbrio</strong></p>\r\n\r\n<p>A liderança uruguaia não decorre de uma nota máxima em um único critério. O país apresenta desempenho consistente nas cinco dimensões, com destaque para mobilidade e cidadania e para os custos de acesso ao programa. Segundo o relatório, a residência permanente pode ser obtida mediante comprovação de renda estável de US$ 1.700 mensais, com taxas governamentais de US$ 100 a US$ 300.</p>\r\n\r\n<p>A possibilidade de avançar para a cidadania também pesa na avaliação. O estudo aponta prazo de naturalização de três anos para pessoas casadas e cinco anos para solteiras, observadas as condições legais aplicáveis. O país permite a manutenção de outra nacionalidade.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Na América do Sul, o Uruguai combina uma economia baseada em serviços, agropecuária e exportações com forte concentração populacional na região de Montevidéu. Apesar das vantagens apontadas pelo índice, a pontuação não garante que o país seja a opção mais adequada para aposentados com rendimentos baixos ou necessidades específicas de atendimento médico.</strong></span></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/114372-1.jpg\" style=\"height:560px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A Espanha ocupa o terceiro lugar geral e lidera o indicador específico de qualidade de vida do levantamento (Magnific/IA)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Europa se destaca em qualidade de vida, mas enfrenta desvantagem fiscal</strong></p>\r\n\r\n<p>A <strong>Espanha</strong> ocupa o terceiro lugar geral e lidera o indicador específico de qualidade de vida do levantamento. O relatório destaca condições ambientais, segurança e expectativa de vida de aproximadamente 84 anos, segundo dados do Eurostat. A integração à União Europeia também amplia as possibilidades de circulação internacional para quem obtém os direitos correspondentes.</p>\r\n\r\n<p>A vantagem, porém, tem um contraponto: a <strong>Espanha</strong> aparece na última posição entre os 46 programas avaliados no pilar tributário. O país tributa rendimentos mundiais de residentes fiscais, embora existam regimes especiais cuja aplicação dependa das circunstâncias individuais.</p>\r\n\r\n<p><strong>Portugal</strong>, quinto colocado, também reúne atributos de qualidade de vida e mobilidade internacional. Entretanto, o relatório estima em cerca de 24 meses o tempo de processamento de determinados pedidos de residência considerados no estudo. O prazo pode aumentar o custo de uma mudança e adiar decisões sobre moradia e situação tributária.</p>\r\n\r\n<p>O contraste entre os destinos europeus e os latino-americanos evidencia uma das principais conclusões do levantamento: países com boas condições de vida e acesso a mercados internacionais nem sempre oferecem a tributação mais favorável. Por outro lado, regimes fiscais competitivos não significam necessariamente melhores serviços públicos ou infraestrutura.</p>\r\n\r\n<p><strong>Maurício e Costa Rica entram na disputa</strong></p>\r\n\r\n<p><strong>Maurício</strong> ficou em segundo lugar, com 99,80 pontos. Sua posição é sustentada pelo equilíbrio entre tratamento tributário, mobilidade, custos e qualidade de vida. A economia reúne atividades de turismo, serviços financeiros, indústria e comércio internacional.</p>\r\n\r\n<p>A <strong>Costa Rica</strong>, quarta colocada, alcançou 99,50 pontos. O país centro-americano combina turismo, agricultura, serviços e exportações de maior valor agregado. O relatório destaca o tratamento fiscal de determinadas rendas provenientes do exterior e a possibilidade de acesso à residência permanente após três anos consecutivos de residência temporária, conforme as regras migratórias citadas.</p>\r\n\r\n<p>O <strong>Paraguai</strong>, sexto colocado, aparece como alternativa para quem prioriza custos e eficiência fiscal. O estudo indica exigência mensal de US$ 1.200 em renda de aposentadoria ou dividendos para o programa analisado, além de tributação territorial, que, em regra, concentra a incidência sobre rendimentos de origem nacional. A contrapartida está na pontuação inferior em qualidade de vida em comparação com os líderes.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#ffffff\"><strong><span style=\"background-color:#2980b9\"> Brasil tem vantagens na tramitação e na inclusão familiar </span></strong></span></p>\r\n\r\n<p>O <strong>Brasil, </strong>no <strong>14.º lugar no ranking</strong>,<strong> </strong>apresenta um perfil diferente dos países mais bem posicionados no resultado geral. O relatório destaca o desempenho brasileiro nos procedimentos de residência e na mobilidade e cidadania, além da possibilidade de incluir familiares dependentes no processo.</p>\r\n\r\n<p>Para o visto de aposentado, o estudo aponta a exigência de comprovar renda previdenciária de pelo menos US$ 2 mil mensais, transferida para o país. O tempo de processamento estimado é de aproximadamente quatro meses e meio, segundo o levantamento.</p>\r\n\r\n<p>O país também oferece caminho para naturalização em quatro anos, conforme as condições legais aplicáveis, e permite dupla nacionalidade. Esses fatores contribuem para sua competitividade em perfis que priorizam a reunião familiar ou a possibilidade de obter uma segunda cidadania.</p>\r\n\r\n<p>A principal desvantagem identificada está na tributação: o <strong>Brasil </strong>tributa residentes fiscais sobre rendimentos mundiais, segundo a análise da consultoria. Isso reduz sua pontuação em comparação com destinos que adotam sistemas territoriais, nos quais rendimentos obtidos no exterior podem ficar fora da incidência tributária local.</p>\r\n\r\n<p>O relatório também aponta que o <strong>Brasil </strong>integra o grupo de programas com procedimentos relativamente rápidos e regras abrangentes para dependentes. Essas características, contudo, não devem ser confundidas com uma classificação geral superior à dos países que lideram o índice.</p>\r\n\r\n<p><strong>Ranking depende do perfil do aposentado</strong></p>\r\n\r\n<p>A análise por objetivos altera a ordem dos destinos. Para quem prioriza a eficiência tributária, os<strong> Emirados Árabes Unidos</strong> lideram a classificação específica, seguidos por <strong>Maurício </strong>e <strong>Paraguai</strong>. Para quem busca uma segunda cidadania, <strong>Espanha, Uruguai </strong>e <strong>Brasil </strong>aparecem entre as opções mais bem posicionadas.</p>\r\n\r\n<p>Já para quem prioriza qualidade de vida,<strong> Espanha </strong>e<strong> Portugal </strong>se destacam, seguidos pela <strong>Nova Zelândia, Andorra </strong>e<strong> Áustria</strong>. No perfil voltado à mudança com familiares, <strong>Espanha, Albânia </strong>e<strong> Brasil</strong> aparecem entre as principais alternativas.</p>\r\n\r\n<p>O estudo também identifica limitações importantes. A residência em alguns países não conta automaticamente para o prazo de naturalização; outros restringem a inclusão de familiares ou exigem investimentos elevados. <strong>Andorra</strong>, por exemplo, exige investimento local de <strong>€ 1 milhão</strong> para o programa analisado, enquanto os <strong>Emirados Árabes Unidos </strong>e o<strong> Bahrein</strong> oferecem eficiência tributária, mas não possuem uma via padrão de naturalização.</p>\r\n\r\n<p>As conclusões devem ser interpretadas dentro do escopo da pesquisa. O levantamento compara programas migratórios e seus requisitos, não o valor das aposentadorias, a distribuição de renda, o acesso universal à saúde ou a experiência de todos os idosos. A classificação funciona como referência para comparar regras de residência, custos e direitos, mas a escolha de um destino depende da renda, da situação familiar, da tributação e das necessidades de cada pessoa.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Global Citizen Solutions.</p>\r\n\r\n<p>@globalcitizensolutions @presidenciauruguay @govmu @desdelamoncloa @presidenciacr @gov_pt @presidenciapy @govbr</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://www.globalcitizensolutions.com/report/2026-global-retirement-report-and-index-full-report/\" target=\"_blank\"><strong>‘Global Retirement Report and Index 2026’</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://www.globalcitizensolutions.com/report/2026-global-retirement-report-and-index/\" target=\"_blank\"><strong>ranking dos 46 países pesquisados</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.gub.uy/personas-mayores-activas\" target=\"_blank\"><strong>página de serviços para idosos do Governo do Uruguai</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "O Uruguai lidera o ranking mundial de destinos para aposentados em 2026, com 99,90 pontos, segundo o Global Retirement Report and Index, elaborado pela consultoria Global Citizen Solutions. O levantam...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/ddab6576-15ab-45c5-8b2e-18731fa97716/conversions/beijo-romantico-a-beira-mar-em-montevideu-large.webp",
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            "title": "Novas pontes ampliam conexões terrestres com Rússia, China e Coreia do Norte",
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            "content_html": "<p>A <strong>China</strong> e a <strong>Coreia do Norte</strong> inauguraram (15/10) uma nova <strong>ponte rodoviária internacional</strong> sobre o rio Yalu, que marca a fronteira entre os dois países. Com <strong>3.026 metros de extensão</strong> e quatro faixas, a estrutura conecta Dandong, na província chinesa de Liaoning, a Sinuiju, na província norte-coreana de Pyongan do Norte, e busca ampliar as condições de transporte de cargas e circulação de pessoas na região.</p>\r\n\r\n<p>A construção foi acordada em 2010 e concluída em outubro de 2014, mas a ponte permaneceu sem operação por cerca de 12 anos. A abertura foi adiada pela falta de infraestrutura de acesso e de instalações necessárias no lado norte-coreano. A inauguração representa a entrada em funcionamento de uma nova ligação terrestre em uma das principais áreas de comércio fronteiriço entre os países.</p>\r\n\r\n<p>Com tabuleiro de 28,5 metros de largura, a <strong>Ponte Nova do Rio Yalu</strong> foi projetada para o tráfego nos dois sentidos. A estrutura também mantém um vão de navegação dimensionado para embarcações da classe de até 3 mil toneladas, de acordo com a agência estatal chinesa <strong>Xinhua</strong>.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Nova rota amplia capacidade de transporte</strong></p>\r\n\r\n<p>A nova estrutura complementa a antiga <strong>Ponte da Amizade</strong>, que conecta os mesmos países desde 1943 e combina tráfego rodoviário e ferroviário. Segundo a Xinhua, a ponte antiga permite a circulação rodoviária de caminhões de até 20 toneladas, em fluxo de sentido único, uma limitação que a nova ligação poderá ajudar a aliviar.</p>\r\n\r\n<p>Dandong, localizada na província de Liaoning, no nordeste da China, abriga o maior porto de comércio fronteiriço chinês com a Coreia do Norte. Do outro lado do rio, Sinuiju é um importante ponto de conexão norte-coreano com o território chinês.</p>\r\n\r\n<p>A ampliação da infraestrutura pode favorecer o transporte de mercadorias e a integração logística entre as duas cidades. Entretanto, as reportagens sobre a inauguração não apresentam projeções de volume de cargas, valores de investimento, geração de empregos ou redução dos custos de transporte.