Copenhague, na Dinamarca, foi apontada como a cidade mais relaxante do mundo para visitar em 2026, segundo um levantamento da empresa de eSIM Holafly publicado pela Condé Nast Traveller. A capital dinamarquesa alcançou 70 pontos no ranking, à frente de Barcelona, na Espanha, com 69,6, e Viena, na Áustria, com 66,8.
O estudo procurou medir condições urbanas e ambientais associadas à experiência de descanso dos viajantes. O ranking reúne dez cidades de diferentes países.
Depois do trio líder, aparecem Vancouver, no Canadá, com 66,6 pontos; Oslo, na Noruega, com 64,2; Miami, nos Estados Unidos, com 63,3; Munique, na Alemanha, também com 63,3; Singapura, com 63,2; Roma, na Itália, com 61,9; e Amsterdã, nos Países Baixos, com 61,5 pontos.
A metodologia considera indicadores relacionados às condições que podem favorecer uma experiência de viagem mais tranquila. Entre eles estão a disponibilidade de parques e áreas naturais, a quantidade de spas e centros de bem-estar, a qualidade do ar, as horas médias de sol, o congestionamento do trânsito e um índice de felicidade. A pesquisa também considera a densidade populacional.
O resultado mostra que uma grande cidade não é necessariamente incompatível com uma experiência de descanso. Barcelona, por exemplo, ficou em segundo lugar, mesmo sendo uma das cidades europeias de maior fluxo turístico. Já Singapura, uma cidade-Estado densamente povoada, aparece em oitavo lugar, indicando que a densidade populacional é apenas um dos componentes considerados no índice, e não um fator isolado capaz de determinar a posição de uma cidade.
Outro aspecto relevante é a proximidade entre as pontuações. A diferença entre Copenhague, primeira colocada, e Barcelona, segunda, é de apenas 0,4 ponto. Entre a líder e Viena, terceira colocada, a diferença chega a 3,2 pontos. Isso indica uma concentração das cidades líderes em uma faixa estreita relativamente de pontuação.
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O levantamento também revela mudanças em relação à edição anterior. San Diego, nos Estados Unidos, que havia liderado o ranking anterior, não aparece entre as dez primeiras em 2026. A cidade havia obtido 67,7 pontos na edição anterior. Singapura também perdeu posições: passou da segunda colocação para a oitava.
A comparação exige cautela porque o índice não equivale a uma medição universal de qualidade de vida ou de satisfação dos turistas. O resultado depende dos indicadores escolhidos e da forma como eles são combinados. Portanto, uma cidade que aparece no topo do ranking não será necessariamente percebida como mais relaxante por todos os viajantes.
Ainda assim, o levantamento oferece um retrato de como fatores urbanos, ambientais e relacionados ao bem-estar podem ser utilizados para avaliar destinos turísticos.
Com informações da Holafly/Condé Nast Traveller.
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Confira a publicação original da Condé Nast Traveller






