A expansão da geração de energia solar na matriz energética brasileira segue em ritmo acelerado. Agora, o estado do Rio Grande do Norte ampliou a participação no sistema elétrico com a entrada em operação comercial de oito usinas do Complexo Fotovoltaico Assú Sol, no município de Assú. Com isso, o empreendimento passa a contar com 12 das 16 usinas em funcionamento.
Com investimento estimado em mais de R$ 3,6 bilhões, o complexo é formado por 2.260 unidades geradoras distribuídas em 16 usinas, totalizando 752 megawatts (MW) de capacidade instalada. As usinas Assú Sol 1 a 5 contam com potência individual de 40 MW, enquanto as unidades Assú Sol 6 a 16 possuem 50 MW cada. A previsão é que as usinas Assú Sol 6, 12, 14 e 16 entrem em operação comercial até junho de 2026.
O Complexo Fotovoltaico Assú Sol se conecta à rede básica na Subestação (SE) 500 kV Açu III por meio de instalações compartilhadas pelas 16 usinas.
Todas as unidades estão enquadradas no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), que concede benefícios fiscais a projetos estratégicos, reforçando o papel do Assú Sol como um marco na expansão da energia solar no Brasil.
No conjunto, o projeto representa um avanço estratégico para a diversificação da matriz energética brasileira, com foco na ampliação do uso de fontes renováveis e de baixo impacto ambiental.
O Complexo Fotovoltaico Assú Sol faz parte do Eixo Transição Energética do Novo Programa de Aceleração e Crescimento (Novo PAC), que reúne 584 usinas no país, das quais 388 já estão concluídas. O programa é coordenado pelo Governo do Brasil em parceria com o setor privado, estados, municípios e movimentos sociais, com intuito de acelerar o crescimento econômico, promover a inclusão social e reduzir as desigualdades regionais.
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O Complexo Solar Bom Jardim marca o avanço de um dos maiores projetos de geração solar no Nordeste do país, fortalecendo o papel da região na ampliação das fontes renováveis na matriz energética brasileira (Rapeel/ANEEL)Complexo Solar Bom Jardim inicia fase de testes no Ceará
O Complexo Solar Bom Jardim, localizado no município de Icó, no Ceará, iniciou a fase de testes de quatro das 10 usinas entre dezembro de 2025 e janeiro deste ano. O processo marca avanço de um dos maiores projetos de geração solar no Nordeste do país, fortalecendo o papel da região na ampliação das fontes renováveis na matriz energética brasileira.
O empreendimento é composto por 10 usinas fotovoltaicas, com 706 unidades geradoras, que somam 439 megawatts (MW) de capacidade instalada e conta com um investimento estimado de R$ 2,13 bilhões. A previsão é que todas as unidades entrem em operação comercial até dezembro de 2027.
Para escoar a energia gerada, o complexo contará com um sistema de transmissão de interesse restrito composto por uma subestação elevadora e uma linha de transmissão com aproximadamente oito quilômetros de extensão até a Subestação (SE) Icó de 230 kV, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf).
Para um investimento desse porte, estima-se que mais de 20 mil postos de trabalho, diretos e indiretos, sejam gerados. Isso contribui de forma significativa para o desenvolvimento econômico e social na região com a manutenção e geração de empregos. Além disso, o projeto se enquadra no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), que concede benefícios fiscais a empreendimentos estratégicos para o país.
Com a entrada em operação em teste das usinas Bom Jardim I, II, III e V, o Complexo Solar Bom Jardim se consolida como um dos principais empreendimentos fotovoltaicos do Ceará e um vetor importante da transição energética no Brasil.
Com informações do Ministério de Minas e Energia.
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