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Infraestrutura tem dimensão econômica e estratégica</strong></p>\r\n\r\n<p>Durante a cerimônia, o primeiro-ministro chinês, <strong>Li Qiang</strong>, afirmou que a ponte poderá simbolizar a amizade entre os dois países e defendeu o aperfeiçoamento dos procedimentos alfandegários, a ampliação da conectividade e o fortalecimento da cooperação nas regiões fronteiriças.</p>\r\n\r\n<p>O primeiro-ministro norte-coreano, <strong>Pak Thae Song</strong>, também participou da cerimônia por meio de pronunciamento em vídeo, segundo a agência sul-coreana Yonhap.</p>\r\n\r\n<p>A abertura ocorre em um contexto de aproximação diplomática entre Pequim e Pyongyang. A China é a principal parceira comercial da Coreia do Norte, que enfrenta sanções internacionais relacionadas a seus programas de armas. A nova infraestrutura, porém, não elimina essas restrições nem permite concluir, por si só, que haverá uma expansão expressiva das trocas comerciais.</p>\r\n\r\n<p>O resultado econômico dependerá da utilização efetiva da ponte, da capacidade dos sistemas alfandegários, da demanda por transporte e das condições políticas e comerciais entre os dois países.</p>\r\n\r\n<p>A inauguração transforma em rota operacional uma obra que permaneceu mais de uma década sem uso. O próximo indicador relevante será a evolução do tráfego de veículos e cargas, que permitirá avaliar se a nova ligação resultará em aumento concreto do comércio fronteiriço.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/983c74764d50d46eed473d67779f45baf95f2e8cba855d95188100abb39461ea.jpeg\" style=\"height:630px; width:1000px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A primeira ponte rodoviária permanente entre Rússia e Coreia do Norte, sobre o rio Tumen, na fronteira entre Khasan, no extremo leste russo, e Rason, no nordeste norte-coreano, foi inaugurada em setembro de 2026 (KCNA)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Conexões terrestres entre Rússia, China e Coreia do Norte</strong></p>\r\n\r\n<p>A inauguração da nova ponte sobre o rio Yalu amplia as conexões rodoviárias da <strong>Coreia do Norte</strong> com a <strong>China</strong> e complementa outra ligação internacional construída para conectar o país à <strong>Rússia</strong>. As duas estruturas reforçam a possibilidade de transporte terrestre entre os três países, embora a abertura das rotas não signifique livre circulação de veículos estrangeiros.</p>\r\n\r\n<p>Na fronteira com a China, a <strong>Ponte Nova do Rio Yalu</strong>, inaugurada em 15 de outubro, liga Dandong a Sinuiju. Com 3.026 metros de extensão e quatro faixas, a estrutura foi projetada para facilitar o transporte de mercadorias e a circulação de pessoas.</p>\r\n\r\n<p>Já na fronteira com a Rússia, uma nova ponte rodoviária sobre o rio Tumen conecta a região russa de Khasan ao território norte-coreano. Com aproximadamente um quilômetro de extensão, a ligação amplia a infraestrutura de transporte entre os países e tem importância para a cooperação econômica bilateral.</p>\r\n\r\n<p>Geograficamente, é possível estabelecer uma conexão terrestre entre Rússia, China e Coreia do Norte. A Rússia e a China compartilham uma extensa fronteira, enquanto a Coreia do Norte faz fronteira com os dois países. Entretanto, a realização de uma viagem internacional de carro depende da operação efetiva dos postos de fronteira, das autorizações de entrada e das regras aplicáveis a veículos estrangeiros.</p>\r\n\r\n<p><strong>A existência das pontes não garante que turistas possam atravessar as fronteiras com seus próprios veículos.</strong> A Coreia do Norte mantém controles rigorosos de entrada e circulação, e as novas estruturas podem estar sujeitas a procedimentos específicos para veículos comerciais e transportadores autorizados.</p>\r\n\r\n<p>As duas pontes ampliam as alternativas logísticas de Pyongyang e fortalecem suas conexões com os principais parceiros regionais. O impacto sobre o comércio e a mobilidade dependerá, porém, das condições de operação, dos controles alfandegários e das regras de circulação adotadas por cada país.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Xinhua e Yonhap News Agency<br />\r\n@chinaxinhuanews<br />\r\n#China #CoreiaDoNorte #Dandong #Sinuiju #Liaoning #RioYalu #PonteInternacional #ComercioInternacional #EconomiaAsiatica #Infraestrutura #Geopolitica #AgenciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://english.news.cn/20261015/0e899e67caa44086a3f8b6e4ea2a9f25/c.html\" target=\"_blank\"><strong>álbum de fotos da nova ponte fronteiriça entre China e Coreia do Norte sobre o rio Yalu</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n",
            "summary": "A China e a Coreia do Norte inauguraram (15/10) uma nova ponte rodoviária internacional sobre o rio Yalu, que marca a fronteira entre os dois países. Com 3.026 metros de extensão e quatro faixas, a es...",
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            "title": "Qualidade de vida é principal motivo para ficar nas empresas",
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            "content_html": "<div class=\"dn_imagemComLegenda iclEsquerda\" style=\"float:left\"><a href=\"https://conteudo.gptw.com.br/estudo-melhores-empresas-para-trabalhar-brasil\" target=\"_blank\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1791375283gptw-175melhores2026-digital-071026-1.jpg\" style=\"height:1132px; width:800px\" /></a><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Os dados integram a edição de 2026 do estudo ‘Melhores Empresas Para Trabalhar, do Great Place to Work’</em></small></div>\r\n\r\n<p>A <strong>qualidade de vida</strong> tornou-se, em 2026, o <strong>principal motivo</strong> para permanecer nas <strong>‘Melhores Empresas Para Trabalhar no Brasil’</strong>, superando pela primeira vez em 20 anos a <strong>oportunidade de crescimento profissional</strong>. Segundo o estudo do <strong>Great Place to Work (GPTW)</strong>, 37% dos profissionais das organizações reconhecidas pelo levantamento apontaram esse fator como prioritário, enquanto 33% escolheram as perspectivas de desenvolvimento na carreira. O resultado indica uma mudança nas razões que influenciam a permanência desses trabalhadores nas empresas.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A oportunidade de crescimento liderava esse indicador desde o início da série histórica analisada pelo estudo. Em 2006, era mencionada por 51% dos profissionais, contra 29% que apontavam a qualidade de vida. A diferença entre os dois fatores foi diminuindo ao longo dos anos, até a inversão registrada em 2026.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Os dados mais recentes também mostram alterações na importância de outros fatores relacionados à permanência no emprego. <strong>Remuneração e benefícios</strong> passaram de 14% em 2025 para 16% em 2026. Já o <strong>alinhamento de valores</strong>, que considera a identificação do profissional com os princípios da organização, caiu de 15% para 9%. A<strong> estabilidade no emprego</strong> foi apontada por 5%, ante 3% no ano anterior.</p>\r\n\r\n<p><strong>Idade influencia as prioridades</strong></p>\r\n\r\n<p>O levantamento identifica diferenças entre as faixas etárias. Entre profissionais com <strong>até 25 anos</strong>, a oportunidade de crescimento profissional é o principal motivo para permanecer na empresa, citada por 50% dos participantes, enquanto a qualidade de vida aparece com 27%.</p>\r\n\r\n<p>A partir dos <strong>35 anos</strong>, a relação se inverte. Entre trabalhadores de <strong>35 a 44 anos</strong>, a qualidade de vida é mencionada por 40%, contra 29% que priorizam o crescimento profissional. Na faixa de <strong>45 a 54 anos</strong>, os percentuais são de 41% e 25%, respectivamente.</p>\r\n\r\n<p>Entre os profissionais com <strong>55 anos ou mais</strong>, a diferença é ainda maior: 44% apontam a qualidade de vida como principal motivo de permanência, enquanto 17% citam as oportunidades de crescimento.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1791375283gptw-175melhores2026-digital-071026-63.png\" style=\"height:1032px; width:1200px\" /></div>\r\n\r\n<p><strong>Motivos variam conforme o cargo</strong></p>\r\n\r\n<p>A posição ocupada na empresa também influencia as respostas. Entre os colaboradores sem cargos de gestão, a qualidade de vida lidera com 38%. Na supervisão ou gerência operacional, o percentual é de 35%, enquanto na média gerência chega a 32%.</p>\r\n\r\n<p>Na presidência e diretoria, a qualidade de vida aparece com 25%, atrás da oportunidade de crescimento, com 37%, e do alinhamento de valores, com 29%.</p>\r\n\r\n<p>O porte da organização também interfere nos resultados. Nas empresas com <strong>100 a 999 funcionários</strong>, a qualidade de vida é citada por 43% dos profissionais, ante 31% que priorizam o crescimento. Nas organizações com <strong>10 mil funcionários ou mais</strong>, a relação se inverte: a oportunidade de crescimento lidera com 39%, enquanto a qualidade de vida registra 27%.</p>\r\n\r\n<p>Os dados integram a edição de 2026 do estudo <em><strong>‘Melhores Empresas Para Trabalhar, do Great Place to Work’</strong></em>, que analisa os motivos de permanência dos profissionais e as práticas de gestão de pessoas nas organizações reconhecidas pelo levantamento.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Great Place to Work (GPTW).<br />\r\n@gptwbrasil</p>\r\n\r\n<p>#AgenciaCidades #MercadoDeTrabalho #QualidadeDeVida #Emprego #Carreira #GestaoDePessoas #RecursosHumanos #AmbienteDeTrabalho #CrescimentoProfissional #MelhoresEmpresas #GreatPlaceToWork #GPTW #TrabalhoNoBrasil #Lideranca #RemuneracaoEBeneficios</p>\r\n\r\n<p>Acesse o estudo <a href=\"https://conteudo.gptw.com.br/estudo-melhores-empresas-para-trabalhar-brasil\" target=\"_blank\"><strong>‘Melhores Empresas Para Trabalhar – Brasil 2026’</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
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            "title": "Condenados por maus-tratos a animais terão de ressarcir Prefeitura de Belo Horizonte",
            "url": "https://www.agenciacidades.com.br/reportagens/2026/10/19/condenados-por-maus-tratos-a-animais-terao-de-ressarcir-prefeitura-de-belo-horizonte.html",
