Localizado na zona rural de Vila Propício, município goiano de 5.815 habitantes (Censo/22), distante 207 km de Goiânia, o Complexo Solar de Barro Alto ocupa 841 hectares, área equivalente a 1.120 campos de futebol, e abriga cerca de 731 mil painéis solares.
Considerado o maior projeto de geração fotovoltaica de Goiás e do Centro-Oeste, o empreendimento foi desenvolvido pela Newave Energia em parceria com a Gerdau e custou R$ 1,3 bilhão.
Com capacidade instalada de 452 MWp (Megawatts-pico), o parque tem potência máxima de geração em condições ideais de irradiação solar, suficiente para atender o consumo elétrico de uma cidade com cerca de 365 mil habitantes. A expectativa é de que mais de 45 mil toneladas de dióxido de carbono deixem de ser lançadas na atmosfera anualmente.
“Já executamos mais de R$ 15 bilhões em projetos. Goiás é diferente, pela capacidade de execução, comprometimento e eficiência do Estado, para gerar renda e emprego”, observou Edgard Corrochano, CEO da Newave Energia.
“Goiás é um estado estratégico para nós. O agro já representa 40% do nosso negócio, do ponto de vista de fornecimento de aço. A gente tem muito orgulho de estar aqui”, pontuou o diretor de Comunicação, Marca e Relações Institucionais da Gerdau, Pedro Torres.
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A nova usina fotovoltaica deverá aumentar em 22% a capacidade de geração de energia solar de Goiás (Wesley Costa/ Leandro Braz)Financiamento 100% nacional
Segundo Edgard Corrochano, a construção gerou mais de 1.500 empregos diretos e todo o financiamento foi 100% nacional, com mais de R$ 900 milhões captados em um Fundo de Investimento em Participações (FIP) com a participação de mais de 15 mil investidores.
Corrochano afirma que o plano da parceria condiciona a usina a fornecer parte da energia gerada para as unidades produtivas da Gerdau no Brasil, alinhando-se à sua estratégia de descarbonização.
“Esse é um passo significativo na estratégia de descarbonização da Gerdau e para aumentar a competitividade das operações no Brasil. A Gerdau já possui uma das menores médias globais de emissões de gases de efeito estufa, 50% inferior à média do setor siderúrgico mundial”, comenta Elder Rapachi, diretor executivo da Gerdau Next.
A usina comercializará parte de sua energia no mercado livre, onde consumidores podem escolher seus fornecedores e firmar contratos com base em fontes, prazos e preços específicos.
A nova usina fotovoltaica deverá aumentar em 22% a capacidade de geração de energia solar no estado, tornando a energia fotovoltaica a segunda principal fonte de energia em Goiás.
Com informações da Secretaria de Comunicação do Governo de Goiás e da Newave Energia.
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