            "content_html": "<p>Quem for condenado definitivamente por maus-tratos a animais em <strong>Belo Horizonte</strong> deverá <strong>ressarcir a Prefeitura pelas despesas públicas com atendimento, tratamento veterinário, recuperação e manutenção das vítimas</strong>. A medida está prevista na <strong>Lei Municipal nº 12.136/2026</strong>, sancionada pelo prefeito Álvaro Damião em 16 de setembro e publicada no Diário Oficial do Município no dia 17. </p>\r\n\r\n<p>A norma busca responsabilizar financeiramente os infratores e evitar que os custos do atendimento prestado pelo poder público sejam integralmente suportados pelos cofres municipais.</p>\r\n\r\n<p>A cobrança, no entanto, não será automática após uma denúncia ou a identificação de maus-tratos. A legislação exige <strong>condenação judicial com trânsito em julgado</strong>, expressão que significa que a decisão se tornou definitiva, sem possibilidade de novos recursos. <strong>O valor não é fixo: corresponde às despesas efetivamente custeadas pelo município</strong>. Serviços financiados integralmente por outros entes federativos ficam excluídos do cálculo.</p>\r\n\r\n<p><strong>A obrigação também não substitui outras punições previstas na legislação</strong>. Dependendo do caso, o responsável poderá responder nas esferas <strong>penal, civil e administrativa</strong>, além de ter de devolver os recursos públicos utilizados no atendimento ao animal.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Registros de maus-tratos crescem em Minas Gerais</strong></p>\r\n\r\n<p>A aprovação da lei ocorre em um cenário de aumento dos registros de maus-tratos a animais em <strong>Minas Gerais</strong>. Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MG), divulgados pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, apontam 4.148 ocorrências entre janeiro e novembro de 2024 e 6.135 no mesmo período de 2025. O crescimento foi de 47,9%.</p>\r\n\r\n<p>Uma série mais recente, com dados de janeiro a julho, indica que o estado contabilizou 2.482 registros em 2024, 3.797 em 2025 e 4.422 em 2026. O volume acumulado nos sete primeiros meses de 2026 foi 16,46% superior ao do mesmo período de 2025 e 78,16% maior que o registrado em 2024.</p>\r\n\r\n<p>Os números de 2026 são parciais e não devem ser comparados diretamente com os totais de anos completos. Além disso, registros de ocorrências não correspondem necessariamente ao número de animais vítimas, de pessoas condenadas ou de casos confirmados judicialmente.</p>\r\n\r\n<p><strong>Belo Horizonte apresenta trajetória diferente</strong></p>\r\n\r\n<p>Na capital mineira, os dados de janeiro a julho mostram uma tendência oposta à observada no conjunto do estado. Foram registradas 257 ocorrências em 2024, 231 em 2025 e 197 em 2026. A redução foi de 14,72% entre os sete primeiros meses de 2025 e o mesmo período de 2026.</p>\r\n\r\n<p>A comparação entre janeiro e julho de 2024 e 2026 indica queda de 23,35% nos registros da capital. A diferença entre as trajetórias estadual e municipal, porém, não permite concluir isoladamente que os maus-tratos diminuíram de fato em Belo Horizonte. Variações nos registros também podem refletir mudanças na notificação, na fiscalização e nos procedimentos de atendimento.</p>\r\n\r\n<p>Em outro indicador da demanda por serviços públicos, o Centro de Controle de Zoonoses de Belo Horizonte recebeu, ao longo de 2025, 1.525 cães e 1.502 gatos, totalizando 3.027 animais. Esse número se refere ao recebimento de animais pelo serviço e não deve ser interpretado como quantidade de vítimas de maus-tratos.</p>\r\n\r\n<p><strong>Lei estabelece responsabilidade pelos custos do atendimento</strong></p>\r\n\r\n<p>A <strong>Lei nº 12.136/2026</strong> tem origem no <strong>Projeto de Lei nº 497/2025</strong>, de autoria do vereador <strong>Wanderley Porto (PRD)</strong>. A proposta foi aprovada em definitivo pela Câmara Municipal em agosto e posteriormente sancionada pelo Executivo.</p>\r\n\r\n<p>O texto estabelece que o ressarcimento abrange despesas públicas decorrentes do atendimento, tratamento veterinário, recuperação e manutenção do animal vitimado. A redação não estabelece uma tabela de valores: a cobrança depende dos gastos efetivamente realizados e da aplicação da norma ao caso concreto.</p>\r\n\r\n<p>Segundo a justificativa apresentada pelo autor, a medida tem caráter preventivo, educativo e reparatório. A expectativa é desestimular práticas de crueldade e reforçar a responsabilização de quem comete maus-tratos.</p>\r\n\r\n<p>A aplicação da lei dependerá, entretanto, da existência de condenação definitiva e da apuração dos valores passíveis de ressarcimento. O impacto financeiro da medida sobre os cofres públicos e sua eficácia na redução dos casos ainda não podem ser mensurados com os dados disponíveis.</p>\r\n\r\n<p>A legislação municipal acrescenta um mecanismo de recuperação de despesas à estrutura de proteção animal, mas não elimina a necessidade de prevenção, fiscalização, denúncia e atendimento adequado às vítimas.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/53041421671-c1f97d5b34-k.jpg\" style=\"height:375px; width:564px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A Câmara Municipal de Belo Horizonte também prevê votar projetos que ampliam as penalidades relacionadas ao uso de carroças e veículos de tração animal (Karoline Barreto/CMBH)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Serviços com tração animal</strong></p>\r\n\r\n<p>A <strong>Câmara Municipal de Belo Horizonte</strong> também prevê votar (9/10) dois projetos que ampliam as penalidades relacionadas ao <strong>uso de carroças e veículos de tração animal</strong>, proibidos na capital desde 22 de janeiro de 2026. O <strong>PL 543/2025</strong> prevê sanções adicionais, incluindo apreensão dos veículos, enquanto o <strong>PL 768/2026 </strong>busca responsabilizar também quem contratar, intermediar ou se beneficiar de serviços realizados com tração animal, sujeitando os infratores a medidas como advertência, multa, apreensão e interdição. </p>\r\n\r\n<p>As propostas são de autoria do vereador <strong>Wanderley Porto (PRD)</strong> e precisam de 21 votos favoráveis para aprovação. As iniciativas integram o conjunto de medidas municipais voltadas à proteção animal, embora tratem de infrações relacionadas à tração animal, e não especificamente do ressarcimento de despesas veterinárias previsto na <strong>Lei nº 12.136/2026</strong>. </p>\r\n\r\n<p><strong>Venda de animais vivos em vias públicas</strong></p>\r\n\r\n<p>Outra medida de proteção animal entrou na legislação de Belo Horizonte com a publicação da <strong>Lei Municipal nº 12.146/2026</strong>, em 25 de setembro. A norma <strong>proíbe a venda de animais vivos em vias públicas</strong>, locais de grande fluxo turístico e espaços tradicionalmente destinados a atividades culturais e gastronômicas. </p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A reprodução e a comercialização de animais domésticos ficam restritas a canis, gatis e criadouros cadastrados e licenciados pela Prefeitura, que deverão ter alvará de funcionamento, responsável técnico e garantir a identificação dos animais por microchip ou sistema reconhecido pela autoridade sanitária. </strong></span></p>\r\n\r\n<p>A lei também exige que os animais sejam entregues vacinados e vermifugados, conforme protocolo veterinário, e que os compradores recebam orientações sobre saúde, alimentação, bem-estar e guarda responsável. As regras passam a valer 120 dias após a publicação. A proposta é de autoria do vereador <strong>Osvaldo Lopes (Pode)</strong> e altera a legislação municipal sobre comércio e proteção de animais.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/51356123845-43e83cdbbb-k-0.jpg\" style=\"height:367px; width:564px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Outra medida de proteção animal proíbe a venda de animais vivos em vias públicas, locais de grande fluxo turístico e espaços tradicionalmente destinados a atividades culturais e gastronômicas (Karoline Barreto/CMBH)</em></small></div>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#ffffff\"><strong><span style=\"background-color:#2980b9\"> Unidades integradas de apoio veterinário em Belo Horizonte </span></strong></span></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><strong>Casa (Centro Avançado de Saúde Animal)</strong></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Rua Líbero Leone, 259, Bloco Carandá 2 – Buritis<br />\r\nDistribuição de 45 senhas diárias por ordem de chegada, com horário de funcionamento de 8h às 17h, de segunda a sexta.<br />\r\nTelefone: (31) 2888-0909, em ligação convencional, selecionando o ramal 2, destinado também a informações sobre o hospital veterinário, consultas para esporotricose, acompanhamento da fila de cirurgias e vagas de internação.</em></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><strong>UBS Animal</strong></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Atendimento unicamente via agendamento telefônico<br />\r\nTelefone: (31) 2888-0909, por ligação convencional, selecionando o ramal 3.<br />\r\nRua Volts, 81, Bairro Primeiro de Maio | segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</em></p>\r\n\r\n<ul>\r\n\t<li><strong>SamuVET</strong></li>\r\n</ul>\r\n\r\n<p style=\"margin-left:40px\"><em>Serviço acionado unicamente via ligação convencional, com envio de informações complementares, vídeos e fotos por Whatsapp apenas após a triagem inicial.<br />\r\nTelefone: 2888-0000</em></p>\r\n\r\n<p>Com informações da Prefeitura e da Câmara Municipal de Belo Horizonte.<br />\r\n@prefeiturabh @camarabh @alvarodamiao @wanderleyporto @osvaldolopescba</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://dom-web.pbh.gov.br/visualizacao/ato/490714\" target=\"_blank\"><strong>LEI Nº 12.136 (16/09/2026) - Exige ressarcimento ao município por despesas públicas com atendimento, tratamento, recuperação e manutenção de animal vítima de maus tratos</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "Quem for condenado definitivamente por maus-tratos a animais em Belo Horizonte deverá ressarcir a Prefeitura pelas despesas públicas com atendimento, tratamento veterinário, recuperação e manutenção d...",
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            "title": "Cidades do interior podem perder até 10,8% da renda com mudanças em benefícios sociais",
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            "content_html": "<p><strong>Municípios brasileiros fora das capitais e de suas regiões metropolitanas podem registrar uma renda agregada até 10,8% inferior à trajetória de referência em 2029, caso benefícios sociais sejam congelados em valores nominais</strong>, segundo estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Universidade de São Paulo (Made/FEA-USP), publicado em 17 de outubro de 2026. </p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A simulação indica que mudanças nas regras de reajuste de aposentadorias, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família podem afetar não apenas os beneficiários, mas também o comércio, os serviços e a renda de outros moradores.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Com autoria de Luiza Nassif-Pires, Clara Brenck, Clara Saliba e Theo Diogo, o estudo <em><strong>\"Quanto perdem as economias do interior quando os benefícios sociais deixam de crescer?\" </strong></em>compara a continuidade do crescimento real dos benefícios observado entre 2022 e 2025 com três cenários alternativos: <strong>congelamento dos valores nominais</strong>, <strong>aplicação das taxas reais de crescimento</strong> registradas durante o governo Jair Bolsonaro e <strong>aplicação dessas taxas com a inclusão dos efeitos do Auxílio Emergencial e do Auxílio Brasil</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Os resultados são <strong>simulações condicionais</strong>, e não previsões de que as mudanças serão implementadas. A análise foi motivada pela discussão, atribuída à equipe econômica do candidato <strong>Flávio Bolsonaro</strong>, de um <strong>ajuste fiscal equivalente a cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB)</strong>, estimado em <strong>R$ 250 bilhões</strong>, que poderia incluir <strong>alterações nas regras de reajuste de benefícios</strong>.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/npe90-1-5.png\" style=\"height:1117px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: ‘Quanto perdem as economias do interior quando os benefícios sociais deixam de crescer? Simulações dos efeitos na renda e na pobreza’</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Efeito sobre a economia local</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>No cenário de congelamento, a renda agregada dos municípios analisados ficaria 10,8% abaixo da trajetória de referência em 2029. Na hipótese de aplicação das taxas reais de crescimento observadas no governo Bolsonaro, a diferença seria de 8,4%. Já no cenário que incorpora os efeitos do Auxílio Emergencial e do Auxílio Brasil, a renda ficaria 6,8% abaixo da referência.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A trajetória de referência considera a<strong> continuidade do crescimento real dos benefícios</strong> verificado entre <strong>2022 e 2025</strong>, durante os três primeiros anos do terceiro mandato do presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong>.</p>\r\n\r\n<p>De acordo com os pesquisadores, aproximadamente um terço da diferença projetada decorre dos efeitos indiretos sobre o <strong>consumo e a atividade econômica</strong>. A redução do ritmo de crescimento dos benefícios pode <strong>diminuir as compras das famílias</strong>, <strong>afetar o faturamento do comércio e dos serviços</strong> e <strong>limitar o avanço da renda de trabalhadores e empresários</strong> que não recebem transferências públicas.</p>\r\n\r\n<p>O estudo considera um multiplicador econômico de 1,81, que combina o efeito direto da renda transferida às famílias com o efeito adicional sobre a atividade econômica. As estimativas, porém, mantêm constantes outras fontes de renda, como os rendimentos do trabalho, para isolar o impacto dos benefícios.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Norte e Nordeste concentram os maiores impactos</strong></p>\r\n\r\n<p>As maiores diferenças em relação ao cenário de referência aparecem nos municípios do <strong>Nordeste</strong>, onde a discrepância regional chega a aproximadamente <strong>20% no cenário de congelamento</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Na simulação baseada nas regras de reajuste observadas durante o governo <strong>Bolsonaro</strong>, o <strong>Rio Grande do Norte</strong> apresenta a maior diferença estadual: <strong>18,5% abaixo da referência em 2029</strong>. Em seguida aparecem o <strong>Amapá,</strong> com <strong>18,2%</strong>, e o <strong>Piauí</strong>, com <strong>17,2%</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Nos interiores do <strong>Amazonas</strong>, de <strong>Sergipe </strong>e de<strong> Pernambuco</strong>, as perdas projetadas ficam próximas de <strong>15%</strong>. No <strong>Ceará</strong>, no <strong>Maranhão</strong>, em <strong>Alagoas </strong>e na<strong> Bahia</strong>, variam de <strong>10% </strong>a <strong>13%</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Em contrapartida, as diferenças estimadas são menores em estados como <strong>Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul </strong>e<strong> Santa Catarina</strong>, onde ficam entre <strong>4% </strong>e<strong> 6,5%</strong> no mesmo cenário.</p>\r\n\r\n<p>As estimativas dizem respeito à <strong>renda agregada dos municípios</strong> abrangidos pelo estudo, não a uma perda individual uniforme para todos os moradores.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/foto-bolsa-familia-roberta-aline-mds.jpeg\" style=\"height:512px; width:768px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Guaribas, no Piauí, foi um dos primeiros municípios a receber iniciativas do Fome Zero, que antecederam há 23 anos a criação do programa Bolsa Família, política de transferência de renda que contribuiu para o combate à fome, a redução da pobreza e a inclusão social (Roberta Aline/MDS)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Benefícios têm maior peso no interior</strong></p>\r\n\r\n<p>Com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Anual de 2025, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os pesquisadores identificaram que <strong>aposentadorias, pensões públicas, BPC e Bolsa Família </strong>representam uma parcela maior da renda familiar nos municípios fora das capitais e regiões metropolitanas do que nas áreas metropolitanas da maioria dos estados.</p>\r\n\r\n<p>O contraste é mais evidente no <strong>Ceará</strong>. No interior cearense, os três grupos de benefícios correspondem a cerca de <strong>40% da renda total das famílias</strong>, ante 22% nas capitais e regiões metropolitanas.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Entre as famílias de baixa renda — definidas no estudo como aquelas com renda domiciliar per capita inferior ou próxima de 1,5 vez a linha de pobreza —, a participação conjunta dos benefícios varia de 18% a quase 50% da renda, dependendo do estado.</strong></span></p>\r\n\r\n<p><strong>Piauí </strong>e <strong>Ceará</strong> registram as maiores participações, próximas de <strong>48%.</strong> Na sequência aparecem <strong>Sergipe </strong>e<strong> Rio Grande do Norte</strong>, com <strong>46%</strong>, e <strong>Alagoas </strong>e<strong> Maranhão</strong>, com <strong>45%</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Na outra ponta, <strong>Mato Grosso </strong>e<strong> Santa Catarina</strong> apresentam participação próxima de <strong>18%</strong>. Mato Grosso do Sul e São Paulo registram cerca de 21%.</p>\r\n\r\n<p>A composição também varia regionalmente. Em diversos estados do <strong>Norte </strong>e <strong>do Nordeste</strong>, o <strong>Bolsa Família</strong> responde por parcela expressiva da renda das famílias de baixa renda. No Sul e no Sudeste, aposentadorias e pensões têm maior peso relativo.</p>\r\n\r\n<p><strong>Simulação aponta milhões de pessoas a mais na pobreza</strong></p>\r\n\r\n<p>O relatório também reconstrói hipoteticamente a situação de 2025 para estimar o efeito de regras diferentes de reajuste entre 2022 e 2025.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Se os benefícios tivessem permanecido congelados nos valores nominais de 2022, cerca de 2,7 milhões de pessoas a mais estariam abaixo da linha de pobreza nos municípios analisados. Desse total, aproximadamente 2,4 milhões estariam em extrema pobreza.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>No cenário que reproduz as taxas reais de crescimento por beneficiário observadas durante o governo <strong>Bolsonaro</strong>, sem incorporar a elevação temporária dos programas de transferência de renda em 2022, o aumento estimado seria de <strong>1,8 milhão de pessoas na pobreza </strong>e<strong> 1,4 milhão na extrema pobreza</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Esses números não representam pessoas que efetivamente entraram na pobreza naquele período. São resultados contrafactuais: os pesquisadores alteraram os valores dos benefícios nos microdados de 2025 e mantiveram constantes os demais fatores, como a renda do trabalho, a composição familiar e o número de beneficiários.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O exercício sobre pobreza considera somente o efeito direto dos benefícios sobre a renda domiciliar. Diferentemente da projeção econômica até 2029, não incorpora os efeitos indiretos sobre consumo, emprego ou atividade local.</strong></span></p>\r\n\r\n<p><strong>Ceará, Amazonas e São Paulo ilustram diferenças regionais</strong></p>\r\n\r\n<p>No cenário de congelamento, o <strong>Amazonas</strong> teria um aumento de <strong>6,1 pontos percentuais </strong>na taxa de <strong>extrema pobreza</strong> nos municípios analisados, equivalente a aproximadamente 89 mil pessoas. No <strong>Ceará</strong>, o acréscimo seria de <strong>5,7 pontos percentuais</strong>, ou 299 mil pessoas. <strong>Sergipe </strong>também registraria aumento de <strong>5,7 pontos percentuais</strong>, correspondente a 75 mil pessoas.</p>\r\n\r\n<p>Na taxa de pobreza, o <strong>Amazonas</strong> teria aumento de 4,6 pontos percentuais, equivalente a 67 mil pessoas. <strong>Alagoas</strong> registraria 4,4 pontos percentuais, ou 85 mil pessoas, enquanto o <strong>Amapá </strong>teria aumento de 4,3 pontos percentuais, correspondente a cerca de 8 mil pessoas.</p>\r\n\r\n<p><strong>Goiás </strong>aparece entre os estados em que o aumento estimado da pobreza seria de aproximadamente <strong>1 ponto percentual</strong> ou menos nos dois cenários analisados. Em <strong>São Paulo</strong>, apesar da variação proporcional relativamente menor, o tamanho da população faz diferença: o estudo estima 263 mil pessoas a mais na pobreza no cenário de congelamento e 182 mil no cenário baseado nas regras do governo <strong>Bolsonaro</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Os resultados mostram que o impacto potencial depende tanto da participação dos benefícios na renda familiar quanto do tamanho da população de cada estado.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Estudo relaciona exposição econômica e mapa eleitoral</strong></p>\r\n\r\n<p>A pesquisa também compara os resultados econômicos com a variação do desempenho eleitoral de <strong>Flávio Bolsonaro</strong> em relação ao pai, <strong>Jair Bolsonaro</strong>, entre os primeiros turnos das eleições presidenciais de <strong>2022 </strong>e<strong> 2026</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Segundo o relatório, <strong>os municípios fora das capitais e regiões metropolitanas concentraram 78% do ganho de votos bolsonaristas em relação à eleição anterior.</strong> No <strong>Ceará</strong>, o número de votos de Flávio Bolsonaro nesse recorte territorial cresceu mais de 43% em comparação com a votação do pai em 2022.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O estudo identifica uma sobreposição geográfica entre localidades nas quais o crescimento relativo dos votos foi maior e aquelas em que a renda depende mais das transferências públicas. A relação, contudo, não demonstra que os benefícios tenham determinado o voto dos eleitores.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Os autores destacam que a economia dessas localidades também depende de outros fatores, como o <strong>desempenho do agronegócio</strong>, os <strong>preços internacionais</strong>, o <strong>câmbio </strong>e as<strong> condições climáticas</strong>. O objetivo da análise é dimensionar como alterações nas regras de reajuste dos benefícios podem repercutir nas <strong>economias locais</strong>, caso sejam adotadas.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A principal conclusão é que o impacto potencial de uma mudança na política de reajustes ultrapassa os beneficiários diretos. Em municípios nos quais as transferências representam parcela significativa da renda, o ritmo de crescimento desses pagamentos também influencia o consumo e a atividade econômica.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Com informações do Made/FEA-USP.<br />\r\n@made_usp @fea.usp @ibgeoficial @tsejus @mdsgovbr<br />\r\n#BenefíciosSociais #BolsaFamília #BPC #PobrezaNoBrasil #EconomiaMunicipal #FEAUSP #JornalismoDeDados #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o estudo <a href=\"https://madeusp.com.br/publicacoes/artigos/quanto-podem-perder-as-economias-locais-com-a-politica-economica-de-flavio-bolsonaro\" target=\"_blank\"><strong>‘Quanto perdem as economias do interior quando os benefícios sociais deixam de crescer? Simulações dos efeitos na renda e na pobreza’</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n",
            "summary": "Municípios brasileiros fora das capitais e de suas regiões metropolitanas podem registrar uma renda agregada até 10,8% inferior à trajetória de referência em 2029, caso benefícios sociais sejam congel...",
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            "title": "Fim da escala 6x1 pode custar R$ 6,6 bilhões por ano às prefeituras",
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            "content_html": "<p>O fim da escala 6x1 poderá elevar em aproximadamente <strong>R$ 6,6 bilhões por ano as despesas dos municípios brasileiros</strong>, segundo estimativa da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Desse total, R$ 5,14 bilhões corresponderiam ao aumento dos custos de <strong>empresas terceirizadas</strong> que prestam serviços às prefeituras, enquanto cerca de R$ 1,49 bilhão estaria relacionado à necessidade de ampliar as <strong>contratações diretas </strong>de servidores. </p>\r\n\r\n<p>Os valores são projeções da entidade e dependem das condições de implementação da redução da jornada e do eventual repasse dos custos aos contratos públicos.</p>\r\n\r\n<p>A estimativa considera a <strong>redução da jornada semanal de 44 para 40 horas</strong>, com adoção do modelo de cinco dias de trabalho e dois de descanso. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 foi aprovada em dois turnos pelo Senado Federal em 14 de outubro de 2026 e aguarda promulgação, conforme atualização divulgada pela própria CNM.</p>\r\n\r\n<p>O levantamento da Confederação, realizado por telefone entre junho e agosto de 2026, ouviu <strong>2.146 municípios</strong>, o equivalente a <strong>38,57% </strong>dos 5.569 municípios considerados no estudo. A partir das respostas, a entidade estimou que aproximadamente 4.170 administrações municipais mantêm contratos com empresas prestadoras de serviços. A pesquisa investigou quais atividades são terceirizadas, os motivos para a contratação e o possível impacto financeiro da mudança na jornada.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Limpeza urbana lidera os serviços terceirizados</strong></p>\r\n\r\n<p>Os serviços de <strong>conservação, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos</strong> aparecem em primeiro lugar entre as atividades contratadas pelas prefeituras: foram mencionados por 69% dos municípios com contratos de terceirização. Em seguida estão a <strong>manutenção de prédios, equipamentos e instalações</strong>, citada por 44%; os <strong>serviços de informática</strong>, por 29%; e a <strong>segurança e vigilância</strong>, por 27%.</p>\r\n\r\n<p>A presença da terceirização aumenta conforme o porte populacional. Entre os municípios pequenos, 73% declararam recorrer a empresas contratadas. Nos municípios médios, o percentual chega a 88%, enquanto entre os grandes alcança 92%.</p>\r\n\r\n<p>A pesquisa também identificou os motivos para a adoção desse modelo. Para 57% dos gestores, a demanda por serviços públicos supera a capacidade de atendimento dos quadros próprios. A redução de custos, incluindo despesas com pessoal, foi mencionada por 42%, e a dificuldade de manter profissionais no município, por 40%. Como as respostas admitiam múltiplas escolhas, os percentuais não são excludentes.</p>\r\n\r\n<p><strong>Repasse de custos é hipótese central</strong></p>\r\n\r\n<p>Para estimar o impacto financeiro, a CNM combinou informações sobre a quantidade de trabalhadores terceirizados com remunerações médias de ocupações relacionadas, obtidas na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2025. O cálculo considera salário anual, décimo terceiro, férias, contribuição patronal e recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>\r\n\r\n<p>A partir desses parâmetros, a entidade projetou que o custo adicional das empresas prestadoras poderia alcançar R$ 5,14 bilhões anuais. O cálculo pressupõe que o aumento seja integralmente repassado às administrações municipais por meio da renegociação dos contratos, mecanismo associado ao chamado reequilíbrio econômico-financeiro.</p>\r\n\r\n<p>Esse ponto é determinante para interpretar o resultado. O estudo não demonstra que todo o aumento será necessariamente transferido às prefeituras, nem que o valor projetado já esteja incorporado aos orçamentos municipais. O impacto efetivo dependerá das condições contratuais, dos custos de cada atividade e da forma como a mudança for implementada.</p>\r\n\r\n<p>A CNM estima ainda que a redução da jornada exigiria aproximadamente <strong>25,9 mil novos profissionais</strong> na administração direta municipal para manter o nível atual de prestação dos serviços. O custo anual associado a essas contratações foi estimado em cerca de R$ 1,49 bilhão.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Impacto varia conforme o porte da cidade</strong></p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>As estimativas médias da CNM apontam diferenças expressivas entre os municípios. Para cidades de pequeno porte, o impacto anual calculado é de aproximadamente R$ 447,7 mil. Nos municípios médios, chega a R$ 2,3 milhões. Entre os grandes municípios, a estimativa alcança R$ 28,8 milhões por ano.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A categoria de serviços denominada “Outros”, que inclui profissionais de saúde, educação e cooperativas, concentra cerca de R$ 2,48 bilhões do impacto indireto estimado. Na sequência aparecem conservação, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, com aproximadamente R$ 754,6 milhões; informática, com R$ 629,8 milhões; e manutenção de prédios, equipamentos e instalações, com R$ 465,8 milhões.</p>\r\n\r\n<p>O estudo também revela diferenças regionais na adoção da terceirização. Na amostra estadual, o percentual de municípios com contratos varia de 48% no <strong>Pará</strong> a 88% no <strong>Rio Grande do Norte</strong>. Em <strong>Goiás</strong>, chega a 75%. Os resultados descrevem a distribuição das respostas da pesquisa, mas não identificam, isoladamente, as causas econômicas ou administrativas dessas diferenças.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/trabalhadores-reunidos-na-escavacao.jpg\" style=\"height:1366px; width:1152px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A CNM estima ainda que a redução da jornada exigiria aproximadamente 25,9 mil novos profissionais na administração direta municipal para manter o nível atual de prestação dos serviços (TCESC/<a href=\"https://construcaocivil.info/\">https://construcaocivil.info/</a>)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Estimativa exige cautela</strong></p>\r\n\r\n<p>A pesquisa oferece um retrato da dependência das prefeituras em relação à mão de obra terceirizada, mas apresenta limitações. O Brasil não dispõe, segundo a CNM, de uma base unificada com o número de trabalhadores terceirizados e os contratos vigentes em todos os municípios. Para viabilizar as projeções, a entidade precisou estimar quantitativos ausentes e extrapolar os resultados da amostra.</p>\r\n\r\n<p>O impacto total de R$ 6,6 bilhões por ano deve, portanto, ser entendido como uma <strong>estimativa de custos potenciais</strong>, não como uma despesa já realizada ou uma previsão individual para cada cidade. O levantamento indica a dimensão financeira que a mudança poderá representar para as administrações locais, mas o custo efetivo dependerá da implementação da nova jornada e das condições de contratação dos serviços públicos.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Confederação Nacional de Municípios (CNM).<br />\r\n@portalcnm @senadofederal @agenciasenado @camaradeputados<br />\r\n#Escala6x1 #FimDaEscala6x1 #JornadaDeTrabalho #Terceirização #Municípios #Prefeituras #GestãoPública #ContasPúblicas #OrçamentoMunicipal #ServiçosPúblicos #CNM #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o estudo <a href=\"https://cnm.org.br/storage/biblioteca/2026/Estudos_Tecnicos/ET_20260928_Um_retrato_da_terceirizacao_de_mao_de_obra_nos_Municipios_e_os_custos_de_reducao_de_jornada_atualizada.pdf?_t=1792073016\" target=\"_blank\"><strong>‘Um retrato da terceirização de mão de obra nos Municípios e os custos de redução de jornada’</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "O fim da escala 6x1 poderá elevar em aproximadamente R$ 6,6 bilhões por ano as despesas dos municípios brasileiros, segundo estimativa da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Desse total, R$ 5,1...",
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            "title": "Desmatamento cai 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado",
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            "content_html": "<p>A área desmatada na <strong>Amazônia caiu 41,8%</strong> e chegou a 3.335 km² entre agosto de 2025 e julho de 2026, enquanto o <strong>Cerrado registrou redução de 23,8%</strong>, para 5.516,69 km². Os dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), divulgados pelo governo federal em 16 de outubro, apontam os menores valores das séries históricas dos dois biomas, monitorados desde <strong>1988 </strong>e<strong> 2001</strong>, respectivamente.</p>\r\n\r\n<p>Apesar da redução, o Cerrado registrou uma área desmatada cerca de 65% maior que a da Amazônia no período. Juntos, <strong>os dois biomas somaram 8.851,69 km² de vegetação suprimida</strong>, segundo os números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/fiscalizacao-ambiental-na-floresta-amazonica.jpg\" style=\"height:1067px; width:800px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Agentes do Ibama e da Força Nacional identificam madeira extraída ilegalmente durante ação de fiscalização em terra indígena no Pará (Ibama)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Pará lidera desmatamento na Amazônia</strong></p>\r\n\r\n<p>Na Amazônia Legal, o <strong>Pará apresentou a maior área desmatada</strong>, com 1.130 km², equivalente a 33,9% do total do bioma. Em seguida aparecem <strong>Mato Grosso</strong>, com 849 km² (25,5%), e <strong>Amazonas</strong>, com 525 km² (15,7%).</p>\r\n\r\n<p>Os três estados concentraram aproximadamente 75% da área desmatada na Amazônia no período analisado. Em comparação com o ciclo anterior, as áreas registradas diminuíram 45,3% no <strong>Pará</strong>, 46,7% em <strong>Mato Grosso </strong>e 46,4% no <strong>Amazonas</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A redução, porém, não ocorreu em todos os estados. Em <strong>Roraima</strong>, a área desmatada passou de 285 km² para 286 km², aumento de 0,4%. O estado foi a exceção entre as nove unidades da Federação relacionadas na tabela do Prodes para a Amazônia Legal.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1792246882.jpg\" style=\"height:800px; width:1201px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Máquinas de fazenda de cultivo de soja na região do Vão do Uruçuí, nos Gerais de Balsas, no Maranhão (Fernando Frazão/ABr)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Maranhão e Tocantins concentram desmatamento no Cerrado</strong></p>\r\n\r\n<p>No Cerrado, o <strong>Maranhão liderou o ranking</strong>, com 1.718,59 km² desmatados, ou 31,2% do total. <strong>Tocantins</strong> aparece em segundo lugar, com 1.263,06 km² (22,9%), seguido pelo <strong>Piauí</strong>, com 625,24 km² (11,3%), e pela <strong>Bahia</strong>, com 489,75 km² (8,9%).</p>\r\n\r\n<p>Juntos, <strong>Maranhão, Tocantins, Piauí </strong>e<strong> Bahia</strong> — estados que integram o <strong>Matopiba</strong>, região de expansão da fronteira agropecuária — responderam por 74,3% da área desmatada no bioma.</p>\r\n\r\n<p>O <strong>Piauí</strong> registrou uma das maiores reduções proporcionais entre os estados com áreas mais extensas de desmatamento: queda de 53,7%, de 1.350,44 km² para 625,24 km². Na <strong>Bahia</strong>, o recuo foi de 38%, enquanto <strong>Maranhão </strong>e<strong> Tocantins </strong>apresentaram reduções de 14,3% e 15,2%, respectivamente.</p>\r\n\r\n<p>Em <strong>Goiás</strong>, a área desmatada no Cerrado caiu de 230,97 km² para 210,37 km², redução de 8,9%. <strong>Minas Gerais</strong> registrou 467,34 km², queda de 8,7%. Já <strong>Mato Grosso</strong> manteve praticamente o resultado anterior, com 454,52 km², variação negativa de apenas 0,2%.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Como o INPE calcula a taxa de desmatamento</strong></p>\r\n\r\n<p>O <strong>Prodes monitora anualmente a supressão da vegetação nativa por imagens de satélite</strong>. Os dados de 2026 correspondem ao período de 1.º de agosto de 2025 a 31 de julho de 2026, e os resultados são expressos em quilômetros quadrados.</p>\r\n\r\n<p>Há uma diferença importante entre os dois levantamentos divulgados. Na <strong>Amazônia</strong>, o número de 3.335 km² é uma estimativa baseada nas imagens prioritárias disponíveis. A taxa consolidada será divulgada posteriormente, após o processamento da totalidade das imagens previstas. No Cerrado, o resultado é consolidado porque o mapeamento abrangeu 100% do território do bioma.</p>\r\n\r\n<p>O relatório técnico também aponta que, no acumulado de quatro anos, a taxa caiu 71,2% na <strong>Amazônia </strong>e 48,4% no <strong>Cerrado</strong>. Esses percentuais representam uma comparação de prazo mais longo e não devem ser confundidos com as reduções anuais divulgadas.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Políticas de prevenção e controle do desmatamento</strong></p>\r\n\r\n<p>Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, as ações federais combinam monitoramento por satélite, fiscalização, ordenamento territorial e incentivo a atividades produtivas sustentáveis. Entre os instrumentos citados estão os planos de prevenção e controle do desmatamento da <strong>Amazônia Legal </strong>e do<strong> Cerrado</strong>, restabelecidos em 2023.</p>\r\n\r\n<p>O governo também destaca incentivos ambientais no Plano Safra 2026/2027, programas de pagamento por serviços ambientais, o Bolsa Verde e o Fundo Amazônia. A divulgação dos resultados, entretanto, não permite atribuir a redução observada a uma única política ou iniciativa: essa avaliação exigiria análise específica da contribuição de cada medida.</p>\r\n\r\n<p>Os números mostram uma redução expressiva da supressão da vegetação nativa nos dois biomas. Ao mesmo tempo, a distribuição estadual evidencia que a pressão permanece concentrada em áreas específicas, sobretudo no Pará, no Maranhão e em Tocantins, o que mantém o desafio de combinar fiscalização, conservação e produção sustentável.</p>\r\n\r\n<p>Com informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).<br />\r\n@mmeioambiente @bndesgovbr<br />\r\n#Desmatamento #Amazônia #Cerrado #Prodes2026 #INPE #MeioAmbiente #Matopiba #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse a <strong><a href=\"https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias-defeso-eleitoral/apresentacao-coletiva-prodes-2026_inpe.pdf/\" target=\"_blank\">apresentação técnica do INPE e do </a>MMA</strong></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p><br />\r\n<br />\r\n </p>\r\n",
            "summary": "A área desmatada na Amazônia caiu 41,8% e chegou a 3.335 km² entre agosto de 2025 e julho de 2026, enquanto o Cerrado registrou redução de 23,8%, para 5.516,69 km². Os dados do Projeto de Monitorament...",
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            "title": "Brasil salva crianças do chumbo",
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            "content_html": "<p>A exposição ao chumbo afeta até <strong>815 milhões de crianças</strong> em todo o mundo e esteve associada a mais de <strong>3,5 milhões de mortes</strong> em 2023, principalmente por <strong>doenças cardiovasculares</strong>, segundo estimativas citadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em outubro de 2026, a entidade voltou a cobrar medidas para prevenir a contaminação, enquanto o Brasil se prepara para receber apoio técnico destinado a ampliar a capacidade de identificar a presença do metal no organismo.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A iniciativa integra um esforço internacional para reduzir a exposição a uma substância tóxica que pode comprometer o desenvolvimento cerebral, afetar a aprendizagem e provocar problemas de saúde ao longo da vida.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A campanha <strong>Semana Internacional de Prevenção do Envenenamento por Chumbo</strong>, promovida anualmente pela OMS e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), ocorrerá de 18 a 24 de outubro de 2026, com o tema <em><strong>“Da detecção à prevenção”</strong></em>.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1792160310.png\" style=\"height:694px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fonte: Boletim Epidemiológico | Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente | Ministério da Saúde, Número Especial | 13 jul. 2026</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Exposição pode ocorrer dentro de casa</strong></p>\r\n\r\n<p>O <strong>chumbo é um metal tóxico</strong> que pode atingir o organismo por diferentes vias. Entre as fontes de exposição estão<strong> tintas</strong> que contêm o metal, <strong>utensílios de cozinha, cosméticos, especiarias contaminadas, atividades industriais e a reciclagem inadequada de baterias</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A <strong>água potável</strong> também pode representar um risco quando há contaminação na fonte ou quando o metal é liberado por tubulações e outros materiais utilizados nos sistemas de abastecimento. A intensidade da exposição depende da fonte, das condições ambientais e do contato com os materiais contaminados.</p>\r\n\r\n<p>As crianças são particularmente vulneráveis porque o cérebro e o sistema nervoso ainda estão em desenvolvimento. Mesmo concentrações relativamente baixas podem prejudicar a <strong>capacidade intelectual, a aprendizagem e o comportamento</strong>. Os efeitos podem <strong>persistir por toda a vida</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Nos adultos, a exposição está associada a <strong>doenças cardiovasculares e renais</strong>. Gestantes também precisam de atenção, pois o chumbo pode atingir o feto durante a gravidez. Não há um nível de exposição conhecido como totalmente seguro para a saúde.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Países de baixa e média renda enfrentam maior impacto</strong></p>\r\n\r\n<p>O problema também tem uma <strong>dimensão socioeconômica</strong>. Segundo a OMS, os países de baixa e média renda suportam a maior parte dos custos sanitários e econômicos relacionados à exposição ao chumbo. A entidade estima que <strong>90% das mortes</strong> associadas ao envenenamento por chumbo ocorram nesses países.</p>\r\n\r\n<p>A contaminação pode afetar especialmente comunidades próximas a <strong>atividades de mineração, fundição, fabricação industrial e reciclagem informal</strong>. Trabalhadores dessas atividades e populações que vivem em áreas contaminadas estão entre os grupos que exigem maior atenção.</p>\r\n\r\n<p>Além dos custos de tratamento e acompanhamento médico, os efeitos sobre o <strong>desenvolvimento cognitivo</strong> podem prejudicar o <strong>desempenho escolar, a renda futura e a produtividade</strong>. A prevenção, portanto, envolve políticas de saúde pública, fiscalização ambiental, segurança do trabalho e controle da composição de produtos comercializados.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/placa-de-propriedade-em-area-industrial.jpg\" style=\"height:788px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Santo Amaro da Purificação, na Bahia, sediou a antiga atividade da Companhia Brasileira de Chumbo, conhecida como COBRAC/Plumbum, que deixou escória metalúrgica com chumbo e outros metais pesados, causando a contaminação do solo e o potencial risco de exposição da população (Ministério da Ciência e Tecnologia)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Brasil receberá apoio para ampliar exames</strong></p>\r\n\r\n<p>O Brasil está entre os locais selecionados para receber <strong>capacitação laboratorial e suporte técnico</strong> por meio da Iniciativa de Prevenção do Envenenamento por Chumbo. O objetivo é fortalecer a capacidade de medir a concentração do metal no sangue, aprimorar a identificação de pessoas expostas e orientar ações de prevenção.</p>\r\n\r\n<p>O programa também contempla cinco estados da <strong>Índia</strong>, o <strong>Nepal </strong>e seis países da África Subsaariana: <strong>Etiópia, Gana, Maláui, Ruanda, África do Sul </strong>e<strong> Tanzânia</strong>. A iniciativa é coordenada pela OMS em parceria com organizações internacionais.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A ampliação dos exames pode ajudar a identificar a exposição e direcionar investigações sobre suas origens. No entanto, a testagem, isoladamente, não elimina o risco: é necessário localizar e controlar as fontes de contaminação, além de garantir o cumprimento das normas de segurança.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>Até o momento, as informações divulgadas pela OMS não detalham quantos laboratórios brasileiros receberão suporte, quais estados serão contemplados nem o volume de recursos destinado ao país.</p>\r\n\r\n<p>O Brasil registrou <strong>1.546 notificações de intoxicação por chumbo entre 2015 e 2024</strong>, das quais 834 foram confirmadas e <strong>12 evoluíram para óbito</strong>, segundo o Ministério da Saúde. <strong>São Paulo</strong> liderou os registros estaduais, com 254 casos, seguido por <strong>Paraná </strong>(169), <strong>Minas Gerais</strong> (164) e <strong>Espírito Santo </strong>(162). A maioria das notificações envolveu homens (69,3%), e 62,8% dos episódios ocorreram em residências. Os números representam os casos registrados nos sistemas de vigilância e podem não refletir toda a dimensão da exposição ao metal no país.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/fabrica-ajax-tintas-sob-ceu-nublado.jpg\" style=\"height:900px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>Fundada em 1958, a antiga fábrica de baterias Ajax, localizada no Distrito Industrial de Bauru (SP), tornou-se símbolo de um dos episódios de contaminação ambiental por chumbo mais conhecidos do estado de São Paulo; o caso envolveu a poluição do solo e riscos à saúde da população; a empresa encerrou definitivamente as atividades e teve a falência decretada em 2015, passando a ser alvo de processos judiciais e leilões de bens da massa falida (@BauruMidia)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Novo plano global está previsto para 2027</strong></p>\r\n\r\n<p>A OMS prepara o pacote técnico <strong>PREVENT</strong>, previsto para lançamento em 2027, com orientações práticas para ajudar os países a identificar fontes prioritárias de exposição, fortalecer a fiscalização, responder a níveis elevados de chumbo no sangue e acompanhar os resultados das medidas adotadas.</p>\r\n\r\n<p>A organização também prevê apresentar um <strong>Plano de Ação Global para a Mitigação do Chumbo</strong> à Assembleia Mundial da Saúde em 2027. A proposta deverá orientar ações coordenadas entre governos, serviços de saúde, setor privado e sociedade civil.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O desafio é transformar a capacidade de detectar a contaminação em medidas efetivas para impedir que o metal alcance o organismo. Isso inclui eliminar o chumbo de produtos quando possível, controlar emissões industriais, melhorar a gestão de resíduos e reforçar a fiscalização de tintas e outros materiais.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A campanha internacional de outubro pretende ampliar a conscientização e estimular ações que priorizem a prevenção, especialmente entre crianças e outros grupos vulneráveis.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).<br />\r\n@who @unep @onubrasil @opspaho @santoamaroprefeitura @prefeituradebauru<br />\r\n#Chumbo #SaúdeInfantil #ContaminaçãoPorChumbo #OMS #SaúdePública #Brasil #MeioAmbiente #Poluição #SegurançaQuímica #DesenvolvimentoInfantil #Prevenção #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2026/boletim-epidemiologico-de-vigilancia-em-saude-no-especial-jul-2026.pdf/view\" target=\"_blank\"><strong>Boletim Epidemiológico - Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Substâncias e Contaminantes Químicos (Julho/2026)</strong></a></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n",
            "summary": "A exposição ao chumbo afeta até 815 milhões de crianças em todo o mundo e esteve associada a mais de 3,5 milhões de mortes em 2023, principalmente por doenças cardiovasculares, segundo estimativas cit...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/7d11f520-67a4-4b40-9816-e8fd0272722a/conversions/68bf8f1e44bdb-santo-amaro-1-large.webp",
            "date_published": "2026-10-18T14:05:00+00:00",
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                {
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            "title": "Limeira aprova arborização obrigatória de estacionamentos",
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            "content_html": "<p>A <strong>Câmara Municipal de Limeira (SP)</strong> aprovou um projeto de lei que estabelece a <strong>arborização obrigatória de estacionamentos públicos e privados com área de projeção igual ou superior a 100 m²</strong>. A proposta determina o plantio de <strong>pelo menos uma árvore a cada quatro vagas</strong> e prevê até quatro anos para a adequação dos espaços existentes, com o objetivo de ampliar as áreas de sombra, reduzir o aquecimento provocado por superfícies pavimentadas e favorecer a adaptação urbana às mudanças climáticas.</p>\r\n\r\n<p>De autoria do vereador <strong>Everton Ferreira (PSD)</strong>, o <strong>Projeto de Lei nº 35/2026</strong> estabelece critérios para a instalação dos canteiros e a escolha das espécies. A preferência é por <strong>árvores nativas de médio ou grande porte</strong>, com copas amplas e capacidade de produzir sombra. Os canteiros deverão ter área mínima de <strong>1,10 m² e largura de 0,70 metro</strong>. O plantio deverá ocorrer preferencialmente entre as vagas, para ampliar a cobertura vegetal sobre o pavimento.</p>\r\n\r\n<p>A proposta também contempla os estacionamentos já existentes, que poderão adotar soluções alternativas quando não houver espaço suficiente para plantar árvores entre os veículos. Entre as opções estão os chamados bolsões de vegetação e as faixas de plantio nas laterais do imóvel, desde que seja mantida a proporção mínima prevista no texto.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p>O prazo inicial para adequação é de <strong>três anos</strong>, contados conforme as regras aplicáveis à futura legislação. A proposta permite a <strong>prorrogação por mais um ano</strong>, mediante apresentação de cronograma aprovado pelo órgão ambiental competente. Para novos empreendimentos abrangidos pela regra, a aprovação do projeto de arborização será exigida durante o processo de licenciamento.</p>\r\n\r\n<p>O texto prevê exceções para estacionamentos construídos sobre lajes, em pavimentos elevados ou subterrâneos, e para aqueles instalados exclusivamente no recuo frontal obrigatório das edificações, nos termos definidos pela proposta. Nos imóveis com coberturas já existentes, o plantio poderá ser transferido para outras áreas do terreno, desde que a quantidade mínima de árvores seja preservada.</p>\r\n\r\n<p>Outra possibilidade é reduzir o comprimento mínimo das vagas para <strong>4,50 metros</strong>, quando essa alteração for necessária à instalação dos canteiros. A medida procura compatibilizar a arborização com a estrutura dos estacionamentos em funcionamento, sem eliminar a exigência de plantio.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/m-137-0-1-14112025092309.jpg\" style=\"height:681px; width:1024px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>A justificativa apresentada pelo autor relaciona a medida à necessidade de enfrentar as ilhas de calor urbanas (Prefeitura Limeira/SP)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Enfrentar as ilhas de calor urbanas</strong></p>\r\n\r\n<p>A justificativa apresentada pelo autor relaciona a medida à necessidade de enfrentar as <strong>ilhas de calor urbanas</strong>, fenômeno em que determinadas áreas da cidade registram <strong>temperaturas mais elevadas </strong>do que regiões próximas com maior presença de vegetação. Grandes superfícies de asfalto e concreto absorvem e retêm calor, enquanto a cobertura das árvores pode proporcionar sombra e contribuir para amenizar as condições térmicas locais.</p>\r\n\r\n<p>A vegetação também pode colaborar com a <strong>gestão das águas pluviais</strong>, dependendo das características do solo, da área permeável e do projeto de drenagem. A proposta, contudo, não apresenta estimativas sobre a redução de temperatura, o volume adicional de água infiltrada ou a quantidade total de árvores que deverão ser plantadas após sua implementação.</p>\r\n\r\n<p>A avaliação dos resultados dependerá, portanto, da aplicação das regras, da fiscalização e da adaptação efetiva dos imóveis. A exigência de plantio, por si só, não garante a sobrevivência das árvores: a escolha das espécies, o espaço disponível para as raízes, a manutenção e a disponibilidade de água também influenciam o desenvolvimento da vegetação.</p>\r\n\r\n<p>A aprovação ocorreu em Limeira, no interior paulista, e tem alcance municipal. O registro legislativo consultado informa que a redação final e o autógrafo foram emitidos em 6 de outubro de 2026. Até a data desta apuração, não foi localizada confirmação documental suficiente de sanção, promulgação e publicação da lei municipal. </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/1791831872.jpg\" style=\"height:640px; width:1280px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>De autoria do vereador Everton Ferreira (PSD), o Projeto de Lei nº 35/2026 estabelece critérios para a instalação dos canteiros e a escolha das espécies (Cristiane Scardelai)</em></small></div>\r\n\r\n<p>@camaradelimeira @prefeituralimeira @evertonferreeira</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://consulta.limeira.sp.leg.br/Documentos/Documento/417846\" target=\"_blank\"><strong>Projeto de Lei Nº 35/2026 - Dispõe sobre a obrigatoriedade de arborização em estacionamentos de veículos no âmbito do município de Limeira</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "A Câmara Municipal de Limeira (SP) aprovou um projeto de lei que estabelece a arborização obrigatória de estacionamentos públicos e privados com área de projeção igual ou superior a 100 m². A proposta...",
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            "title": "Suécia quer atrair turistas introvertidos",
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            "content_html": "<p>A <strong>Suécia</strong> lançou uma campanha internacional para atrair turistas que preferem viagens com tranquilidade, privacidade e liberdade para escolher quando interagir com outras pessoas. Batizada de <em><strong>The Introvert Travel Agency</strong></em> (Agência de Viagens para Introvertidos), a iniciativa da <strong>Visit Sweden </strong>foi apresentada após uma pesquisa com <strong>9.212 adultos de nove países</strong> identificar diferenças nas preferências de sociabilidade e descanso durante as férias.</p>\r\n\r\n<p>O levantamento, realizado pela empresa de pesquisa <strong>YouGov</strong> entre 26 de junho e 6 de julho de 2026, abrangeu <strong>Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Países Baixos, Noruega, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos</strong>. Segundo a organização responsável pela campanha, <strong>41% dos entrevistados se identificam como introvertidos</strong>. Outros 45% afirmam combinar características introvertidas e extrovertidas, conforme os resultados divulgados pela <strong>Visit Sweden</strong> em sua versão francesa. Os percentuais indicam autodeclarações dos participantes, não diagnósticos psicológicos.</p>\r\n\r\n<p>O Reino Unido registrou a maior proporção de pessoas que se identificam principalmente como introvertidas: <strong>48%</strong>. Nos Estados Unidos, o índice foi de 44%. Os números reforçam o potencial de segmentação do mercado turístico por preferências de viagem, embora não permitam concluir que todos esses entrevistados tenham intenção de visitar a Suécia.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Preferência por tranquilidade</strong></p>\r\n\r\n<p>Entre os entrevistados americanos, 57% afirmaram procurar acomodações tranquilas frequentemente ou sempre, enquanto 48% disseram priorizar momentos para si mesmos durante as viagens. Esses indicadores integram uma análise de público da <strong>Visit Sweden </strong>e da <strong>YouGov</strong> realizada em 2024, e não devem ser confundidos com os resultados da pesquisa internacional de 2026.</p>\r\n\r\n<p>No Reino Unido, 79% dos participantes afirmaram recuperar as energias após passar um tempo sozinhos. Além disso, 72% disseram que situações sociais podem se tornar desgastantes após algum tempo. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, metade dos entrevistados declarou precisar de uma espécie de “férias das férias” para descansar e recuperar as energias após uma viagem.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>Os resultados não significam que pessoas introvertidas rejeitem o convívio social. A questão central é a possibilidade de controlar a frequência e a intensidade das interações, alternando atividades coletivas com períodos de descanso e experiências individuais.</strong></span></p>\r\n\r\n<div class=\"dn_galeria_noticia\"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>\r\n\r\n<p><strong>Como funciona a campanha</strong></p>\r\n\r\n<p>A <em><strong>The Introvert Travel Agency</strong></em> reúne sugestões de roteiros e experiências turísticas na Suécia, incluindo <strong>estadias em ambientes naturais, passeios por ilhas, hospedagens tranquilas e atividades urbanas</strong> que podem ser realizadas de forma independente. A proposta é permitir que o visitante organize a viagem de acordo com suas preferências, sem a obrigação de participar constantemente de atividades em grupo.</p>\r\n\r\n<p>A iniciativa combina atendimento digital com espaços temporários de orientação turística em cidades europeias. O calendário anunciado prevê a instalação de estruturas presenciais em <strong>Berlim</strong>, de 14 a 17 de outubro; <strong>Paris</strong>, de 21 a 24 de outubro; e <strong>Londres</strong>, de 28 a 31 de outubro de 2026. Nesses locais, os visitantes poderão conhecer destinos e receber orientações personalizadas. A campanha também disponibiliza informações e opções de viagens pela internet.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>A Suécia reúne características que favorecem a proposta, como extensas áreas naturais, ilhas, florestas e cidades nas quais espaços verdes e áreas próximas à água fazem parte da experiência urbana. A campanha utiliza esses elementos para apresentar o país como alternativa a roteiros concentrados em atrações concorridas e agendas com muitas atividades.</strong></span></p>\r\n\r\n<p><strong>Turismo adaptado ao perfil do visitante</strong></p>\r\n\r\n<p>A iniciativa faz parte da estratégia de promoção internacional da <strong>Visit Sweden</strong>, empresa de propriedade integral do governo sueco responsável por divulgar o país como destino turístico. A organização busca ampliar o interesse pela Suécia e estimular a atividade econômica ligada ao turismo.</p>\r\n\r\n<p>Os dados também indicam espaço para serviços de planejamento profissional. Segundo análises adicionais divulgadas pela <strong>Visit Sweden</strong>, 69% dos americanos demonstraram interesse em receber ajuda de operadores turísticos para planejar e reservar férias. Entre os britânicos interessados em visitar a Suécia, 35% disseram preferir contratar um operador turístico, ante 27% na média dos mercados analisados.</p>\r\n\r\n<p>Apesar dos resultados, a pesquisa tem limitações. O estudo foi encomendado pela própria organização que promove o destino, e os dados refletem percepções declaradas pelos participantes. O comunicado consultado não apresenta, em sua síntese principal, margens de erro detalhadas por país. Portanto, os percentuais devem ser interpretados como indicadores de preferências, e não como estimativas universais do comportamento de todos os turistas.</p>\r\n\r\n<p>A campanha sinaliza uma estratégia de <strong>segmentação do turismo</strong>: em vez de oferecer apenas roteiros tradicionais, a Suécia procura atender viajantes que valorizam autonomia, contato com a natureza e flexibilidade na convivência social. O desempenho comercial da iniciativa, entretanto, dependerá da adesão dos turistas e das reservas efetivamente realizadas.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Visit Sweden.<br />\r\n@visitsweden @yougovuk</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://press.visitsweden.com/\" target=\"_blank\"><strong>Visit Sweden</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Assista ao vídeo <a href=\"https://youtu.be/SUG2ACZotP8?si=0Gks4w4YdzGtlbtO\" target=\"_blank\"><strong>‘Bem-vindo à Agência de Viagens para Introvertidos’</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div data-oembed-url=\"https://youtu.be/SUG2ACZotP8?si=0Gks4w4YdzGtlbtO\">\r\n<div style=\"height:0; left:0; padding-bottom:56.5%; position:relative; width:100%\"><iframe allow=\"encrypted-media; accelerometer; clipboard-write; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen=\"\" scrolling=\"no\" src=\"https://www.youtube.com/embed/SUG2ACZotP8?feature=oembed\" style=\"border: 0; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; position: absolute;\" tabindex=\"-1\"></iframe></div>\r\n</div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "A Suécia lançou uma campanha internacional para atrair turistas que preferem viagens com tranquilidade, privacidade e liberdade para escolher quando interagir com outras pessoas. Batizada de The Intro...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/6547374d-4677-4a17-8aa2-ff773c0e1941/conversions/the-introvert-travel-agency-hero-16x9-large.webp",
            "date_published": "2026-10-17T12:45:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-17T13:04:26+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Governo muda regras do SAC e prevê bloqueio de ligações abusivas",
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            "content_html": "<p>O governo federal publicou duas normas que mudam as regras de <strong>atendimento ao consumidor</strong> e de uso das redes de telefonia no Brasil. O <strong>Decreto nº 13.135/2026</strong>, publicado em 13 de outubro, determina que empresas abrangidas pela regulamentação ofereçam atendimento humano todos os dias, das 8h às 20h, enquanto a <strong>Medida Provisória nº 1.396/2026</strong> estabelece mecanismos para identificar chamadas e combater <strong>ligações abusivas</strong>** e <strong>golpes telefônicos</strong>. As mudanças buscam facilitar a resolução de reclamações e ampliar a segurança nas comunicações.</p>\r\n\r\n<p>O decreto que atualiza o <strong>Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC)</strong> entra em vigor 20 dias após a publicação, com previsão de início em 2 de novembro. As regras alcançam fornecedores de setores regulados pelo governo federal e instituições que oferecem serviços financeiros digitais sujeitos à regulação ou supervisão do <strong>Banco Central</strong>.</p>\r\n\r\n<p>Pelas novas regras, o atendimento telefônico será obrigatório, e as empresas deverão manter pelo menos um canal eletrônico funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana. O consumidor também terá direito a atendimento por uma pessoa, tanto por telefone quanto pelos canais digitais, no período das 8h às 20h, inclusive aos fins de semana e feriados.</p>\r\n\r\n<p>O atendimento deverá ser gratuito. A empresa não poderá condicionar o início do atendimento ou o encaminhamento a um atendente humano ao fornecimento prévio de CPF, número de contrato ou outros dados pessoais. A norma também proíbe a veiculação de publicidade durante o atendimento, inclusive enquanto o cliente aguarda na fila.</p>\r\n\r\n<p>>>Siga a <a href=\"https://www.instagram.com/agenciacidades/\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Instagram</strong></a><br />\r\n>>Siga a <a href=\"https://www.facebook.com/profile.php?id=61571576403435\" target=\"_blank\"><strong>Agência Cidades no Facebook</strong></a></p>\r\n\r\n<p><strong>Respostas terão prazo definido</strong></p>\r\n\r\n<p>As demandas não urgentes deverão receber resposta em até <strong>sete dias corridos</strong>. O retorno deverá ser claro, objetivo e abordar os pontos apresentados pelo consumidor. Situações que envolvam risco relevante terão prioridade e deverão ser atendidas imediatamente, conforme os critérios definidos pelos órgãos reguladores competentes.</p>\r\n\r\n<p>Outra mudança envolve as ligações interrompidas durante o atendimento. Nesses casos, a empresa deverá retornar o contato em até <strong>cinco minutos</strong>, aproveitando as informações que o consumidor já forneceu.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>O cancelamento de produtos e serviços deverá estar disponível em todos os níveis do atendimento, inclusive no primeiro menu, tanto por telefone quanto pelos canais eletrônicos. A regulamentação também estabelece limite de cinco níveis de atendimento ou menus.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>O consumidor poderá solicitar gratuitamente o histórico de suas demandas, que deverá ser fornecido em até cinco dias úteis. As gravações telefônicas e as mensagens trocadas nos canais de atendimento deverão ser mantidas por pelo menos 90 dias.</p>\r\n\r\n<p>As regras não se aplicam indistintamente a todas as empresas do país. O alcance depende do enquadramento dos fornecedores nos setores e serviços abrangidos pelo decreto.</p>\r\n\r\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img alt=\"\" src=\"https://cdn.agenciacidades.com.br/upload/dn_arquivo/2026/10/callink-ronald-almeida-07-ronald-almeida-secom-pma-aracaju.jpg\" style=\"height:820px; width:1200px\" /><small class=\"dn_legendaImg\"><em>O consumidor também terá direito a atendimento por uma pessoa, tanto por telefone quanto pelos canais digitais, no período das 8h às 20h, inclusive aos fins de semana e feriados (Ronald Almeida/Prefeitura Aracaju/SE)</em></small></div>\r\n\r\n<p><strong>Operadoras terão de autenticar chamadas</strong></p>\r\n\r\n<p>Já a <strong>Medida Provisória nº 1.396/2026</strong> estabelece novas obrigações para as operadoras de telecomunicações com o objetivo de combater fraudes e reduzir o uso abusivo das redes telefônicas.</p>\r\n\r\n<p>O texto determina a autenticação das chamadas, procedimento destinado a verificar sua legitimidade. Ligações que não passarem pela verificação poderão ser bloqueadas antes de chegar ao destinatário, conforme as regras da <strong>Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)</strong>.</p>\r\n\r\n<p>A medida também prevê a identificação de chamadas empresariais. O usuário poderá visualizar o nome da empresa responsável pela ligação e, quando disponível, seu logotipo. Para viabilizar o sistema, será criada uma base nacional de dados sobre recursos de numeração e seus titulares, sob supervisão da agência reguladora.</p>\r\n\r\n<p>Outra previsão permite suspender por 15 dias a capacidade de originar chamadas de linhas que realizem grandes volumes de ligações consideradas suspeitas. A aplicação das medidas dependerá dos critérios técnicos e regulatórios pertinentes.</p>\r\n\r\n<p><strong>Regulamentação definirá a aplicação</strong></p>\r\n\r\n<p>A Anatel terá 60 dias para regulamentar as novas exigências previstas na medida provisória. Por isso, a publicação da norma não significa que todos os mecanismos de autenticação, identificação e bloqueio já estejam plenamente operacionais.</p>\r\n\r\n<p><span style=\"color:#2980b9\"><strong>As duas medidas atuam em frentes distintas: o decreto estabelece direitos e obrigações na relação entre consumidores e fornecedores, enquanto a medida provisória trata do uso das redes de telecomunicações e de mecanismos para prevenir abusos e fraudes.</strong></span></p>\r\n\r\n<p>A efetividade das mudanças dependerá do cumprimento das regras pelas empresas, da fiscalização dos órgãos competentes e da implementação dos procedimentos técnicos previstos para as operadoras.</p>\r\n\r\n<p>Com informações da Agência Nacional de Telecomunicações.<br />\r\n@mjsp_gov @anatelgovbr @bancocentraldobrasil @agencia.brasil @tvbrasil @govbr<br />\r\n#DireitosDoConsumidor #DefesaDoConsumidor #SAC #AtendimentoAoConsumidor #LigaçõesAbusivas #GolpesTelefônicos #Telefonia #Anatel #BancoCentral #GovernoFederal #SegurançaDigital #AgênciaCidades</p>\r\n\r\n<p>Acesse o <a href=\"https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/d13135.htm\" target=\"_blank\"><strong>Decreto nº 13.135 (9/10/2026), que atualiza as regras do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e regulamenta dispositivos do Código de Defesa do Consumidor (CDC).</strong></a></p>\r\n\r\n<p>Acesse a <a href=\"https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1396.htm\" target=\"_blank\"><strong>MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.396 (9/10/2026), que dispõe sobre a autenticação, a identificação e o bloqueio de chamadas telefônicas e mensagens nas redes de telecomunicações e institui base de dados centralizada de recursos de numeração.</strong></a></p>\r\n\r\n<p> </p>\r\n\r\n<div class=\"dn_noticiasRelacionadas nrEsquerda\" style=\"float:left; margin-right:10px\"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS_ESQUERDA@@</small></div>\r\n\r\n<p> </p>\r\n",
            "summary": "O governo federal publicou duas normas que mudam as regras de atendimento ao consumidor e de uso das redes de telefonia no Brasil. O Decreto nº 13.135/2026, publicado em 13 de outubro, determina que e...",
            "image": "https://cdn1.agenciacidades.com.br/Folder/2026/10/0e03c581-8d3d-41c8-a08a-0d3f75334ef0/conversions/00396270-renato-prospero-smcs-pref-curitiba-large.webp",
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